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Policiais do Ciosp participam de capacitação de tiro com novo armamento

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MATO GROSSO

Quarenta militares do Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp), vinculado à Secretaria de Estado de Segurança Pública de Mato Grosso (Sesp-MT), participam de uma capacitação de instrução para manuseio de armas Beretta de 9 mm.

De acordo com o coordenador do Ciosp, tenente-coronel CBM Rogério Quinteiro Barcelos, o Governo do Estado recebeu a doação de 65 novas armas do Ministério da Justiça, por meio da Secretaria Nacional de Segurança Pública, que irão substituir o armamento .40, que atualmente é utilizado. 

“São armas com tecnologia de ponta, em perfeito estado, mas por se tratar de um lote pequeno, foi destinado apenas aos militares que compõe o Ciosp”, afirmou Quinteiro.

O curso está sendo realizado em um stand de tiro localizado na rodovia MT-251, entre os municípios de Cuiabá e Chapada dos Guimarães. “Esse treinamento visa nivelar o conhecimento a respeito do novo equipamento de segurança, com intuito de ser feito adaptação a essa nova realidade que estamos migrando”, ressaltou o tenente-coronel.

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Participam da capacitação a Polícia Militar, Polícia Judiciária Civil e o Corpo de Bombeiros.

O curso é dividido em grupos e tem a duração de cinco horas. “É tempo suficiente para eles terem conhecimento sobre o manuseio, troca e limpeza, desde a parte teórica e prática. Isso é uma instrução de todo e qualquer armamento”, destacou.

Fonte: GOV MT

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MP MT

Condenação por duplo homicídio qualificado e organização criminosa

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O Tribunal do Júri de Várzea Grande condenou, nesta quarta-feira (5), Gabriel Brites de Morais pelos crimes de participação em organização criminosa armada e pelo duplo homicídio triplamente qualificado de Lucas Mendonça Neves, de 17 anos, e Luiz Fernando Ribeiro Batista, de 29 anos. A pena fixada foi de 45 anos e 9 meses de reclusão, acolhendo integralmente os pedidos do Ministério Público. O crime ocorreu na noite de 27 de agosto de 2025, no interior de uma comunidade terapêutica localizada no bairro Treze de Setembro, em Várzea Grande. Segundo a acusação, o réu, agindo em concurso com outros criminosos, invadiu o local e executou as vítimas por elas integrarem uma facção rival. O homicídio foi praticado por motivo torpe, com emprego de meio cruel e mediante recurso que dificultou a reação defensiva das vítimas. Durante o julgamento, o Ministério Público demonstrou que a execução fazia parte da disputa entre facções criminosas pelo domínio territorial e do cumprimento de ordens da organização criminosa, reforçando que o assassinato representou um típico “tribunal do crime”, mecanismo utilizado para impor o terror e eliminar integrantes de grupos rivais. As investigações apontaram que homens armados invadiram a clínica de recuperação, renderam os internos e conduziram as vítimas para o quintal, onde efetuaram diversos disparos de arma de fogo. O caso teve grande repercussão em Mato Grosso em razão da violência empregada e da ligação direta com a guerra entre facções criminosas. Ao final da sessão, os jurados reconheceram a responsabilidade de Gabriel Brites de Morais por todos os crimes narrados na denúncia, acolhendo integralmente a pretensão da Promotoria de Justiça. Com a condenação, o Tribunal do Júri reafirmou a resposta da sociedade diante da escalada da violência promovida por organizações criminosas e da utilização de execuções como instrumento de controle e intimidação da população.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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