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Governo de MT investe R$ 583 milhões em obras de saúde em Cuiabá

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A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) investe R$ 473.536.980,17 em obras de hospitais e unidades que estão localizados no município de Cuiabá. Outros R$ 110 milhões são empregados pelo Governo de Mato Grosso na construção do novo Hospital Universitário Júlio Muller.

A obra do Hospital Central, no Centro Político Administrativo, ficou abandonada por 34 anos, receberá o investimento total de R$ 221.860.035,85 e está 98% executada. Com uma área construída de 32 mil m², a unidade deve ser inaugurada em agosto de 2025 para atender demandas de alta complexidade, tendo 287 leitos de internação e 10 salas cirúrgicas.

Segundo o secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo, o avanço das obras em Cuiabá demonstram que a atual gestão tem a Saúde como prioridade. “A partir de agosto, o Governo de Mato Grosso inaugurará o Hospital Central, que vai atender os casos de alta complexidade e melhorar a saúde da população cuiabana e de todo o estado. Além disso, temos a modernização de outras diversas unidades e a construção do novo Hospital Júlio Muller”, destacou.

O novo Hospital Júlio Muller, localizado na estrada que liga Cuiabá a Santo Antônio de Leverger, é construído pela Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT). A estrutura recebe um investimento de R$ 221 milhões, sendo que metade do recurso é aportado pelo Governo de Mato Grosso e a outra metade pelo Governo Federal. As obras estão 80% concluídas.

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A SES ainda investe R$ 73.001.437,43 na construção do Centro Logístico de Abastecimento e Distribuição (Celad). Com o total de 20 mil m² de área construída, o local será a principal unidade estadual de armazenamento e distribuição de medicamentos para os 142 municípios de Mato Grosso. A obra da unidade já está com 91% de execução.

Também são empregados R$ 17.500.000,00 na construção do novo prédio do Laboratório Central do Estado (Lacen-MT), ao lado do Hospital Central, cujas obras estão 93% executadas. A unidade é referência em análises laboratoriais e no sequenciamento genético no Estado e vai completar, em 2025, 50 anos de serviços prestados ao Estado.

Em reforma e ampliação, são investidos R$ 36.228.404,23 na nova sede do Centro Estadual de Referência de Média e Alta Complexidade de Mato Grosso (Cermac) e do MT Hemocentro, cujas obras chegaram a 50%. Também são aportados R$ 39.415.765,10 no Centro Integrado de Assistência Psicossocial Adauto Botelho, que tem 49% de execução.

Em reforma e manutenção, a Secretaria também investe R$ 17.000.000,00 no Centro de Reabilitação Integral Dom Aquino Corrêa (Cridac) e R$ 18.000.000,00 na Escola de Saúde Pública do Estado de Mato Grosso.

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A SES ainda vai investir R$ 14.149.432,31 na nova sede do Escritório Regional de Saúde da Baixada Cuiabana e do Centro de Atenção Psicossocial de Álcool e Drogas (CAPS AD). Além disso, são investidos R$ 36.381.905,25 na reforma e ampliação da sede da Secretaria, no Centro Político Administrativo.

É importante relembrar as obras que já foram entregues pelo Governo de Mato Grosso em Cuiabá. São elas: Ambulatório de Atenção à Transexualidade, Central da Rede de Frio, Lar Doce Lar, Centro de Atenção Psicossocial Infanto-juvenil (Capsi), modernização do Ceope, modernização do prédio da Superintendência de Vigilância em Saúde e modernização do Hospital Estadual Santa Casa.

Fonte: Governo MT – MT

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MP MT

Nova Política Nacional de Educação Inclusiva é apresentada

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A nova Política Nacional de Educação Especial Inclusiva (PNEEI), instituída pelo Decreto nº 12.686/2025 e pela Portaria MEC nº 421/2026, foi apresentada na manhã desta quinta-feira (20), na Sede das Promotorias de Justiça de Cuiabá, durante a capacitação “Abraçando as Diferenças”. A iniciativa do Ministério da Educação (MEC) estabelece diretrizes para fortalecer a inclusão de estudantes com deficiência, transtorno do espectro autista (TEA) e altas habilidades ou superdotação, ampliando o apoio às redes de ensino e promovendo melhores condições de acesso, permanência, aprendizagem e participação escolar.A abertura dos trabalhos foi conduzida pela coordenadora-adjunta do Centro de Apoio Operacional (CAO) Pessoa com Deficiência, promotora de Justiça Sasenazy Soares Rocha Daufenbach, que atuou como mediadora do encontro. Como palestrante, participou o coordenador-geral da Política Pedagógica da Educação Especial do Ministério da Educação, Marco Antônio Melo Franco, foi o responsável por apresentar as diretrizes, avanços e os desafios relacionados à implementação da nova política em todo o país.A PNEEI surge em contexto de crescimento das matrículas da educação especial em classes comuns e busca orientar a atuação das redes de ensino na construção de uma educação cada vez mais inclusiva. Entre as principais medidas, estão a regulamentação do profissional de apoio escolar, a definição de diretrizes para o Atendimento Educacional Especializado (AEE) e o fortalecimento da cooperação entre União, estados e municípios.Um dos destaques da política é a criação da Rede Nacional de Educação Especial Inclusiva (RENEEI), que terá a missão de apoiar a implementação das ações, promover a formação continuada dos profissionais da educação e fortalecer a articulação entre as áreas de educação, saúde, assistência social e do sistema de garantia de direitos.Durante a apresentação, foram destacados dados que demonstram os avanços da educação inclusiva no país. Atualmente, o Brasil registra cerca de 2,5 milhões de matrículas na educação especial, das quais 93,5% correspondem a estudantes incluídos em classes comuns. Na rede pública de ensino, esse percentual alcança 98,1%.Outro avanço previsto na política é a utilização do estudo de caso como instrumento pedagógico para identificar barreiras à aprendizagem e definir estratégias de apoio aos estudantes. A proposta reforça que o foco da atuação educacional deve estar nas necessidades de cada aluno e na eliminação dos obstáculos que dificultam sua participação no ambiente escolar, e não exclusivamente em diagnósticos clínicos.A normativa também prevê a implantação dos Núcleos Intersetoriais de Educação Especial Inclusiva, compostos por representantes das áreas de educação, saúde, assistência social e órgãos de proteção de direitos. O objetivo é ampliar a atuação integrada dessas instituições e fortalecer o acompanhamento dos estudantes da educação especial.Durante o debate, o Ministério Público destacou a importância do monitoramento da implementação da política. Nesse contexto, Marco Antônio Melo Franco ressaltou que o Observatório da Educação Especial Inclusiva será uma das principais ferramentas para acompanhar a execução das ações em todo o território nacional.Segundo o coordenador, o observatório permitirá compreender como a política está sendo aplicada nas diferentes regiões do país, identificando desafios e oportunidades de aprimoramento das ações voltadas à inclusão escolar. Ele também reforçou a importância das parcerias institucionais, especialmente com o Ministério Público, para fortalecer a efetivação das políticas públicas educacionais.Entre as iniciativas previstas está o Selo Redes Educacionais Inclusivas, que reconhecerá experiências exitosas na promoção da inclusão escolar e contribuirá para a disseminação de boas práticas nas redes de ensino.A política prevê uma estrutura nacional de governança, com coordenadores e agentes distribuídos em todos os estados brasileiros para acompanhar a implementação das ações, promover a articulação entre os municípios e fornecer informações estratégicas ao Ministério da Educação.Atualmente, estão em andamento a estruturação dos centros de referência nas 27 unidades da Federação, a implantação do Observatório da Educação Especial Inclusiva e a organização dos núcleos intersetoriais que atuarão nos territórios.Saiba mais – A capacitação foi promovida pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf), escola institucional do MPMT, em parceria com a Procuradoria de Justiça Especializada na Defesa da Cidadania, Consumidor, Direitos Humanos, Minorias, Segurança Alimentar e Estado Laico; o Centro de Apoio Operacional de Educação; e o Centro de Apoio Operacional Pessoa com Deficiência, com apoio da Fundação Escola Superior do Ministério Público de Mato Grosso (FESMP-MT), Comunic@TEA e Turma do Jiló.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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