MATO GROSSO
Polícia Civil prende suspeitos por tráfico de drogas, associação criminosa e porte ilegal de arma de fogo em Guarantã do Norte
MATO GROSSO
A Polícia Civil prendeu em flagrante dois homens, de 19 e 38 anos, suspeitos de tráfico de drogas, associação para o tráfico, desobediência e porte ilegal de arma de fogo de uso restrito. A ação ocorreu na terça-feira (7.4), em Guarantã do Norte, durante investigação sobre a venda de drogas no município.
As apurações apontaram que um imóvel estava sendo usado como ponto de comercialização de entorpecentes. A suspeita surgiu a partir de informações reunidas ao longo de investigações anteriores e de dados levantados pela equipe responsável pelo caso.
Durante o monitoramento do local, foi observado um grande movimento de pessoas. Elas chegavam, permaneciam por pouco tempo, faziam pagamentos pelo celular, recebiam pequenos pacotes e saíam rapidamente, comportamento típico da venda de drogas.
À tarde, um dos suspeitos saiu do imóvel em uma motocicleta e seguiu em direção ao bairro Aeroporto. Diante da suspeita, ele passou a ser acompanhado pela polícia. Durante o trajeto, demonstrou nervosismo e olhava para trás com frequência.
Quando recebeu ordem de parada, o suspeito não obedeceu e tentou fugir, mas foi alcançado.
A ação terminou com a prisão dos dois envolvidos. Também foram apreendidos drogas, uma arma de fogo de uso restrito e outros materiais relacionados à atividade criminosa.
Os suspeitos foram levados à delegacia e devem responder pelos crimes identificados durante a investigação.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
CGE e PGE alertam que é vedada a distribuição gratuita de bens em ano eleitoral
A entrega gratuita de bens, valores ou benefícios à população é proibida durante todo o ano de eleições. A orientação faz parte de cartilha elaborada pela Controladoria-Geral do Estado (CGE) e pela Procuradoria-Geral do Estado (PGE) com o objetivo de orientar agentes públicos do Governo de Mato Grosso sobre as condutas vedadas e permitidas nas eleições gerais de 2026.
A medida busca garantir a igualdade de oportunidades entre candidatos e evitar o uso da máquina pública para influenciar o eleitorado. A legislação é clara ao estabelecer que, em ano eleitoral, a distribuição gratuita de benefícios custeados pelo poder público é vedada independentemente de haver intenção promocional ou caráter eleitoreiro — ou seja, a simples prática do ato já configura irregularidade.
Condutas proibidas
Durante todo o ano de 2026, está proibida a entrega gratuita de bens, valores ou benefícios à população, exceto em situações específicas previstas em lei. Entre as principais vedações destacadas na cartilha estão:
- Criar ou iniciar, em 2026, o pagamento de novos auxílios financeiros que não existiam ou não foram executados em 2025;
- Distribuir cestas básicas ou outros benefícios que não tenham previsão legal e execução orçamentária anterior;
- Entregar kits escolares, materiais de construção, sementes ou equipamentos agrícolas com identificação de candidato, partido ou qualquer elemento de promoção política;
- Doar equipamentos inservíveis ou mercadorias apreendidas a associações ou pessoas físicas durante o ano eleitoral;
- Celebrar convênios que prevejam a distribuição direta de bens à população, como premiações em eventos ou festivais;
- Utilizar recursos públicos para aquisição de itens destinados à distribuição gratuita, mesmo que de baixo valor, como bonés, camisetas ou brindes;
- Executar programas sociais por meio de entidades vinculadas a candidatos, como organizações mantidas ou associadas a eles, ainda que haja previsão legal.
O que é permitido
A cartilha também esclarece que há situações em que a distribuição de bens e benefícios é permitida, desde que respeitados critérios legais rigorosos.
Entre as exceções, estão:
- Distribuição gratuita em casos de calamidade pública ou estado de emergência devidamente reconhecidos, como ocorreu durante a pandemia da Covid-19;
- Manutenção ou ampliação de programas sociais já existentes, desde que atendam a três requisitos: tenham sido instituídos por lei específica, possuam previsão orçamentária no exercício anterior e já estejam em execução antes do ano eleitoral;
- Celebração de convênios e repasse de recursos para projetos nas áreas de cultura, esporte e turismo, especialmente quando há contrapartidas das instituições beneficiadas;
- Doação de bens do Estado a outros entes públicos, desde que realizada até três meses antes do pleito (até 04/07/2026), sendo permitidos atos preparatórios para entrega posterior à população;
- Doação de bens com encargo a municípios, como equipamentos para educação, desde que vinculados a programas preexistentes e com obrigações formais de uso e manutenção;
- Transferência de equipamentos, como notebooks, para redes municipais de ensino, desde que caracterizada como doação com encargo e voltada à continuidade de políticas públicas já existentes.
Atenção às regras
A CGE e a PGE reforçam que o descumprimento das normas pode resultar em responsabilização dos agentes públicos, incluindo sanções administrativas, eleitorais e até judiciais.
A orientação é que gestores e servidores consultem a cartilha sempre que houver dúvida e adotem postura preventiva. Se persistirem dúvidas, formalizar consulta à CGE ou à PGE.
Acesse AQUI a cartilha.
Fonte: Governo MT – MT
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