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Câmara vota projetos sobre segurança pública toda semana, diz Hugo Motta

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POLITÍCA NACIONAL

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou na sessão do Plenário que a pauta de segurança pública é um tema recorrente. “Não vamos fazer ‘semana da segurança’ para votar projetos de segurança. Tenho trazido projetos de segurança semanalmente”, disse ele, em resposta a questionamentos sobre a votação de proposta para enquadrar facções criminosas como organizações terroristas, em meio à discussão sobre megaoperação no Rio de Janeiro contra o Comando Vermelho com mais de 60 mortos.

Motta afirmou que os acontecimentos desta terça-feira (28) no Rio de Janeiro são muito graves. “São as facções criminosas usando drones para atacar a polícia, demonstrando que estão muito organizadas. Do ponto de vista estrutural, as nossas polícias precisam de apoio e investimento para fazer combate ao crime de igual para igual, para podermos evitar que inocentes venham a perder suas vidas”, disse.

De acordo com o presidente, o “equilíbrio com agilidade” deve imperar na condução de propostas desse tema.

Antifacção
Segundo Motta, a Câmara está aguardando a chegada de projeto de lei do Poder Executivo que endurece as penas para organizações criminosas. O texto está em estudo no governo, foi anunciado pelo ministro da Justiça e da Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, e batizado pelo governo de Projeto de Lei Antifacção.

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Reportagem – Tiago Miranda
Edição – Wilson Silveira

Fonte: Câmara dos Deputados

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POLITÍCA NACIONAL

Presidentes da Câmara e do STF discutem medidas para reduzir a judicialização no país

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O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), e o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, reuniram-se nesta quinta-feira (28) para discutir medidas voltadas à redução da litigância excessiva, ao fortalecimento dos mecanismos consensuais de resolução de conflitos e à modernização do sistema de Justiça brasileiro. A reunião ocorreu na Residência Oficial da Presidência da Câmara.

Um dos pontos abortados foi o Projeto de Lei 223/23, que disciplina a remuneração de conciliadores e mediadores judiciais. A iniciativa integra o esforço institucional de construção de uma Justiça menos litigiosa, mais eficiente e orientada pela cultura do diálogo. A proposta fortalece os agentes responsáveis pela consolidação dos meios consensuais de solução de conflitos, reconhecidos como instrumentos essenciais para reduzir a excessiva judicialização no país.

Para Motta e Fachin, o projeto de lei, além de regulamentar aspectos remuneratórios, reafirma a compreensão de que a pacificação social constitui valor central da atividade jurisdicional. Na avaliação deles, o incentivo à mediação e à conciliação contribui para a redução do volume de processos e favorece soluções mais estáveis, além de preservar relações sociais, ampliar a confiança da população no sistema de Justiça e fortalecer a segurança jurídica.

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Os presidentes também reafirmaram o compromisso institucional com a modernização do Estado e com o aperfeiçoamento do Poder Judiciário, por meio da melhoria contínua dos mecanismos de acesso à Justiça e da construção de políticas públicas voltadas a uma prestação jurisdicional mais eficiente, acessível e adequada às necessidades da população brasileira.

Da Redação
Com informações do STF

Fonte: Câmara dos Deputados

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