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Polícia Militar prende suspeito de tentativa de homicídio contra a esposa em Cáceres

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MATO GROSSO

Policiais militares do 6º Batalhão prenderam em flagrante, na madrugada desta quarta-feira (18.2), um homem, de 40 anos, suspeito por tentativa de homicídio contra a própria esposa, de 44 anos, em Cáceres. A vítima foi esfaqueada e socorrida até uma unidade de saúde. O denunciado foi localizado após sofrer um acidente.

Os militares foram acionados para atender uma ocorrência envolvendo um casal, na Avenida José Palmiro, no bairro Lavapés. No local, a vítima já estava sendo socorrida pelo seu pai, pois apresentava uma lesão no braço esquerdo e foi conduzida à Unidade de Pronto-Atendimento (UPA).

A mulher relatou que estava ingerindo bebidas alcoólicas junto do suspeito, momento em que o homem passou a esfaqueá-la. Na tentativa de se defender, foi atingida no braço. O filho e o pai da vítima também interviram na ação. Depois, o suspeito fugiu em uma motocicleta modelo Honda CG Titan 160, preta.

Durante rondas pela região, os militares foram informados sobre um acidente de trânsito na MT-343, sendo que o condutor possuía as mesmas características apresentadas na denúncia de tentativa de homicídio.

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Os policiais localizaram o homem caído ao chão, com uma fratura na perna. O indivíduo foi socorrido por uma equipe do Corpo de Bombeiros até a UPA. No local do acidente, os militares encontraram uma lâmina de faca sem o cabo, usada no crime.

Após o atendimento médico, o suspeito foi colocado à disposição da Justiça.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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MP MT

MP ajuíza medida para proteger criança contra exposição indevida

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A Promotoria de Justiça de Colniza (a 1.065 km de Cuiabá) ajuizou, nesta quarta-feira (12), uma medida de proteção em favor de uma criança residente no município que vem sendo exposta indevidamente nas redes sociais por meio da divulgação de vídeos contendo seu relato sobre supostos abusos sofridos. A atuação do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) foi motivada pela ampla circulação de gravações nas quais a vítima aparece narrando fatos que já são objeto de investigação criminal e de ação penal em tramitação no Poder Judiciário.Diante da repercussão do caso e da exposição da criança, o MPMT adotou providências para garantir a preservação de seus direitos fundamentais, especialmente a dignidade, a integridade psicológica, a privacidade e a proteção da imagem.Na ação, o Ministério Público requereu a adoção de medidas urgentes voltadas à proteção integral da vítima, entre elas a proibição de novas divulgações de fotos, vídeos ou relatos que possam possibilitar sua identificação, bem como a remoção imediata dos conteúdos já publicados em redes sociais e plataformas digitais. Também foi solicitado que o Conselho Tutelar realize diligências para avaliar as condições de proteção e cuidado oferecidas à criança no ambiente familiar.Além disso, o MPMT pediu o acompanhamento psicológico e assistencial da criança e de seus familiares, a realização de estudo psicossocial por equipe técnica do Poder Judiciário e, de forma excepcional, a possibilidade de acolhimento institucional caso seja constatada situação de risco grave ou insuficiência da rede familiar de proteção. As medidas têm como finalidade resguardar a integridade física, emocional e psicológica da vítima e evitar sua revitimização.De acordo com o promotor de Justiça Bruno Barros Pereira, é importante esclarecer que os fatos divulgados não se referem a uma denúncia recente. O caso teve início em 2023, quando a criança foi ouvida por meio do procedimento de escuta especializada. Em 2025, foi instaurado inquérito policial para apuração dos fatos, posteriormente concluído e encaminhado ao Ministério Público. Após a conclusão da investigação policial, em março de 2026, o MPMT ofereceu denúncia criminal, que foi recebida pela Justiça e segue em regular tramitação.“O Ministério Público entende que a divulgação pública de vídeos e relatos envolvendo crianças e adolescentes vítimas de violência pode causar revitimização e graves prejuízos emocionais, sobretudo quando expõe sua identidade e detalhes de situações traumáticas”, ressaltou o promotor de Justiça.

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Foto: Imagem ilustrativa | Magnific.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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