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Polícia Civil prende quatro pessoas em flagrante por vandalismo em Nova Xavantina

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MATO GROSSO

Quatro pessoas, entre elas dois adolescentes, foram presas pela Polícia Civil, na segunda-feira (24.2), em Nova Xavantina, durante diligências para esclarecer uma série de vandalismos na região. Um dos crimes ocorreu durante a madrugada, em uma casa no bairro Jardim Tropical.

Os adultos, de 20 e 29 anos, foram autuados em flagrante por tráfico de drogas, associação para o tráfico, corrupção de menores, promover ou constituir organização criminosa. Os menores, de 16 e 17 anos, responderão ato infracional análogo aos mesmos crimes e dano qualificado.

Os policiais civis realizavam diligências para apurar as ocorrências de dano qualificado, onde suspeitos estavam quebrando câmeras de segurança instaladas em imóveis comerciais e residências da cidade.

Nas investigações, os policiais civis conseguiram identificar os autores, menores de idade e integrantes de uma facção criminosa. O primeiro a ser localizado foi um adolescente, e em seguida a equipe abordou os outros três envolvidos em uma residência.

No local foram apreendidas porções de entorpecentes, além das roupas usadas pelos infratores no momento em que quebraram as câmeras de segurança.

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Diante dos fatos, os dois jovens e os adolescentes foram conduzidos para Delegacia de Nova Xavantina, onde foram autuados em flagrante e ato infracional, respectivamente. Após a confecção dos autos, todos foram colocados à disposição da Justiça.

Fonte: Governo MT – MT

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MP MT

MP ajuíza medida para proteger criança contra exposição indevida

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A Promotoria de Justiça de Colniza (a 1.065 km de Cuiabá) ajuizou, nesta quarta-feira (12), uma medida de proteção em favor de uma criança residente no município que vem sendo exposta indevidamente nas redes sociais por meio da divulgação de vídeos contendo seu relato sobre supostos abusos sofridos. A atuação do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) foi motivada pela ampla circulação de gravações nas quais a vítima aparece narrando fatos que já são objeto de investigação criminal e de ação penal em tramitação no Poder Judiciário.Diante da repercussão do caso e da exposição da criança, o MPMT adotou providências para garantir a preservação de seus direitos fundamentais, especialmente a dignidade, a integridade psicológica, a privacidade e a proteção da imagem.Na ação, o Ministério Público requereu a adoção de medidas urgentes voltadas à proteção integral da vítima, entre elas a proibição de novas divulgações de fotos, vídeos ou relatos que possam possibilitar sua identificação, bem como a remoção imediata dos conteúdos já publicados em redes sociais e plataformas digitais. Também foi solicitado que o Conselho Tutelar realize diligências para avaliar as condições de proteção e cuidado oferecidas à criança no ambiente familiar.Além disso, o MPMT pediu o acompanhamento psicológico e assistencial da criança e de seus familiares, a realização de estudo psicossocial por equipe técnica do Poder Judiciário e, de forma excepcional, a possibilidade de acolhimento institucional caso seja constatada situação de risco grave ou insuficiência da rede familiar de proteção. As medidas têm como finalidade resguardar a integridade física, emocional e psicológica da vítima e evitar sua revitimização.De acordo com o promotor de Justiça Bruno Barros Pereira, é importante esclarecer que os fatos divulgados não se referem a uma denúncia recente. O caso teve início em 2023, quando a criança foi ouvida por meio do procedimento de escuta especializada. Em 2025, foi instaurado inquérito policial para apuração dos fatos, posteriormente concluído e encaminhado ao Ministério Público. Após a conclusão da investigação policial, em março de 2026, o MPMT ofereceu denúncia criminal, que foi recebida pela Justiça e segue em regular tramitação.“O Ministério Público entende que a divulgação pública de vídeos e relatos envolvendo crianças e adolescentes vítimas de violência pode causar revitimização e graves prejuízos emocionais, sobretudo quando expõe sua identidade e detalhes de situações traumáticas”, ressaltou o promotor de Justiça.

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Foto: Imagem ilustrativa | Magnific.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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