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Livro escrito por professora da Rede Estadual homenageia mulheres mato-grossenses

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Foi com o objetivo de trazer visibilidade às mulheres que fizeram história no Estado, no decorrer dos conteúdos trabalhados na disciplina de história, que a professora da Escola Estadual Historiador Rubens de Mendonça, em Cuiabá, Bruna Myrtes Baldo, escreveu o livro paradidático “Mulheres de Mato Grosso”. A obra é composta por dez biografias e ilustrações de mato-grossenses que marcaram sua época.

Parte integrante de sua tese de mestrado, a proposta do material é servir de suporte e complemento para professores de história em sala de aula, por meio das histórias de vida de Tereza de Benguela, Maria Bernarda Poupino, Mãe Bonifácia, Rosa Bororo, Bernardina Rich, Maria Dimpina, Zulmira Canavarros, Lígia Borges de Figueiredo, Dunga Rodrigues e Maria Taquara.

O livro também dispõe de uma tabela com sugestões de formas para trabalhar as biografias com os conteúdos programáticos, de acordo com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e o Documento de Referência Curricular para Mato Grosso (DRC-MT).

“As mulheres sempre ficaram a margem da história. Nos materiais didáticos que usamos em sala de aula, a maioria dos personagens são homens que estão em posição de poder. Por conta dessa falta de representatividade percebi a urgência de se produzir material para a educação básica que suprisse essa falta”, ressalta a professora.

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Educadora da Rede Estadual de Ensino desde 2012, Bruna destaca que o livro contribui em diversos aspectos para a formação educacional e enfatiza a importância de discutir a história de mulheres no ambiente escolar. “O livro possibilita que discussões relacionadas a luta das mulheres na sociedade se tornem mais amplas. Por meio desses debates na escola, conseguimos formar estudantes com pensamento mais crítico e reflexivo”.

Ela acrescenta que possui planos para disponibilizar o livro impresso em breve. No momento ele está disponível em formato digital gratuitamente aqui.

Fonte: GOV MT

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Vazio sanitário da soja já está em vigência em Mato Grosso

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O Instituto de Defesa Agropecuária do Estado de Mato Grosso (Indea) informa que o período do vazio sanitário da soja em Mato Grosso da safra 2025/26 já está em vigência. O período que proíbe a existência de qualquer estágio vegetativo de soja, visando diminuir incidência da ferrugem asiática, começou na segunda (8.6) e vai até o dia 06 de setembro, conforme previsto na Instrução Normativa Conjunta nº 001/2026 entre o Indea e a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec).

Durante o período de 90 dias de vigência da fase proibitiva de plantio de soja, o Indea realizará fiscalizações nas propriedades produtoras para verificar se o vazio sanitário está sendo cumprido.

A medida fitossanitária foi instituída pelo Indea em 2006, por sugestão de produtores e pesquisadores que perceberam a necessidade de controlar a principal doença da soja, causada pelo fungo Phakopsora pachyrhizi, além de outras pragas e doenças da cultura.

O fungo que causa a ferrugem asiática da soja precisa de hospedeiro vivo (plantas vivas de soja) para se desenvolver e multiplicar, ao eliminar as plantas de soja na entressafra quebra-se o ciclo do fungo, retardando o surgimento da doença na safra seguinte.

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A ferrugem asiática provoca a desfolha precoce da planta, impedindo a completa formação dos grãos, o que gera redução na produtividade, sendo considerada uma praga de importância econômica para Mato Grosso.

O produtor rural que foi pego descumprindo está sujeito a multa 30 Unidades de Padrão Fiscal (UPFs), no valor atual de R$ 7.855,20, mais 02 UPFs por hectare da área reservada ao plantio.

Produção

Dados do Indea demonstram que a cultura se encontra em expansão no Estado. Na safra 2024/2025 foram cadastradas 16.324 unidades de produção (UPs), com total de área de 11.353.852 hectares. Já na safra 2025/2026 foram cadastradas 16.610 UPs, com uma área de 11.706.361 hectares, resultando em um incremento de 352.509 hectares de soja.

Fonte: Governo MT – MT

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