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MATO GROSSO

Judiciário realiza reunião em São Félix para criação da Rede de Enfrentamento à Violência Doméstica

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MATO GROSSO

Na próxima sexta-feira (2 de junho) será realizada uma reunião ampliada com o objetivo de criar a Rede de enfrentamento à violência doméstica e familiar contra a mulher na Comarca de São Félix do Araguaia. O evento, uma iniciativa da Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar, do Tribunal de Justiça (Cemulher-MT) e Diretoria do Fórum da Comarca, ocorrerá no plenário da Câmara Municipal da cidade, das 8h às 18h.
 
Durante a reunião, estarão presentes autoridades do sistema de justiça para discutir questões relacionadas à violência doméstica na região e também para tratar sobre a criação da rede. A assessora da Cemulher-MT, Ana Emília Sotero, estará presente no evento, proferindo palestras e auxiliando com informações para a estruturação da Rede.
 
O juiz Adalberto Biazotto Junior, diretor do Foro, convocou as autoridades do sistema de Justiça para participarem da reunião, incluindo promotores de Justiça, defensores públicos, representantes da subseção da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-MT), comandantes da Polícia Militar das cidades de São Félix do Araguaia, Alto Boa Vista, Novo Santo Antonio e Luciara, delegados da Polícia Judiciária Civil, além dos representantes do poder executivo local, como a prefeitura municipal de São Félix do Araguaia e municípios vizinhos.
 
As primeiras-damas também foram convidadas, assim como os secretários municipais de Assistência Social, Saúde e Educação, juntamente com o Conselho dos Direitos da Mulher e as entidades da sociedade civil organizada.
 
Ana Emília Sotero estará também nas comarcas de Porto Alegre do Norte e Vila Rica nos próximos dias com agenda de trabalho para fomentar a estruturação das Redes de Enfrentamento locais.
 
Dani Cunha
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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MP MT

Liminar do TJMT mantém investigação de estupro de vulnerável

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O Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) obteve decisão liminar favorável no Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) que suspendeu o arquivamento de um inquérito policial que apura um crime de estupro de vulnerável na Comarca de Tapurah.A medida foi concedida pela desembargadora Gabriela Knaul Albuquerque, relatora do Mandado de Segurança Criminal impetrado pelo MPMT contra decisão da então Vara Única da comarca, que havia determinado de ofício o encerramento da investigação.O mandado de segurança foi ajuizado pela 1ª Promotoria de Justiça de Tapurah, por meio do promotor de Justiça Marlon Pereira Rodrigues, após o Juízo de primeiro grau indeferir um pedido de prorrogação de prazo para a realização de diligências complementares e, na sequência, determinar o arquivamento do inquérito policial sem manifestação ministerial pelo encerramento do caso.Na impetração, o MPMT argumentou que o arquivamento determinado de ofício representou interferência em atribuição constitucional do Ministério Público, titular exclusivo da ação penal pública. Conforme destacou o promotor de Justiça Marlon Pereira Rodrigues, a investigação possuía diligência essencial e viável ainda pendente de realização.Ao analisar o pedido liminar, a desembargadora relatora reconheceu, em juízo preliminar, a relevância das alegações apresentadas pelo Ministério Público. Na decisão, destacou que o sistema processual penal brasileiro é regido pelo modelo acusatório, no qual cabe ao Ministério Público formar sua convicção acerca da possibilidade de denúncia, da necessidade de novas diligências ou do arquivamento da investigação.A relatora ressaltou ainda que o requerimento ministerial não consistia em simples pedido genérico de prorrogação, uma vez que foram especificadas diligências concretas e sua finalidade para a conclusão da investigação.Com a concessão da liminar, ficam suspensos os efeitos da decisão que determinou o arquivamento do inquérito policial, preservando-se a possibilidade de realização das diligências consideradas necessárias pelo Ministério Público até o julgamento definitivo do mandado de segurança pela Turma de Câmaras Criminais Reunidas do Tribunal de Justiça.O MPMT ressalta que, em razão do segredo de justiça que protege a identidade das vítimas, não serão divulgadas informações adicionais sobre o caso concreto ou quaisquer dados que possam, direta ou indiretamente, identificá-las.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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