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POLITÍCA NACIONAL

Plenário deve votar autorizações de empréstimos para São Paulo nesta quinta

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O Plenário do Senado deve votar nesta quinta-feira (13) a autorização de três empréstimos para a cidade São Paulo. A sessão deliberativa extraordinária foi convocada pelo presidente da Casa, Davi Alcolumbre, para as 10h.

A pauta da sessão ainda não foi divulgada oficialmente, mas Davi anunciou na sessão desta quarta-feira (12) que os parlamentares devem votar os empréstimos para a capital paulista. Ele pediu autorização para o presidente da CAE, senador Renan Calheiros (MDB-AL), para que as mensagens presidenciais sobre as operações de crédito sejam levadas diretamente ao Plenário, sem passar pelo colegiado.

— Nós vamos recolher as assinaturas para trazer diretamente para o Plenário as mensagens — disse o presidente do Senado, após o aval de Renan Calheiros.

Na última terça-feira (11), o Plenário aprovou a contratação de empréstimos por outras unidades da Federação. Porém, as mensagens do Poder Executivo relativas aos empréstimos para a cidade de São Paulo ainda não haviam sido encaminhadas ao Senado.

Na tarde desta quarta, uma edição extra do Diário Oficial da União trouxe 16 mensagens presidenciais com pedidos para a autorização de empréstimos a diversos entes da Federação. Três delas tratam de São Paulo.

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A primeira (MSF 41/2026) prevê operação de crédito externo de US$ 205,3 milhões entre o município e o estado de São Paulo com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). O dinheiro deve ser aplicado no Programa de Reestruturação e Qualificação da Rede Hospitalar e de Atenção Especializada da cidade.

Outras duas mensagens tratam de empréstimos para o Programa de Redução da Emissão de Gases Poluentes por meio da Eletrificação da Frota de Ônibus. Um deles (MSF 39/2026), de US$ 248,3 milhões, deve ser firmado com o BID, e o outro (MSF 40/2026), também de US$ 248,3 milhões, com o Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento (Bird).

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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POLITÍCA NACIONAL

Estatuto do Aprendiz é retirado de pauta após acordo, informa Davi Alcolumbre

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O projeto de lei que cria o Estatuto do Aprendiz (PL 6.461/2019) seria votado pelo Senado nesta quarta-feira (12), mas acabou sendo retirado da pauta. O presidente da Casa, Davi Alcolumbre, informou que a decisão foi tomada após acordo entre os senadores.

O texto reorganiza as regras da aprendizagem profissional e transforma em lei regras que hoje estão espalhadas em decretos.

Ao explicar por que decidiu retirar a matéria da pauta, Davi disse que os senadores avaliaram que a aprovação do projeto — com a redação atual — traria problemas para algumas categorias profissionais e para as empresas.

— A unanimidade dos senadores é a favor da iniciativa, mas com algumas ressalvas em relação a algumas categorias e, inclusive, [itens do texto] que podem inviabilizar o cumprimento das exigências da lei. Houve então um acordo de procedimento, apoiado por todos os senadores e pela Presidência da Casa, para a retirada de pauta — declarou ele.

Entre os senadores que manifestaram apoio à decisão estava Esperidião Amin (PP-SC), que pediu a definição de um prazo para a votação da proposta. Davi respondeu que, se houver consenso, o texto pode entrar na pauta do próximo esforço concentrado, marcado para a semana que se inicia em 31 de agosto.

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Cotas

A atual redação do projeto prevê a obrigação de contratação de aprendizes por empresas, com um percentual de no mínimo 5% e de no máximo 15% dos trabalhadores. Para alguns estabelecimentos, a cota tem regras específicas (como é o caso das empresas de saúde e das prestadoras de serviços a terceiros).

De acordo com o texto, os estabelecimentos com menos de sete empregados poderão contratar um aprendiz de forma facultativa. A contratação também não será obrigatória no caso de microempresas; empresas de pequeno porte; órgãos e entidades da administração pública; empregador rural pessoa física; e empresas de teleatendimento ou telemarketing com pelo menos 40% dos empregados com até 24 anos; entre outras.

O autor da proposta é o deputado federal licenciado André de Paula (PSD-PE), que atualmente é ministro da Agricultura e Pecuária. O relator da matéria no Senado é Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB), que apresentou parecer favorável ao projeto.  

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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