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Sema abre inscrições para novos integrantes de comitês de bacias hidrográficas em Mato Grosso

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MATO GROSSO

A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) abriu as inscrições para novos integrantes de dois Comitês de Bacias Hidrográficas (CBH) em Mato Grosso. Os interessados em participar do CBH do Alto Paraguai Superior têm até 14 de abril para se inscrever. Já para o CBH do Rio Sepotuba, o prazo se encerra até 15 de abril.

Podem se candidatar representantes do poder público, sociedade civil, Organizações Não Governamentais (ONGs), Organizações da Sociedade Civil (OSCs), usuários de água, comunidades indígenas e instituições de ensino e pesquisa públicas ou privadas.

Os Comitês de Bacias Hidrográficas desempenham papel fundamental na gestão dos recursos hídricos. Além de promover o diálogo e propor debates, também atuam na mediação de conflitos relacionados ao uso da água em primeira instância.

É de responsabilidade dos comitês colaborar com a utilização sustentável da água, além de propor medidas que visem conservar o recurso. Todas as reuniões ordinárias dos Comitês são abertas para participação da sociedade interessada.

Inscrições

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As instituições interessadas em integrar o Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Sepotuba podem realizar as inscrições através do e-mail ([email protected]), enquanto para o Comitê da Bacia Hidrográfica do Alto Paraguai Superior o e-mail é ([email protected]).

O edital foi publicado no Diário Oficial – clique aqui para acessar.

*Com supervisão de Renata Prata

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Polícia Civil cumpre 21 mandados contra grupo suspeito de golpes e lavagem de dinheiro

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta quarta-feira (6.5), a Operação Janus, com o objetivo de desarticular um grupo criminoso estruturado para a prática de crimes de estelionato, integração a organização criminosa e lavagem de capitais.

Na operação, são cumpridos 21 mandados de busca e apreensão e o bloqueio de contas bancárias de 21 suspeitos, além de ter sido decretada a indisponibilidade de valores até o limite de R$ 160 mil, com o fim de assegurar a recuperação dos ativos ilícitos e o ressarcimento dos prejuízos causados às vítimas.

As ordens judiciais foram deferidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo de Garantias de Cuiabá, com base em investigação conduzida pela Delegacia Especializada de Estelionato de Cuiabá, que evidenciou a atuação coordenada e reiterada do grupo criminoso.

Os mandados são cumpridos nas cidades de Cuiabá, Várzea Grande e Santo Antônio do Leverger, além de cidades dos Estados de Minas Gerais e do Acre.

Modo de atuação

De acordo com as investigações, no mês de janeiro de 2024, duas vítimas foram alvos do denominado “golpe do terceiro intermediário”, modalidade de fraude caracterizada pela intermediação enganosa entre comprador e vendedor de veículo. Os golpistas simulam negociações legítimas para induzir as partes ao erro e obter vantagem ilícita.

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No curso das diligências, foi possível identificar o principal articulador do esquema criminoso, responsável pela criação de perfis falsos em redes sociais e pela coordenação das transações fraudulentas.

Os demais investigados atuavam como titulares de contas bancárias utilizadas para o recebimento dos valores ilícitos, ou como operadores na cadeia de lavagem de capitais. Ao todo, apurou-se a movimentação de aproximadamente R$ 160 mil, quantia subtraída das vítimas.

Lavagem de dinheiro

As investigações também revelaram que o grupo operava uma estrutura sofisticada de lavagem de dinheiro, utilizando múltiplas contas bancárias distribuídas em diversos estados do país, incluindo Mato Grosso, Minas Gerais, Acre, Rondônia e Rio de Janeiro.

Os valores eram submetidos a um processo de triangulação financeira, por meio de transferências sequenciais e fracionadas, com o objetivo de dificultar o rastreamento e a identificação da origem ilícita dos recursos.

O delegado Bruno Palmiro, responsável pelas investigações, destaca que a Operação Janus representa mais uma ação estratégica no enfrentamento qualificado aos crimes patrimoniais e financeiros.

“Especialmente aqueles praticados por meio de fraudes eletrônicas e estruturas organizadas, reafirmando o compromisso da Polícia Civil com a repressão à criminalidade complexa e a proteção do patrimônio da sociedade”, disse o delegado.

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Operação Janus

O nome da operação, “Janus”, faz referência a Jano, tradicionalmente representado com duas faces, e remete ao modus operandi do golpe do terceiro intermediário, no qual o fraudador se apresenta de forma distinta para cada uma das vítimas, conseguindo enganar tanto o vendedor quanto o comprador do veículo, manipulando informações e conduzindo a negociação de maneira fraudulenta.

Fonte: Governo MT – MT

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