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Unemat é a única em MT a aprovar projeto em Edital do Ministério da Saúde

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MATO GROSSO

Projeto da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) é o único aprovado no Estado pelo Programa de Educação pelo Trabalho para a Saúde (PET-Saúde-Digital) do Ministério da Saúde. Foram contemplados 91 dos 256 projetos homologados. Mato Grosso homologou 3, dos 22 do Centro-Oeste. “Saúde Conectada: Acesso, Integralidade e Empoderamento Digital para Saúde” é o projeto aprovado da Unemat.

A comissão da Unemat, que será criada para atender as exigências previstas no Edital do Ministério da Saúde, divulgará em breve os editais internos para seleção de tutores, preceptores, orientadores de serviço e monitores para desenvolvimento do Saúde Conecta.

Institucionalizado na Unemat como um programa, o Saúde Conecta, deve receber cerca de 1,43 milhão de reais. O investimento federal projetado para o período de 24 meses é exclusivo às bolsas e dividido por categoria: Tutores docentes, Preceptores do SUS, Orientadores de serviço e Monitores de graduação. A estimativa tem por base os valores em real de referência do PET-Saúde: 2 mil/tutor, 1,2 mil/preceptor, 600/orientador e 400/monitor.

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De acordo com o professor do curso de Medicina da Unemat e coordenador geral do Programa Saúde Conectada, Gleber Nelson Marques, a iniciativa está ancorada no Programa SUS Digital e estruturada em cinco projetos interprofissionais.

O Saúde Conectada conta com os projetos Prática Esportiva Orientada, de manejo de condições crônicas com suporte digital a academias comunitárias; Ambulatório Virtual de Especialidades, de teleinterconsultas síncronas entre APS e especialistas; Teleoftalmologia e Urgência Ocular, de triagem remota e acompanhamento de saúde ocular; Governança e Maturidade em Saúde Digital, de aplicação do Índice Nacional de Maturidade em Saúde Digital (INMDES) e formação em letramento digital e, Saúde Digital para Pessoas Privadas de Liberdade, de expansão de teleconsultas em unidades penais.

Fonte: Governo MT – MT

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MP MT

Condenação por duplo homicídio qualificado e organização criminosa

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O Tribunal do Júri de Várzea Grande condenou, nesta quarta-feira (5), Gabriel Brites de Morais pelos crimes de participação em organização criminosa armada e pelo duplo homicídio triplamente qualificado de Lucas Mendonça Neves, de 17 anos, e Luiz Fernando Ribeiro Batista, de 29 anos. A pena fixada foi de 45 anos e 9 meses de reclusão, acolhendo integralmente os pedidos do Ministério Público. O crime ocorreu na noite de 27 de agosto de 2025, no interior de uma comunidade terapêutica localizada no bairro Treze de Setembro, em Várzea Grande. Segundo a acusação, o réu, agindo em concurso com outros criminosos, invadiu o local e executou as vítimas por elas integrarem uma facção rival. O homicídio foi praticado por motivo torpe, com emprego de meio cruel e mediante recurso que dificultou a reação defensiva das vítimas. Durante o julgamento, o Ministério Público demonstrou que a execução fazia parte da disputa entre facções criminosas pelo domínio territorial e do cumprimento de ordens da organização criminosa, reforçando que o assassinato representou um típico “tribunal do crime”, mecanismo utilizado para impor o terror e eliminar integrantes de grupos rivais. As investigações apontaram que homens armados invadiram a clínica de recuperação, renderam os internos e conduziram as vítimas para o quintal, onde efetuaram diversos disparos de arma de fogo. O caso teve grande repercussão em Mato Grosso em razão da violência empregada e da ligação direta com a guerra entre facções criminosas. Ao final da sessão, os jurados reconheceram a responsabilidade de Gabriel Brites de Morais por todos os crimes narrados na denúncia, acolhendo integralmente a pretensão da Promotoria de Justiça. Com a condenação, o Tribunal do Júri reafirmou a resposta da sociedade diante da escalada da violência promovida por organizações criminosas e da utilização de execuções como instrumento de controle e intimidação da população.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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