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POLITÍCA NACIONAL

Seminário debate medidas para prevenir quedas acidentais de idosos

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POLITÍCA NACIONAL

A Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa da Câmara dos Deputados promove, nesta quarta-feira (9), seminário para discutir medidas de prevenção às quedas acidentais entre a população idosa.

O evento, solicitado pelos deputados Luiz Couto (PT-PB), Alexandre Lindenmeyer (PT-RS) e Geraldo Resende (PSDB-MS), será realizado às 15 horas, no plenário 12.

O objetivo é discutir a Política Nacional de Prevenção de Quedas em Pessoas Idosas (PNPQPI), prevista no Projeto de Lei 4376/24, aprovado recentemente na comissão. Luiz Couto e Alexandre Lindenmeyer são os autores da proposta, junto com outros cinco deputados, e Geraldo Resende foi o relator no colegiado.

Os parlamentares querem abordar a importância das medidas e os desafios para a implementação desta política, como a falta de integração entre os entes federativos, a escassez de recursos e a necessidade de fortalecer a cultura preventiva em instituições de saúde e assistenciais.

O projeto estabelece diretrizes para a promoção de ambientes seguros, capacitação de profissionais e programas de conscientização voltados à prevenção das quedas. A iniciativa visa também incentivar a prática de atividades físicas adaptadas, com o objetivo de melhorar a saúde e o bem-estar dos idosos.

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Para os deputados, é urgente fomentar um ambiente mais seguro para os idosos, reduzindo a vulnerabilidade dessa população e promovendo a sua autonomia.

“A população idosa no Brasil tem crescido de forma exponencial, resultado do aumento da expectativa de vida e das melhorias nos cuidados de saúde. Contudo, esse aumento da longevidade traz consigo diversos desafios, sendo um dos mais críticos o aumento da incidência de quedas acidentais entre os idosos”, destacam os deputados no documento para a realização do seminário.

“As quedas são a principal causa de hospitalização e morte entre pessoas nessa faixa etária, levando não apenas a consequências físicas, mas também psicológicas, como o medo de cair, que pode resultar em um sedentarismo involuntário e isolamento social”, alertam.

“Quando se fala em prevenção de quedas, é imprescindível considerar o cuidado integral, que abrange a saúde física, mental e social dos indivíduos”, afirmam no texto.

Da Redação – MB

Fonte: Câmara dos Deputados

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POLITÍCA NACIONAL

Em sessão especial, representantes da maçonaria destacam papel da instituição

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Em sessão especial nesta sexta-feira (28) em homenagem ao Dia do Maçom, comemorado anualmente em 20 de agosto, representantes de organizações maçônicas de vários estados brasileiros lembraram o papel da instituição na história do país e defenderam a aproximação entre as diversas vertentes da maçonaria.

O dia 20 de agosto refere-se à fundação do Grande Oriente do Brasil (GOB), com a fusão das lojas Esperança, Comércio e Artes, União e Tranquilidade, no Rio de Janeiro, em 1822. Naquela ocasião, o maçom Joaquim Gonçalves Ledo defendeu a urgência da independência do Brasil, proclamada por Dom Pedro I semanas depois.

— A comemoração do dia de hoje se dá principalmente por ter sido a Proclamação da Independência o resultado incansável do trabalho de maçons que iniciaram um movimento liberal – afirmou o senador Izalci Lucas (PL-DF), um dos autores do requerimento para a realização da sessão.

Entidades maçônicas

Participaram da sessão lideranças das diferentes vertentes da maçonaria no Brasil, como o Grande Oriente do Brasil, a Confederação da Maçonaria Simbólica do Brasil (CMSB) e a Confederação Maçônica do Brasil (Comab). Secretário-geral da CMSB, Armando Assumpção defendeu um fortalecimento da relação entre as três, ressalvando que cada uma tem plena autonomia e sua própria história e estrutura.

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O grão-mestre geral do GOB, Ademir Cândido da Silva, destacou o papel histórico da maçonaria.

— Há instituições que atravessam a história, e há instituições que ajudam a história a encontrar o seu caminho – afirmou.

Secretário-geral da Comab, Cassiano Moreno afirmou que a maçonaria atual deve “honrar o legado” das gerações anteriores, atuando em um Brasil “cheio de desafios, que ainda convive com desigualdades, violência, intolerância, corrupção, pobreza e a dificuldade de convivermos com quem pensa diferente de nós”.

Adalberto Alízio Eyng, grão-mestre geral adjunto do GOB, afirmou que ser maçom é “ser amante da virtude, da sabedoria e da justiça, é estender a mão a quem sofre, é ser voz diante da injustiça, cultivar a harmonia das famílias e, em especial, promover a concórdia entre os homens”. Presidente da CMSB e grão-mestre da Grande Loja Maçônica do Distrito Federal, Cassiano Teixeira de Morais saudou a união dos representantes da maçonaria brasileira e disse que a instituição está associada não só a grandes transformações sociais, mas também individuais.

O requerimento para a realização da sessão foi assinado também pelos senadores Confúcio Moura (MDB-RO), Hamilton Mourão (Republicanos-RS) e Lucas Barreto (PSD-AP) e pelas senadoras Damares Alves (Republicanos-DF) e Professora Dorinha Seabra (União-TO).

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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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