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Setasc realiza capacitação sobre acompanhamento de contemplados no SER Família

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MATO GROSSO

A Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc), está realizando desde quinta-feira (01.06) capacitação direcionada aos gestores e técnicos de referência que atuam no projeto SER Família com acompanhamento aos contemplados. Com o tema “Instrumentos de Acompanhamento do Programa SER Família”, a capacitação abrange os 141 municípios. O programa foi idealizado pela primeira-dama do Estado, Virginia Mendes, voluntária na Unidade de Ações Sociais e Apoio às Famílias (Unaf).

A capacitação, realizada pela Secretaria Adjunta de Programas e Projetos Especiais e Atenção à Família (Sappeaf) em parceria com a Secretaria Adjunta de Assistência Social (Saas), é ofertada na modalidade virtual e em quatro blocos, e segue até esta sexta-feira (02.06).

De acordo com a secretária adjunta da Sappeaf, Juliane Maciel, a capacitação é para que os técnicos recebam orientações sobre as ferramentas a serem usadas para realizar o acompanhamento familiar dos contemplados pelo Programa SER Família.

“São questionários que os profissionais irão preencher com as informações das famílias e nos enviarão, para saber se os beneficiários estão deixando a condicionalidade de vulnerabilidade social. Então é necessário fornecer essas ferramentas para que os municípios acompanhem as famílias”, afirmou a secretária adjunta Juliane.

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A capacitação é ministrada pela coordenadora de Implementação de Acompanhamento, Miranir Oliveira, que ressalta o acompanhamento como um “termômetro” do desenvolvimento familiar.

“Essa capacitação também é uma forma de acompanhar o Programa SER Família nos municípios, porque os questionários são instrumentos que auxiliarão em saber se o programa está sendo efetivo na vida dessas pessoas. Além disso, os relatórios elaborados darão direcionamento aos municípios em diversas áreas, como por exemplo, na saúde e segurança pública”, pontuou.

Fonte: Governo MT – MT

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MP MT

MP ajuíza medida para proteger criança contra exposição indevida

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A Promotoria de Justiça de Colniza (a 1.065 km de Cuiabá) ajuizou, nesta quarta-feira (12), uma medida de proteção em favor de uma criança residente no município que vem sendo exposta indevidamente nas redes sociais por meio da divulgação de vídeos contendo seu relato sobre supostos abusos sofridos. A atuação do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) foi motivada pela ampla circulação de gravações nas quais a vítima aparece narrando fatos que já são objeto de investigação criminal e de ação penal em tramitação no Poder Judiciário.Diante da repercussão do caso e da exposição da criança, o MPMT adotou providências para garantir a preservação de seus direitos fundamentais, especialmente a dignidade, a integridade psicológica, a privacidade e a proteção da imagem.Na ação, o Ministério Público requereu a adoção de medidas urgentes voltadas à proteção integral da vítima, entre elas a proibição de novas divulgações de fotos, vídeos ou relatos que possam possibilitar sua identificação, bem como a remoção imediata dos conteúdos já publicados em redes sociais e plataformas digitais. Também foi solicitado que o Conselho Tutelar realize diligências para avaliar as condições de proteção e cuidado oferecidas à criança no ambiente familiar.Além disso, o MPMT pediu o acompanhamento psicológico e assistencial da criança e de seus familiares, a realização de estudo psicossocial por equipe técnica do Poder Judiciário e, de forma excepcional, a possibilidade de acolhimento institucional caso seja constatada situação de risco grave ou insuficiência da rede familiar de proteção. As medidas têm como finalidade resguardar a integridade física, emocional e psicológica da vítima e evitar sua revitimização.De acordo com o promotor de Justiça Bruno Barros Pereira, é importante esclarecer que os fatos divulgados não se referem a uma denúncia recente. O caso teve início em 2023, quando a criança foi ouvida por meio do procedimento de escuta especializada. Em 2025, foi instaurado inquérito policial para apuração dos fatos, posteriormente concluído e encaminhado ao Ministério Público. Após a conclusão da investigação policial, em março de 2026, o MPMT ofereceu denúncia criminal, que foi recebida pela Justiça e segue em regular tramitação.“O Ministério Público entende que a divulgação pública de vídeos e relatos envolvendo crianças e adolescentes vítimas de violência pode causar revitimização e graves prejuízos emocionais, sobretudo quando expõe sua identidade e detalhes de situações traumáticas”, ressaltou o promotor de Justiça.

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Foto: Imagem ilustrativa | Magnific.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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