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Verde Novo monta árvore de natal com mudas frutíferas e nativas no Fórum de Cuiabá

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MATO GROSSO

A árvore de natal do Verde Novo, do Juizado Volante Ambiental (Juvam) de Cuiabá, foi montada, na tarde de quarta-feira (07 de dezembro), no saguão principal do Fórum da Capital. Com estrutura de madeira, o símbolo de natal é montado com mudas de árvores nativas e frutíferas que podem ser retiradas por servidores e servidoras, pessoas do meio jurídico e público em geral que frequenta a unidade judicial.
 
A engenheira florestal do Juvam, Rosiani Carnaíba, disse que a equipe aproveitou o período natalino para fazer a árvore sustentável. Foram oferecidas 200 mudas de várias espécies, como, por exemplo, amora, caju, maracujá, jabuticaba, ipê roxo, pata de vaca e maracujá. Em menos de 30 minutos, mais da metade já havia sido distribuída.
 
A gestora-administrativa do Protocolo, Dinalva Teixeira Gouveia, aproveitou para pegar duas mudas, uma de jabuticaba e a outra de ipê. Disse que gosta de plantar, e, ao mesmo tempo, contribuir com a preservação ambiental. A servidora parabenizou a equipe do Juizado Ambiental pela iniciativa.
 
A empreendedora Elza dos Santos Fernandes, que participava como doceira de uma feira de gastronomia no Fórum ficou impressionada com a ação do Juvam. “Já cultivo árvores e ervas no quintal da minha casa, e não podia perder essa oportunidade. Estou vendendo meus doces saudáveis, e dei uma saidinha para buscar esse presente”, pontuou Elza Fernandes.
 
O Juvam, segundo Rosiani Carnaíba, vai montar a árvore em uma praça central da Capital, na quarta-feira (14 de dezembro).
 
Verde Novo – Um projeto do Poder Judiciário de Mato Grosso, idealizado pelo Juvam de Cuiabá, desenvolvido em cooperação técnica com o Município de Cuiabá e o Instituto Ação Verde e patrocinado pelo Grupo Petrópolis, responsável pela doação das mudas de árvores nativas e frutíferas. O projeto Verde Novo também conta com a parceria da TV Centro América e da Energisa, na divulgação.
 
 
#Paratodosverem
Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual.
Descrição de imagens: Foto 1 – imagem colorida em formato horizontal de servidoras do Fórum, com o papai noel e a engenheira do Juvam, com calça jeans e camiseta azul escura com detalhes em verde. 
 
Álvaro Marinho
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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MP MT

MP ajuíza medida para proteger criança contra exposição indevida

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A Promotoria de Justiça de Colniza (a 1.065 km de Cuiabá) ajuizou, nesta quarta-feira (12), uma medida de proteção em favor de uma criança residente no município que vem sendo exposta indevidamente nas redes sociais por meio da divulgação de vídeos contendo seu relato sobre supostos abusos sofridos. A atuação do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) foi motivada pela ampla circulação de gravações nas quais a vítima aparece narrando fatos que já são objeto de investigação criminal e de ação penal em tramitação no Poder Judiciário.Diante da repercussão do caso e da exposição da criança, o MPMT adotou providências para garantir a preservação de seus direitos fundamentais, especialmente a dignidade, a integridade psicológica, a privacidade e a proteção da imagem.Na ação, o Ministério Público requereu a adoção de medidas urgentes voltadas à proteção integral da vítima, entre elas a proibição de novas divulgações de fotos, vídeos ou relatos que possam possibilitar sua identificação, bem como a remoção imediata dos conteúdos já publicados em redes sociais e plataformas digitais. Também foi solicitado que o Conselho Tutelar realize diligências para avaliar as condições de proteção e cuidado oferecidas à criança no ambiente familiar.Além disso, o MPMT pediu o acompanhamento psicológico e assistencial da criança e de seus familiares, a realização de estudo psicossocial por equipe técnica do Poder Judiciário e, de forma excepcional, a possibilidade de acolhimento institucional caso seja constatada situação de risco grave ou insuficiência da rede familiar de proteção. As medidas têm como finalidade resguardar a integridade física, emocional e psicológica da vítima e evitar sua revitimização.De acordo com o promotor de Justiça Bruno Barros Pereira, é importante esclarecer que os fatos divulgados não se referem a uma denúncia recente. O caso teve início em 2023, quando a criança foi ouvida por meio do procedimento de escuta especializada. Em 2025, foi instaurado inquérito policial para apuração dos fatos, posteriormente concluído e encaminhado ao Ministério Público. Após a conclusão da investigação policial, em março de 2026, o MPMT ofereceu denúncia criminal, que foi recebida pela Justiça e segue em regular tramitação.“O Ministério Público entende que a divulgação pública de vídeos e relatos envolvendo crianças e adolescentes vítimas de violência pode causar revitimização e graves prejuízos emocionais, sobretudo quando expõe sua identidade e detalhes de situações traumáticas”, ressaltou o promotor de Justiça.

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Foto: Imagem ilustrativa | Magnific.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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