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Sedec busca fortalecimento da agroindústria de Mato Grosso em visita à Argentina

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MATO GROSSO


Uma comitiva da Secretaria de Desenvolvimento Econômico de Mato Grosso conheceu a sede do Instituto Nacional de Tecnologia Industrial (INTI) em Buenos Aires, nesta segunda-feira (28.03). O órgão argentino é vinculado ao Ministério de Desenvolvimento Produtivo. A visita técnica tem como intuito fortalecer a agroindústria do Estado, por meio do intercâmbio de informações voltados ao setor.

O Instituto promove pesquisas e fornece tecnologia direcionadas à evolução do agronegócio, indústria, automação, biotecnologia, energia renovável, eletrônica, madeira, construção e infraestrutura, mecânica e logística, certificação de produtos, processos e pessoas. Bem como, metrologia e qualidade.

De acordo com o secretário Adjunto de Investimentos, Inovação e Sustentabilidade da Sedec, Anderson Lombardi, o objetivo é estimular a produção industrial mato-grossense trazendo as experiências positivas argentinas para o Estado.

“Mato Grosso já tem expertise de produção agrícola, agora queremos ampliar nossa agroindústria por meio dos cases de sucesso que serão customizados a nossa realidade. E o Instituto é uma referência de acompanhamento da produção nacional, de inovação e desenvolvimento para exportação, em soluções tecnológicas e em competitividade industrial”, ressalta Lombardi.

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O secretário relata ainda que as iniciativas servirão de parâmetro para a criação de novas políticas estaduais que vão favorecer as cadeias produtivas ligadas ao setor.

Nos próximos dias, a equipe da Sedec também fará o Circuito de Maní (Amendoim) em Río Cuarto, onde será acompanhado o plantio e colheita da oleoginosa e em seguida serão feitas visitas às indústrias beneficiadoras na província de Córdoba.  

Fonte: GOV MT

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MP MT

MP ajuíza medida para proteger criança contra exposição indevida

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A Promotoria de Justiça de Colniza (a 1.065 km de Cuiabá) ajuizou, nesta quarta-feira (12), uma medida de proteção em favor de uma criança residente no município que vem sendo exposta indevidamente nas redes sociais por meio da divulgação de vídeos contendo seu relato sobre supostos abusos sofridos. A atuação do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) foi motivada pela ampla circulação de gravações nas quais a vítima aparece narrando fatos que já são objeto de investigação criminal e de ação penal em tramitação no Poder Judiciário.Diante da repercussão do caso e da exposição da criança, o MPMT adotou providências para garantir a preservação de seus direitos fundamentais, especialmente a dignidade, a integridade psicológica, a privacidade e a proteção da imagem.Na ação, o Ministério Público requereu a adoção de medidas urgentes voltadas à proteção integral da vítima, entre elas a proibição de novas divulgações de fotos, vídeos ou relatos que possam possibilitar sua identificação, bem como a remoção imediata dos conteúdos já publicados em redes sociais e plataformas digitais. Também foi solicitado que o Conselho Tutelar realize diligências para avaliar as condições de proteção e cuidado oferecidas à criança no ambiente familiar.Além disso, o MPMT pediu o acompanhamento psicológico e assistencial da criança e de seus familiares, a realização de estudo psicossocial por equipe técnica do Poder Judiciário e, de forma excepcional, a possibilidade de acolhimento institucional caso seja constatada situação de risco grave ou insuficiência da rede familiar de proteção. As medidas têm como finalidade resguardar a integridade física, emocional e psicológica da vítima e evitar sua revitimização.De acordo com o promotor de Justiça Bruno Barros Pereira, é importante esclarecer que os fatos divulgados não se referem a uma denúncia recente. O caso teve início em 2023, quando a criança foi ouvida por meio do procedimento de escuta especializada. Em 2025, foi instaurado inquérito policial para apuração dos fatos, posteriormente concluído e encaminhado ao Ministério Público. Após a conclusão da investigação policial, em março de 2026, o MPMT ofereceu denúncia criminal, que foi recebida pela Justiça e segue em regular tramitação.“O Ministério Público entende que a divulgação pública de vídeos e relatos envolvendo crianças e adolescentes vítimas de violência pode causar revitimização e graves prejuízos emocionais, sobretudo quando expõe sua identidade e detalhes de situações traumáticas”, ressaltou o promotor de Justiça.

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Foto: Imagem ilustrativa | Magnific.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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