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POLITÍCA NACIONAL

Comissão aprova projeto que condiciona desapropriação rural à Lei de Responsabilidade Fiscal

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A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei Complementar (PLP) 103/25, que condiciona a desapropriação de imóveis rurais para fins de reforma agrária ao cumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).

A proposta obriga o governo a apresentar:

  • estimativa de impacto orçamentário para os três exercícios seguintes; e
  • demonstração de compatibilidade com o Orçamento da União, o Plano Plurianual (PPA) e a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO).

Hoje, essas exigências valem apenas para a desapropriação de imóveis urbanos. A medida é necessária porque a desapropriação de imóvel envolve gastos com indenização do proprietário, que no caso de imóveis rurais é feita com títulos públicos e dinheiro.

Uniformidade
Os parlamentares acolheram a recomendação do relator, deputado Evair Vieira de Melo (PP-ES), pela aprovação do PLP 103/25, da deputada Daniela Reinehr (PL-SC). Segundo Melo, a proposta harmoniza o tratamento jurídico conferido às desapropriações urbanas e rurais.

“Trata-se, portanto, de um paralelo normativo coerente e necessário para assegurar uniformidade de tratamento quanto às distintas modalidades de desapropriação por interesse social previstas na Constituição”, disse o relator.

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Próximos passos
O projeto será analisado ainda pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ). Depois, seguirá para o Plenário. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Reportagem – Janary Júnior
Edição – Marcelo Oliveira

Fonte: Câmara dos Deputados

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POLITÍCA NACIONAL

Comissão aprova atendimento acessível a mulheres com deficiência vítimas de violência doméstica

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A Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 3728/21, que altera a Lei Maria da Penha para garantir atendimento acessível a mulheres com deficiência vítimas de violência doméstica e familiar.

A relatora, deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), recomendou a aprovação. “Trata-se de um aprimoramento legislativo com impacto potencialmente alto na efetividade, na dignidade do atendimento e na proteção de um público que enfrenta vulnerabilidades adicionais”, afirmou Laura Carneiro no parecer aprovado.

A proposta, de autoria da senadora Leila Barros (PDT-DF), define como acessível o atendimento inclusivo, seja presencial ou remoto, e prevê o uso da comunicação por Língua Brasileira de Sinais (Libras), braile ou qualquer tecnologia assistiva.

A iniciativa aprovada assegura ainda atendimento policial, judicial e pericial acessível – medida que se estenderá aos serviços de Defensoria Pública ou de Assistência Judiciária Gratuita.

Próximos passos
A proposta ainda será analisada, em caráter conclusivo, pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Se for aprovada pela Câmara sem alterações, seguirá para sanção do presidente da República.

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Da Reportagem/RM
Edição – Marcia Becker

Fonte: Câmara dos Deputados

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