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Seduc abre inscrições para primeira edição dos Jogos Olímpicos da Rede Estadual de Ensino

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A Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT) abriu, nesta segunda-feira (1º.09), as inscrições do 1º Jogos Olímpicos da Rede Estadual de Ensino. Serão três colocados em cada modalidade com premiações de R$ 5 mil, R$ 10 mil e uma viagem nacional de experiência esportiva e cultural de três dias, com todas as despesas pagas. As inscrições devem ser realizadas até o dia 5 de setembro.

Os estudantes poderão participar de 11 modalidades, são elas: Futsal, Vôlei de quadra, Vôlei de areia, Natação, Tênis de mesa, Judô, Badminton, Basquete, Xadrez, Futmesa e Handebol.

Os jogos serão divididos em três fases, sendo elas etapa municipal, onde as escolas se enfrentam entre si dentro do próprio município; etapa regional, em que os classificados competirão para a fase final; e por fim, a etapa estadual, que será a fase final de disputa do título de 1º, 2º e 3º lugar.

Poderão participar somente estudantes regularmente matriculados na rede estadual de Mato Grosso, dentro da faixa etária para a modalidade selecionada. Cada estudante só poderá se inscrever para uma modalidade. Para se inscrever, clique aqui.

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A direção da escola, em conjunto com um representante, são os responsáveis por organizar os competidores cada um em sua modalidade e formar adequadamente as equipes.

As inscrições são realizadas por escolas. Portanto, cada unidade escolar poderá se inscrever em quantas modalidades quiser, bem como as categorias.

Para participar, é obrigatório cada estudante apresentar exame de aptidão física, emitido por médico habilitado, com validade máxima de 90 dias. A apresentação do documento é obrigatória no ato da inscrição, sendo de responsabilidade da escola e da família do estudante.

Para mais detalhes, clique no edital em anexo.

Fonte: Governo MT – MT

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Com apoio da Fapemat, pesquisadores desenvolvem fertilizante sustentável a partir de cinza vegetal em Rondonópolis

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Um resíduo que antes representava um desafio ambiental pode se tornar uma importante solução para a agricultura sustentável. Com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Mato Grosso (Fapemat), pesquisadores da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR) estão desenvolvendo fertilizantes organominerais produzidos a partir de cinzas de biomassa vegetal, material gerado principalmente pela queima de madeira em atividades agroindustriais.

A iniciativa busca dar uma nova destinação a um passivo ambiental abundante na região, transformando-o em um produto capaz de melhorar a fertilidade do solo, aumentar a eficiência da adubação e reduzir a dependência de fertilizantes minerais convencionais.

Os fertilizantes estão sendo desenvolvidos nas formas granulada e peletizada, formatos que facilitam o armazenamento, o transporte e a aplicação no campo. Além disso, os estudos apontam que os organominerais proporcionam liberação gradual dos nutrientes, favorecendo o aproveitamento pelas plantas e contribuindo para sistemas produtivos mais eficientes e sustentáveis.

A pesquisa é coordenada pela professora doutora Edna Maria Bonfim, da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR), e integra os projetos “Construção e regulagem de um granulador de disco rotativo na produção de organomineral com cinza vegetal como matéria-prima” e “Tecnologia e processos de produção de fertilizantes organominerais utilizando cinza vegetal como matéria-prima”, ambos financiados pelo Governo de Mato Grosso, por meio da Fapemat, e com parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

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Segundo a pesquisadora, o principal objetivo é unir inovação tecnológica, sustentabilidade e desenvolvimento regional.

“Estamos transformando um resíduo agroindustrial em um insumo agrícola de valor agregado. É uma proposta alinhada aos princípios da economia circular, que amplia o acesso a fertilizantes mais sustentáveis e pode beneficiar especialmente os agricultores familiares da região”, destaca Edna Bonfim.

Mais de uma década de pesquisas

A trajetória dessa linha de investigação começou em 2009, por meio do Grupo de Práticas em Água e Solo (GPAS), que desenvolve estudos voltados à recuperação de áreas degradadas e à melhoria da qualidade dos solos.

Ao longo dos anos, os pesquisadores identificaram que a cinza vegetal possui potencial para fornecer nutrientes essenciais às plantas, melhorar características químicas do solo e contribuir para o manejo de nematoides. Os resultados já demonstraram benefícios em diversas culturas agrícolas, incluindo feijão, milho, rúcula, melão e flores ornamentais.

Além dos ganhos agronômicos, os estudos apontam redução na necessidade de fertilizantes minerais tradicionais, diminuindo custos de produção e tornando os sistemas agrícolas mais resilientes.

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Benefícios ambientais e econômicos

O aproveitamento da cinza vegetal também representa uma alternativa ambientalmente responsável para um resíduo gerado em grande escala por atividades agroindustriais. Ao ser incorporado à produção de fertilizantes, esse material deixa de representar um potencial risco de contaminação e passa a integrar uma cadeia produtiva de valor.

A tecnologia desenvolvida pelos pesquisadores contribui para a redução do desperdício de recursos, fortalece a economia circular e cria oportunidades para o desenvolvimento de soluções adaptadas às condições produtivas de Mato Grosso.

Reconhecimento científico

De acordo com a coordenadora do projeto, “a relevância dos resultados alcançados já vem sendo reconhecida pela comunidade científica nacional e internacional. As pesquisas geraram publicações em periódicos de elevado impacto, ampliando a visibilidade dos estudos desenvolvidos em Mato Grosso e consolidando o estado como referência em inovação voltada ao reaproveitamento de resíduos e à produção de fertilizantes sustentáveis”.

Fonte: Governo MT – MT

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