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Invictos, Brasil e Canadá disputam final do Fifa Series na Arena Pantanal neste sábado (18)

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A Arena Pantanal, em Cuiabá, sedia a final do Fifa Series entre Brasil e Canadá neste sábado (18.04), com as duas equipes invictas após as vitórias sobre a Zâmbia e Coreia do Sul. A partir das 21h30, o Brasil entra em campo para disputar o título contra o Canadá, em um confronto que promete alto nível técnico e com presença maciça de torcedores de todos os cantos do Estado e do país.


Antes da grande final, a programação começa ainda à tarde. Às 15h, Zâmbia e Coreia do Sul se enfrentam na disputa pelo terceiro lugar, abrindo a rodada decisiva do torneio e aquecendo o clima para o duelo principal da noite. A venda de ingressos é feita exclusivamente pelo aplicativo Facepass (link aqui). Cada ingresso dá direito a assistir aos dois jogos do dia.

A competição internacional, que reúne seleções de diferentes continentes, Brasil, Canadá, Zâmbia e Coreia do Sul, tem como objetivo ampliar o intercâmbio esportivo e elevar o nível competitivo do futebol feminino na preparação para a Copa do Mundo de 2027, no Brasil. Ao longo dos jogos realizados em Cuiabá, o público acompanhou partidas intensas e viu de perto as brasileiras vencerem a Coreia do Sul por 4 a 1 e a Zâmbia por 6 a 1, enquanto o Canadá superou a Zâmbia por 4 a 0 e a Coreia do Sul por 3 gols a 1.

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O evento projeta Mato Grosso no cenário internacional, ao colocar a capital como sede de uma competição de alto nível. A realização do Fifa Series na Arena Pantanal reforça o papel do estádio como espaço estratégico para grandes eventos e amplia a visibilidade do futebol feminino na região.

A expectativa é de casa cheia para a decisão, destacando Cuiabá como um dos principais polos do esporte no país e fortalecendo a conexão entre a Seleção Brasileira e os torcedores mato-grossenses.

Arena Pantanal

Construída para a Copa do Mundo de 2014, a Arena Pantanal, erguida no local que abrigava o antigo estádio Governador José Fragelli, recebe manutenção de forma contínua pela Secel, o que possibilita a escolha do local como sede de partidas e eventos de abrangência internacional. A estrutura tem parâmetros modernos de arquitetura, aliados à sustentabilidade, e amplo espaço para área de lazer no entorno.

“Todos os novos requisitos exigidos pela Fifa foram atendidos”, atesta o superintendente de Infraestrutura Esportiva do Complexo da Arena Pantanal, Cleiton Fábio de Oliveira.

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Ele lembra que, com o investimento mais recente, foi possível colocar piso sintético, trocar o forro de toda Zona Mista e área de competição, que engloba os locais entre o vestiário e o campo, modernizar as duchas dos vestiários, fazer a manutenção de aparelhos de ar-condicionado, da parte elétrica e hidráulica e de toda a estrutura de rede de acesso à Internet. O gramado recebe atenção especial com contratação de empresa terceirizada para o fortalecimento da grama, com adubo, fertilizante, corte e veneno contra pragas.

“A irrigação é feita a partir de análise técnica do solo por engenheiros agrônomos da empresa responsável pelo tratamento da grama”, conclui.

Fonte: Governo MT – MT

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“Ficou muito melhor fazer o cadastro aqui com a ajuda da equipe”, afirmou pescador em Rondonópolis

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A rotina de quem vive da pesca começa cedo, exige paciência e, muitas vezes, enfrenta desafios que vão além das águas dos rios. Em Rondonópolis, pescadores profissionais artesanais que participaram do cadastramento presencial do Repesca compartilharam histórias de trabalho, dificuldades e esperança durante a ação promovida pelo Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc-MT).

O atendimento ocorreu nos dias 17 e 18 de junho, no Ganha Tempo de Rondonópolis, com o objetivo de auxiliar pescadores na realização de novos cadastros e na atualização de informações para acesso ao programa. A iniciativa já passou pelos municípios de Poconé e Santo Antônio de Leverger e seguirá para Cáceres nos dias 22 e 23 de junho.


Foto: Darlene Marques | Setasc-MT

Morador de Rondonópolis, Laércio Dias conhece de perto a realidade de quem depende da pesca para sobreviver. Acostumado a pescar nas águas do Rio Vermelho, ele conta que o atendimento presencial facilitou o processo de cadastramento.

“Ficou muito melhor fazer o cadastro aqui com a ajuda da equipe. Sozinho é difícil, porque a gente nem sempre tem conhecimento para fazer tudo pela internet. Esse auxílio vai ajudar muito. Nós sofremos bastante com as dificuldades da pesca e com as mudanças que aconteceram nos últimos anos. Qualquer ajuda faz diferença dentro de casa”, afirmou.

A pescadora Lucinete Ferreira Batista também carrega uma história construída às margens dos rios da região. Moradora da comunidade Vila Nova, próxima a Juscimeira, ela conta que cresceu convivendo com a pesca e transformou a atividade em complemento essencial para a renda familiar.

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Durante muitos anos, Lucinete enfrentou longas jornadas de canoa pelos rios da região. Chegava a permanecer três ou quatro dias pescando para conseguir vender o pescado e garantir recursos para despesas básicas da casa.


Foto: Darlene Marques | Setasc-MT

“Eu subia o rio de canoa e ficava dias pescando para conseguir um dinheirinho. Era assim que eu ajudava a comprar alimento, pagar energia e manter a casa. Minha renda era muito baixa e a pesca sempre ajudou a complementar”, relembrou.

Atualmente morando sozinha e vivendo com recursos limitados, ela acredita que o Repesca poderá trazer mais tranquilidade para o orçamento.

“Vai ajudar bastante. Hoje eu moro sozinha e tenho pouca renda. Tudo que vier para ajudar faz diferença. A pesca sempre foi minha vida e continua sendo minha forma de sobreviver”, disse.

A relação com os rios também faz parte da trajetória de Vanusa de Oliveira. Há mais de 15 anos na atividade, ela e o marido sustentaram a família por meio da pesca artesanal e criaram os filhos às margens dos rios da região.

Segundo Vanusa, a atividade se tornou mais difícil nos últimos anos, exigindo ainda mais esforço dos pescadores para garantir o sustento da família.


Foto: Layse Ávila | Setasc-MT

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“No começo era mais fácil. A gente conseguia pescar mais e tirar o sustento da família. Hoje está mais difícil, mas continuamos lutando porque é da pesca que vivemos. Eu e meu marido dependemos disso para sobreviver”, relatou.

Mãe de cinco filhos, ela conta que toda a família foi criada com os recursos obtidos na atividade pesqueira. Atualmente, faz trabalhos temporários quando surgem oportunidades, mas ainda depende da pesca como principal fonte de renda.

“Minhas contas estão atrasadas e os bicos nem sempre aparecem. Muitas vezes passo o dia inteiro no rio para conseguir um peixe e garantir comida dentro de casa. Esse auxílio chega em uma hora importante e vai ajudar muito a nossa família”, afirmou.

O Repesca é destinado aos pescadores profissionais artesanais que exercem a atividade de forma autônoma, individualmente ou em regime de economia familiar, sem vínculo empregatício, e que tenham a pesca como principal meio de subsistência. A iniciativa do Governo de Mato Grosso busca garantir proteção social e apoio financeiro aos trabalhadores impactados pelas mudanças na atividade pesqueira.


Foto: Darlene Marques | Setasc-MT

Para os pescadores atendidos em Rondonópolis, o programa representa mais do que um auxílio financeiro. É o reconhecimento de uma atividade que há gerações garante o sustento de milhares de famílias mato-grossenses e mantém viva uma tradição construída às margens dos rios do Estado.

Fonte: Governo MT – MT

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