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Seplag promove ações em referência ao Outubro Rosa

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Três atividades, envolvendo diretamente os servidores públicos estaduais, estão definidas para este mês, dentro do projeto Outubro Movimente, promovido pela Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag), por meio dos comitês de Saúde e Segurança no Trabalho e da Secretaria Adjunta de Políticas Públicas, em uma parceria com Mato Grosso Saúde.

No dia 17, às 14 horas, dentro da Campanha Outubro Rosa, haverá um bate-papo online sobre combate e prevenção ao câncer de mama, com a médica oncologista Carla Nakata, cuja temática será “Prevenção do Câncer de Mama e Exercício Físico”. A live será transmitida pelo YouTube nos canais da Seplag-MT e do Mato Grosso Saúde.

Para o dia 20, pela programação do Outubro Movimente será realizado o Torneio de Vôlei. Já no dia 24, está prevista a Corrida no Parque das Águas. Aos interessados em se inscrever, basta clicar AQUI.

O projeto Outubro Movimente é promovido pela Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag), e sua atividades visam o incentivo ao desenvolvimento de competências relacionadas ao intraempreendedorismo e soluções inovadoras, além de ações que contribuam para a promoção da saúde e bem-estar dos servidores.

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Segundo dados do Instituto Nacional do Câncer (INCA), informação, atividades físicas e hábitos saudáveis regulares são importantes aliados na luta contra o câncer de mama.

Um dos principais objetivos destas ações é a prevenção e o diagnóstico precoce, que aumenta consideravelmente as chances de cura da doença. O autoexame é importante e precisa ser feito, porém, é através da mamografia que os menores tumores, quando ainda possuem apenas milímetros, podem ser detectados. 

Fonte: GOV MT

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MP MT

Justiça determina regularização do Aeroporto Municipal de Juína

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A Justiça acolheu o pedido de tutela provisória de urgência formulado pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) em ação civil pública ajuizada contra o Município de Juína para promover a regularização físico-operacional e administrativa do Aeroporto Municipal. A decisão foi proferida pela juíza substituta Gabriella Andressa Moreira Dias de Oliveira e reconhece a necessidade de adoção de providências imediatas para garantir maior controle administrativo, preservação patrimonial e avaliação técnica das condições do aeródromo. A ação foi proposta pela 1ª Promotoria de Justiça Cível de Juína, por meio do promotor de Justiça Dannilo Preti Vieira, após a instauração de inquérito civil, que apurou uma série de irregularidades relacionadas à infraestrutura, acessibilidade, segurança operacional, conservação, controle de acesso, organização administrativa e utilização patrimonial do aeroporto.Durante as investigações, o Ministério Público reuniu informações da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e do Relatório Técnico nº 735/2026, elaborado pelo Centro de Apoio Técnico à Execução (CAEx/MPMT), que apontou problemas como ausência de rota acessível contínua entre estacionamento, terminal e área de embarque, inexistência de sanitários adaptados, deterioração de estruturas, falhas no cercamento e no controle de acesso, além da falta de mecanismos adequados para registro das operações e formalização da ocupação das áreas aeroportuárias.Conforme destacado na ação, também foram identificadas deficiências na gestão patrimonial do aeroporto, sem comprovação da existência de sistema confiável para controle das operações particulares, identificação dos ocupantes dos hangares e formalização jurídica da utilização das áreas públicas. O Ministério Público defendeu que essas situações comprometem a segurança, a transparência administrativa e a adequada conservação do patrimônio público. Na decisão, a magistrada considerou presentes os requisitos para a concessão parcial da tutela de urgência, especialmente diante da necessidade de preservação do patrimônio público, da organização administrativa do serviço e da obtenção de um diagnóstico técnico atualizado sobre as condições do aeroporto.Entre as determinações impostas ao Município de Juína está a proibição de autorizar novas ocupações exclusivas, renovar ocupações informais ou ceder gratuitamente hangares, pátios, salas, terminais ou outras áreas do aeroporto a pessoas físicas ou jurídicas privadas, salvo hipóteses legalmente autorizadas. Também foi determinada a preservação integral de todos os documentos e registros relacionados às operações aeroportuárias e à utilização das áreas do aeródromo. A Justiça ainda determinou que, no prazo de 30 dias, o município apresente a estrutura administrativa responsável pela gestão do aeroporto, identificando os responsáveis pelas áreas operacional, manutenção, emergência, segurança, meio ambiente, acessibilidade e gestão patrimonial, além de informar como é realizado o controle das operações.No prazo de 60 dias, deverá ser apresentado inventário preliminar dos hangares e demais áreas ocupadas, contendo informações sobre usuários, aeronaves, instrumentos de ocupação, pagamentos eventualmente realizados e despesas relacionadas ao consumo de água e energia.Já em até 90 dias, o Município deverá entregar avaliação técnica atualizada das condições do terminal de passageiros, das instalações elétricas e sanitárias, da estrutura do reservatório de água, dos sistemas de proteção contra incêndio e descargas atmosféricas, do cercamento, do controle de acesso, da acessibilidade e da drenagem, com identificação dos riscos existentes e indicação das providências consideradas necessárias pelos profissionais responsáveis.Outra medida determinada pela Justiça é a comunicação ao juízo, em até 10 dias após sua realização, dos resultados da visita técnica prevista para setembro no âmbito do Programa AmpliAR, acompanhada dos relatórios e documentos produzidos durante a atividade.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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