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MATO GROSSO

Polícia Militar identifica suspeito de feminicídio e apreende arma de fogo em Cuiabá

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MATO GROSSO

A Polícia Militar de Mato Grosso localizou e identificou, na manhã desta segunda-feira (16.2), suspeito de feminicídio, no bairro Liberdade, em Cuiabá. Com ele, foi apreendido um revólver calibre .38 e munições.

Por volta das 6h30, os militares receberam denúncia sobre um homicídio, em uma residência, no bairro Osmar Cabral. No local, os militares se depararam com a vítima, uma mulher de 51 anos, caída ao chão. Uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) constatou a morte da mulher.

Testemunhas relataram que o ex-marido dela, de 61 anos, invadiu o local, atirou contra a vítima e fugiu em seguida, sentido ao bairro Liberdade. Conforme a denúncia, o indivíduo seguia para residência da sua filha, com intenção de cometer uma nova ação criminosa.

Diante das informações, os militares reforçaram o policiamento tático e ostensivo na região. O suspeito foi flagrado portando uma arma de fogo.

Durante tentativa de abordagem, foi efetuado disparo, com a finalidade de conter ação do denunciado. O homem foi baleado e morreu no local. A morte foi confirmada pelo Samu. O armamento foi encaminhado à delegacia para demais providências que o caso requer.

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Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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MP MT

MP ajuíza medida para proteger criança contra exposição indevida

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A Promotoria de Justiça de Colniza (a 1.065 km de Cuiabá) ajuizou, nesta quarta-feira (12), uma medida de proteção em favor de uma criança residente no município que vem sendo exposta indevidamente nas redes sociais por meio da divulgação de vídeos contendo seu relato sobre supostos abusos sofridos. A atuação do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) foi motivada pela ampla circulação de gravações nas quais a vítima aparece narrando fatos que já são objeto de investigação criminal e de ação penal em tramitação no Poder Judiciário.Diante da repercussão do caso e da exposição da criança, o MPMT adotou providências para garantir a preservação de seus direitos fundamentais, especialmente a dignidade, a integridade psicológica, a privacidade e a proteção da imagem.Na ação, o Ministério Público requereu a adoção de medidas urgentes voltadas à proteção integral da vítima, entre elas a proibição de novas divulgações de fotos, vídeos ou relatos que possam possibilitar sua identificação, bem como a remoção imediata dos conteúdos já publicados em redes sociais e plataformas digitais. Também foi solicitado que o Conselho Tutelar realize diligências para avaliar as condições de proteção e cuidado oferecidas à criança no ambiente familiar.Além disso, o MPMT pediu o acompanhamento psicológico e assistencial da criança e de seus familiares, a realização de estudo psicossocial por equipe técnica do Poder Judiciário e, de forma excepcional, a possibilidade de acolhimento institucional caso seja constatada situação de risco grave ou insuficiência da rede familiar de proteção. As medidas têm como finalidade resguardar a integridade física, emocional e psicológica da vítima e evitar sua revitimização.De acordo com o promotor de Justiça Bruno Barros Pereira, é importante esclarecer que os fatos divulgados não se referem a uma denúncia recente. O caso teve início em 2023, quando a criança foi ouvida por meio do procedimento de escuta especializada. Em 2025, foi instaurado inquérito policial para apuração dos fatos, posteriormente concluído e encaminhado ao Ministério Público. Após a conclusão da investigação policial, em março de 2026, o MPMT ofereceu denúncia criminal, que foi recebida pela Justiça e segue em regular tramitação.“O Ministério Público entende que a divulgação pública de vídeos e relatos envolvendo crianças e adolescentes vítimas de violência pode causar revitimização e graves prejuízos emocionais, sobretudo quando expõe sua identidade e detalhes de situações traumáticas”, ressaltou o promotor de Justiça.

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Foto: Imagem ilustrativa | Magnific.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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