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Polícia Civil prende autor de homicídio em Mirassol D’Oeste poucas horas após o crime

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MATO GROSSO

A Polícia Civil de Mato Grosso solucionou rapidamente um homicídio ocorrido na madrugada desta segunda-feira (29.12) em Mirassol D’Oeste, com a prisão do suspeito poucas horas após o crime. O homem, de 34 anos, foi autuado em flagrante pelo crime de homicídio qualificado por motivo torpe, evidenciando a atuação célere e coordenada das equipes investigativas na região.

O crime que vitimou Fernando Augusto Ferreira dos Santos, de 58 anos, ocorreu em via pública, no bairro Jardim São Paulo, em Mirassol D’Oeste, no local conhecido como Vila do Baiano. Ao chegarem ao local, os policiais encontraram a vítima, caída ao solo do pátio da vila, com perfurações de arma branca e aparentemente já sem vida.

Testemunhas que estavam no local, relataram que na noite anterior a vítima e o suspeito estavam ingerindo bebida alcoólica, quando tiveram um desentendimento.

No final da discussão, o suspeito deixou o local, dizendo que retornaria para matar a vítima, fato que ocorreu momentos depois.

Momentos depois o suspeito retornou com uma faca nas mãos e desferiu um golpe de na região do tórax da vítima, que caiu ao solo em seguida, indo a óbito no local.

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Diante dos elementos coletados durante as investigações, os policiais civis da Delegacia de Mirassol D’Oeste iniciaram as diligências conseguindo localizar o suspeito, em via pública, em uma das saídas da cidade, próximo a usina.

O suspeito foi conduzido à Delegacia de Mirassol D’Oeste, onde após ser interrogado pelo delegado Gustavo Ataíde Fernandes Santos, foi autuado em flagrante pelo crime, sendo posteriormente colocado à disposição da Justiça.

Fonte: Governo MT – MT

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Polícia Civil cumpre 21 mandados contra grupo suspeito de golpes e lavagem de dinheiro

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta quarta-feira (6.5), a Operação Janus, com o objetivo de desarticular um grupo criminoso estruturado para a prática de crimes de estelionato, integração a organização criminosa e lavagem de capitais.

Na operação, são cumpridos 21 mandados de busca e apreensão e o bloqueio de contas bancárias de 21 suspeitos, além de ter sido decretada a indisponibilidade de valores até o limite de R$ 160 mil, com o fim de assegurar a recuperação dos ativos ilícitos e o ressarcimento dos prejuízos causados às vítimas.

As ordens judiciais foram deferidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo de Garantias de Cuiabá, com base em investigação conduzida pela Delegacia Especializada de Estelionato de Cuiabá, que evidenciou a atuação coordenada e reiterada do grupo criminoso.

Os mandados são cumpridos nas cidades de Cuiabá, Várzea Grande e Santo Antônio do Leverger, além de cidades dos Estados de Minas Gerais e do Acre.

Modo de atuação

De acordo com as investigações, no mês de janeiro de 2024, duas vítimas foram alvos do denominado “golpe do terceiro intermediário”, modalidade de fraude caracterizada pela intermediação enganosa entre comprador e vendedor de veículo. Os golpistas simulam negociações legítimas para induzir as partes ao erro e obter vantagem ilícita.

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No curso das diligências, foi possível identificar o principal articulador do esquema criminoso, responsável pela criação de perfis falsos em redes sociais e pela coordenação das transações fraudulentas.

Os demais investigados atuavam como titulares de contas bancárias utilizadas para o recebimento dos valores ilícitos, ou como operadores na cadeia de lavagem de capitais. Ao todo, apurou-se a movimentação de aproximadamente R$ 160 mil, quantia subtraída das vítimas.

Lavagem de dinheiro

As investigações também revelaram que o grupo operava uma estrutura sofisticada de lavagem de dinheiro, utilizando múltiplas contas bancárias distribuídas em diversos estados do país, incluindo Mato Grosso, Minas Gerais, Acre, Rondônia e Rio de Janeiro.

Os valores eram submetidos a um processo de triangulação financeira, por meio de transferências sequenciais e fracionadas, com o objetivo de dificultar o rastreamento e a identificação da origem ilícita dos recursos.

O delegado Bruno Palmiro, responsável pelas investigações, destaca que a Operação Janus representa mais uma ação estratégica no enfrentamento qualificado aos crimes patrimoniais e financeiros.

“Especialmente aqueles praticados por meio de fraudes eletrônicas e estruturas organizadas, reafirmando o compromisso da Polícia Civil com a repressão à criminalidade complexa e a proteção do patrimônio da sociedade”, disse o delegado.

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Operação Janus

O nome da operação, “Janus”, faz referência a Jano, tradicionalmente representado com duas faces, e remete ao modus operandi do golpe do terceiro intermediário, no qual o fraudador se apresenta de forma distinta para cada uma das vítimas, conseguindo enganar tanto o vendedor quanto o comprador do veículo, manipulando informações e conduzindo a negociação de maneira fraudulenta.

Fonte: Governo MT – MT

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