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Rede Estadual de MT encerra ano letivo de 2025 com reuniões de Conselhos de Classe e férias escolares

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MATO GROSSO

O calendário escolar da Rede Estadual entra, nesta semana, em uma sequência de três momentos que marcam o fechamento do ano letivo de 2025 e a preparação para o início das aulas em 2026: Conselhos de Classe, férias escolares e Semana Pedagógica.

Nesta segunda-feira (15), as 628 escolas da rede realizam as reuniões dos Conselhos de Classe, com a participação de professores, coordenadores pedagógicos, diretores, secretários escolares e representantes dos grêmios estudantis, com o objetivo de avaliar o ano letivo e reforçar as metas do próximo ano.

Com essa etapa concluída, o calendário avança para o segundo marco: as férias escolares. A partir de sexta-feira (19), os estudantes entram em recesso, com retorno às aulas marcado para o dia 2 de fevereiro de 2026.

Enquanto os alunos descansam, a rede inicia o terceiro momento de preparação para o novo ano letivo: a Semana Pedagógica, programada para ocorrer de 19 a 30 de janeiro de 2026, em Cuiabá.

O evento reúne diretores das unidades escolares, coordenadores pedagógicos, diretorias regionais de educação e equipes do Órgão Central da Secretaria de Estado de Educação (Seduc).

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A Semana Pedagógica tem como objetivo explorar estratégias, compartilhar práticas e fortalecer a liderança educacional, criando um espaço de alinhamento e planejamento para as ações do ano seguinte.

Com Conselhos de Classe, férias e Semana Pedagógica, a Rede Estadual conclui o ano letivo com a consolidação dos resultados e inicia o ano de 2026 com foco no planejamento e no fortalecimento da gestão pedagógica, garantindo organização e continuidade no processo de ensino e aprendizagem.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Polícia Civil cumpre 21 mandados contra grupo suspeito de golpes e lavagem de dinheiro

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta quarta-feira (6.5), a Operação Janus, com o objetivo de desarticular um grupo criminoso estruturado para a prática de crimes de estelionato, integração a organização criminosa e lavagem de capitais.

Na operação, são cumpridos 21 mandados de busca e apreensão e o bloqueio de contas bancárias de 21 suspeitos, além de ter sido decretada a indisponibilidade de valores até o limite de R$ 160 mil, com o fim de assegurar a recuperação dos ativos ilícitos e o ressarcimento dos prejuízos causados às vítimas.

As ordens judiciais foram deferidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo de Garantias de Cuiabá, com base em investigação conduzida pela Delegacia Especializada de Estelionato de Cuiabá, que evidenciou a atuação coordenada e reiterada do grupo criminoso.

Os mandados são cumpridos nas cidades de Cuiabá, Várzea Grande e Santo Antônio do Leverger, além de cidades dos Estados de Minas Gerais e do Acre.

Modo de atuação

De acordo com as investigações, no mês de janeiro de 2024, duas vítimas foram alvos do denominado “golpe do terceiro intermediário”, modalidade de fraude caracterizada pela intermediação enganosa entre comprador e vendedor de veículo. Os golpistas simulam negociações legítimas para induzir as partes ao erro e obter vantagem ilícita.

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No curso das diligências, foi possível identificar o principal articulador do esquema criminoso, responsável pela criação de perfis falsos em redes sociais e pela coordenação das transações fraudulentas.

Os demais investigados atuavam como titulares de contas bancárias utilizadas para o recebimento dos valores ilícitos, ou como operadores na cadeia de lavagem de capitais. Ao todo, apurou-se a movimentação de aproximadamente R$ 160 mil, quantia subtraída das vítimas.

Lavagem de dinheiro

As investigações também revelaram que o grupo operava uma estrutura sofisticada de lavagem de dinheiro, utilizando múltiplas contas bancárias distribuídas em diversos estados do país, incluindo Mato Grosso, Minas Gerais, Acre, Rondônia e Rio de Janeiro.

Os valores eram submetidos a um processo de triangulação financeira, por meio de transferências sequenciais e fracionadas, com o objetivo de dificultar o rastreamento e a identificação da origem ilícita dos recursos.

O delegado Bruno Palmiro, responsável pelas investigações, destaca que a Operação Janus representa mais uma ação estratégica no enfrentamento qualificado aos crimes patrimoniais e financeiros.

“Especialmente aqueles praticados por meio de fraudes eletrônicas e estruturas organizadas, reafirmando o compromisso da Polícia Civil com a repressão à criminalidade complexa e a proteção do patrimônio da sociedade”, disse o delegado.

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Operação Janus

O nome da operação, “Janus”, faz referência a Jano, tradicionalmente representado com duas faces, e remete ao modus operandi do golpe do terceiro intermediário, no qual o fraudador se apresenta de forma distinta para cada uma das vítimas, conseguindo enganar tanto o vendedor quanto o comprador do veículo, manipulando informações e conduzindo a negociação de maneira fraudulenta.

Fonte: Governo MT – MT

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