CUIABÁ
Search
Close this search box.

MATO GROSSO

Politec identifica corpo de caminhoneiro que estava desaparecido desde fevereiro

Publicado em

MATO GROSSO

Papiloscopistas da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) confirmaram que um corpo encontrado em avançado estado de decomposição sob uma ponte no município de Pedra Preta no dia 08 de março é de um motorista de carreta que estava desaparecido desde o final de fevereiro, identificado como Antonio Marcos Alves, de 52 anos.

Segundo a Polícia Civil, a vítima saiu da cidade de Comodoro para transportar um carregamento de fertilizantes em Rondonópolis, sendo roubado em seguida.

Devido ao avançado estado de decomposição do corpo, este foi encaminhado para análise antropológica na capital para a identificação necropapiloscópica e investigação da causa da morte.

O trabalho foi feito em conjunto entre papiloscopistas de Rondonópolis e de Cuiabá. Conforme a papiloscopista Simone Delgado, as fases da coleta e confronto das impressões digitais foram desafiadoras, pois uma das falanges em que havia tecido estava muito frágil. “A troca de experiências com a papiloscopista policial Tatiana Ferreira do Instituto de Identificação de São Paulo foi essencial para o êxito na coleta com a recomendação de técnicas histológicas e adaptação de técnicas necropapiloscópicas para tecidos fragilizados”, afirmou.

Leia Também:  Viih Tube mostra mudanças no corpo durante gestação: “reações hormonais!”

Na fase de confronto concluiu-se que as impressões digitais possuíam convergência morfológica em quantidade e qualidade suficiente para a conclusão da identidade. O corpo da vítima será liberado aos familiares após a conclusão da perícia antropológica.

Fonte: Governo MT – MT

Propaganda

MP MT

MP ajuíza medida para proteger criança contra exposição indevida

Publicados

em

A Promotoria de Justiça de Colniza (a 1.065 km de Cuiabá) ajuizou, nesta quarta-feira (12), uma medida de proteção em favor de uma criança residente no município que vem sendo exposta indevidamente nas redes sociais por meio da divulgação de vídeos contendo seu relato sobre supostos abusos sofridos. A atuação do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) foi motivada pela ampla circulação de gravações nas quais a vítima aparece narrando fatos que já são objeto de investigação criminal e de ação penal em tramitação no Poder Judiciário.Diante da repercussão do caso e da exposição da criança, o MPMT adotou providências para garantir a preservação de seus direitos fundamentais, especialmente a dignidade, a integridade psicológica, a privacidade e a proteção da imagem.Na ação, o Ministério Público requereu a adoção de medidas urgentes voltadas à proteção integral da vítima, entre elas a proibição de novas divulgações de fotos, vídeos ou relatos que possam possibilitar sua identificação, bem como a remoção imediata dos conteúdos já publicados em redes sociais e plataformas digitais. Também foi solicitado que o Conselho Tutelar realize diligências para avaliar as condições de proteção e cuidado oferecidas à criança no ambiente familiar.Além disso, o MPMT pediu o acompanhamento psicológico e assistencial da criança e de seus familiares, a realização de estudo psicossocial por equipe técnica do Poder Judiciário e, de forma excepcional, a possibilidade de acolhimento institucional caso seja constatada situação de risco grave ou insuficiência da rede familiar de proteção. As medidas têm como finalidade resguardar a integridade física, emocional e psicológica da vítima e evitar sua revitimização.De acordo com o promotor de Justiça Bruno Barros Pereira, é importante esclarecer que os fatos divulgados não se referem a uma denúncia recente. O caso teve início em 2023, quando a criança foi ouvida por meio do procedimento de escuta especializada. Em 2025, foi instaurado inquérito policial para apuração dos fatos, posteriormente concluído e encaminhado ao Ministério Público. Após a conclusão da investigação policial, em março de 2026, o MPMT ofereceu denúncia criminal, que foi recebida pela Justiça e segue em regular tramitação.“O Ministério Público entende que a divulgação pública de vídeos e relatos envolvendo crianças e adolescentes vítimas de violência pode causar revitimização e graves prejuízos emocionais, sobretudo quando expõe sua identidade e detalhes de situações traumáticas”, ressaltou o promotor de Justiça.

Leia Também:  Polícia Civil cria canal para denúncias de crimes de sonegação fiscal e fraudes

Foto: Imagem ilustrativa | Magnific.

Fonte: Ministério Público MT – MT

Continue lendo

CIDADES

POLÍTICA

MULHER

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA