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POLITÍCA NACIONAL

Professores da rede pública do DF terão gratificações garantidas em caso de remanejamento

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POLITÍCA NACIONAL

Professores da rede pública de ensino do Distrito Federal que forem remanejados ou designados para exercer outras funções dentro da Secretária de Educação (SEEDF) ou em órgãos correlatos terão a manutenção das suas gratificações garantidas. A determinação é da nova Lei nº 7.885, de iniciativa do deputado Pastor Daniel de Castro (PP).

Dados da SEEDF indicam que aproximadamente 10% do corpo docente está lotado em funções administrativas ou de suporte educacional, como coordenadores pedagógicos, supervisores de ensino, diretores escolares e gestores de programas educacionais. Entretanto, de acordo com a justificativa do projeto de lei, “a perda de gratificações ao deixarem a sala de aula desestimula tais deslocamentos, podendo comprometer a gestão escolar e a qualidade do ensino”.

O texto da proposição ainda diz que, segundo dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP), escolas com boa gestão e coordenação pedagógica eficiente apresentam aumento significativo no desempenho dos alunos. Além disso, um estudo realizado pelo Banco Mundial demonstrou que países que investem na estabilidade e no reconhecimento dos professores obtêm melhores resultados educacionais a longo prazo.

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As gratificações existem para valorizar e garantir melhores condições de trabalho dos profissionais da educação. São elas: Gratificações de Regência de Classe (GRC), Atividade Pedagógica (GAPED), Atividade de Suporte Educacional (GASE), Atividade de Docência em Estabelecimento de Ensino Diferenciado (GADEED), Atividade de Docência em Estabelecimento de Restrição de Liberdade (GADERL), Atividade de Dedicação Exclusiva em Tempo Integral ao Magistério (TIDEM).

Fonte: Câmara Legislativa – DF

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POLITÍCA NACIONAL

Projeto cria plataforma para monitorar estoque e falta de medicamentos no país

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O Projeto de Lei 1840/26 obriga indústrias, distribuidores, farmácias e hospitais a monitorar e divulgar informações sobre a disponibilidade, o estoque e a previsão de falta de medicamentos. O texto está em análise na Câmara dos Deputados.

A proposta cria a Plataforma Nacional de Monitoramento de Medicamentos, vinculada ao Ministério da Saúde. A plataforma, acessível ao público, informará a disponibilidade atualizada dos medicamentos e alertará sobre risco de desabastecimento a usuários cadastrados. Itens para doenças crônicas, psiquiátricas, oncológicas e raras terão prioridade.

“O acesso a essas informações é fundamental para que o cidadão possa planejar o tratamento, evitar interrupções e exercer plenamente o direito constitucional à saúde”, disse a ex-deputada Heloísa Helena (Rede-RJ), autora do projeto, que atualmente está na suplência de mandato.

O texto também é assinado pelas deputadas Fernanda Melchionna (Psol-RS) e Luizianne Lins (Rede-CE).

Segundo o projeto, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) será responsável por regulamentar as diretrizes da lei.

O descumprimento das regras sujeitará os infratores a sanções administrativas. As instituições também poderão ser impedidas de participar de licitações e processos de aquisição de medicamentos pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

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Próximos passos
A proposta tem regime de urgência e, por isso, poderá ser votada diretamente no Plenário, sem passar antes pelas comissões da Câmara. O texto está apensado ao Projeto de Lei 7046/25, sobre o mesmo tema.

Para virar lei, o projeto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Da Reportagem/RM
Edição – Pierre Triboli

Fonte: Câmara dos Deputados

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