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Tribunal de Justiça de Mato Grosso realiza posse de 25 novos juízes substitutos nesta quarta-feira

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A posse dos juízes e juízas substitutos (as) do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, nomeados pela presidente, desembargadora Clarice Claudino da Silva, será realizada nesta quarta-feira (26 de julho), às 16h, no Plenário 1 do Palácio da Justiça, em Cuiabá.
 
Foram nomeados 25 novos candidatos aprovados no Concurso Público de Provas e Títulos para o Ingresso na Magistratura de Mato Grosso, um grande reforço para o interior do Estado, preenchendo o déficit de magistrados (as), já que agora, todos os postos de juízes (as) que estavam vagos no Primeiro Grau de Jurisdição ficam completos.
 
Inicialmente, a presidente autorizou a nomeação de 23 candidatos. Mas em razão da vacância de dois cargos abriu-se mais duas vagas.
 
A nomeação dos candidatos e candidatas segue a ordem de classificação do edital correspondente, já considerando a inclusão de candidatos negros, PCD, bem como os pedidos de reposicionamento de final de fila e as nomeações realizadas anteriormente.
 
Porta de entrada da população – Os juízes e juízas substitutos (as) irão dar reforço nas comarcas, que são a porta de entrada do Judiciário para atendimento do cidadão e cidadã. O objetivo é ofertar serviço célere, eficaz e eficiente, um dos compromissos firmados pela presidente Clarice Claudino para a Administração do biênio 2023/2024, que tem como uma das metas o fortalecimento do planejamento de Priorização do Primeiro Grau.
 
O certame – Mais de cinco mil pessoas realizaram a primeira fase do concurso (prova objetiva). Posteriormente ocorreram as provas discursivas e de sentença cível e criminal, até as avaliações orais, que tiveram início no dia 28 de junho de 2021 com candidatos divididos em 12 grupos para as provas orais, em virtude do elevado número de inscritos (as). Foram 12 dias de arguições ao longo de 12 semanas, que marcaram a quarta e penúltima etapa do concurso.
 
Depois foi realizada avaliação dos candidatos inscritos nas vagas reservadas aos candidatos negros, que se autodeclararam pretos ou pardos e, por fim, a análise de títulos.
 
A posse será transmitida pelo canal oficial do Youtube do TJMT.
 
Confira os nomes dos juízes e juízas que tomarão posse nesta quarta-feira:
 
Leonardo Lucio Santos
 
Humberto Resende Costa
 
Hanthonny Gregory Berlanda
 
Luciana Sittinieri Leon
 
Marcelo Ferreira Botelho
 
Ricardo Garcia Maziero
 
Fabricio Savazzi Bertoncini
 
Luiz Guilherme Carvalho Guimaraes
 
Romeu da Cunha Gomes
 
Tatiana dos Santos Batista
 
Fernando Akio Maeda
 
Laio Portes Sthel
 
Matheus de Miranda Medeiros
 
Patricia Bedin
 
Tais Pinto da Rosa
 
Tabatha Tosetto
 
Alanna do Carmo Sankio
 
Rafaella Karlla de Oliveira Barbosa
 
Gezicler Luiza Sossanovicz Artilheiro
 
Louisa Rachel Medeiros Florentino Imperador
 
Caio Almeida Neves Martins
 
Marina Fernandes de Carvalho
 
Vinicius Paiva Galhardo
 
Michele Cristina Ribeiro de Oliveira
 
Silvana Fleury Curado
 
Dani Cunha
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Polícia Civil cumpre 21 mandados contra grupo suspeito de golpes e lavagem de dinheiro

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta quarta-feira (6.5), a Operação Janus, com o objetivo de desarticular um grupo criminoso estruturado para a prática de crimes de estelionato, integração a organização criminosa e lavagem de capitais.

Na operação, são cumpridos 21 mandados de busca e apreensão e o bloqueio de contas bancárias de 21 suspeitos, além de ter sido decretada a indisponibilidade de valores até o limite de R$ 160 mil, com o fim de assegurar a recuperação dos ativos ilícitos e o ressarcimento dos prejuízos causados às vítimas.

As ordens judiciais foram deferidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo de Garantias de Cuiabá, com base em investigação conduzida pela Delegacia Especializada de Estelionato de Cuiabá, que evidenciou a atuação coordenada e reiterada do grupo criminoso.

Os mandados são cumpridos nas cidades de Cuiabá, Várzea Grande e Santo Antônio do Leverger, além de cidades dos Estados de Minas Gerais e do Acre.

Modo de atuação

De acordo com as investigações, no mês de janeiro de 2024, duas vítimas foram alvos do denominado “golpe do terceiro intermediário”, modalidade de fraude caracterizada pela intermediação enganosa entre comprador e vendedor de veículo. Os golpistas simulam negociações legítimas para induzir as partes ao erro e obter vantagem ilícita.

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No curso das diligências, foi possível identificar o principal articulador do esquema criminoso, responsável pela criação de perfis falsos em redes sociais e pela coordenação das transações fraudulentas.

Os demais investigados atuavam como titulares de contas bancárias utilizadas para o recebimento dos valores ilícitos, ou como operadores na cadeia de lavagem de capitais. Ao todo, apurou-se a movimentação de aproximadamente R$ 160 mil, quantia subtraída das vítimas.

Lavagem de dinheiro

As investigações também revelaram que o grupo operava uma estrutura sofisticada de lavagem de dinheiro, utilizando múltiplas contas bancárias distribuídas em diversos estados do país, incluindo Mato Grosso, Minas Gerais, Acre, Rondônia e Rio de Janeiro.

Os valores eram submetidos a um processo de triangulação financeira, por meio de transferências sequenciais e fracionadas, com o objetivo de dificultar o rastreamento e a identificação da origem ilícita dos recursos.

O delegado Bruno Palmiro, responsável pelas investigações, destaca que a Operação Janus representa mais uma ação estratégica no enfrentamento qualificado aos crimes patrimoniais e financeiros.

“Especialmente aqueles praticados por meio de fraudes eletrônicas e estruturas organizadas, reafirmando o compromisso da Polícia Civil com a repressão à criminalidade complexa e a proteção do patrimônio da sociedade”, disse o delegado.

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Operação Janus

O nome da operação, “Janus”, faz referência a Jano, tradicionalmente representado com duas faces, e remete ao modus operandi do golpe do terceiro intermediário, no qual o fraudador se apresenta de forma distinta para cada uma das vítimas, conseguindo enganar tanto o vendedor quanto o comprador do veículo, manipulando informações e conduzindo a negociação de maneira fraudulenta.

Fonte: Governo MT – MT

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