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Governador defende escolas militares em MT: “Têm melhores resultados”

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O governador Mauro Mendes reforçou que as escolas militares estaduais de Mato Grosso continuarão a funcionar normalmente e defendeu a expansão desse modelo no estado.

Em entrevista à Rádio Nova Brasil, de São Paulo (SP), nesta sexta-feira (14.07), Mauro explicou que o estado possui 26 escolas cívico-militares e elas não serão descontinuadas, uma vez que não estão sob administração federal.

A exceção fica por conta da Escola Estadual Mário Motta, em Cáceres, que agora passa a ser uma escola militar também administrada pelo Governo de Mato Grosso.

“Todas as escolas militares aqui no estado, as 26 que nós temos, estão entre as primeiras nas avaliações de ensino em Mato Grosso e normalmente é assim no Brasil. É algo que dá resultado. Eu já ouvi pais dizendo que o filho melhorou muito nos estudos e nos comportamentos. Então por que iríamos acabar com isso?”, questionou.

De acordo com o governador, algumas correntes são contrárias às escolas militares por acreditarem que todos os profissionais que atuam nas unidades seriam militares, e não profissionais de ensino, o que não é verdade.

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“Eu confesso que quando eu não era da política, eu achava que tinha um monte de militares lá dentro e que tudo era feito por militares. Mas depois que eu conheci, eu me apaixonei. As escolas militares têm duas coisas fundamentais: disciplina e respeito. E os professores que atuam nessas escolas são os mesmos professores da rede comum, não tem diferença nenhuma. O aprendizado, a parte pedagógica, é tudo igual”, explicou.

Mauro Mendes citou o exemplo da Escola Estadual Presidente Médici, em Cuiabá, que hoje é a Escola Estadual Militar D. Pedro II, gerenciada pelo Corpo de Bombeiros.

“É uma das escolas mais antigas, tradicionais, no centro da cidade, com capacidade para 1600 alunos. Essa escola, ao longo dos anos, foi perdendo importância, foi diminuindo o número de alunos por conta de violência, problema com crime, brigas, tráfico. Ela estava com quase 800 alunos porque ninguém queria mais estudar nessa escola. Na minha administração, nós transformamos para cívico-militar e os bombeiros que estão cuidando. Lá tem um oficial dos bombeiros, mais uns quatro ajudantes, e o resto são todos professores da rede, os mesmos professores que já estavam lá. Hoje ela tem 1600 alunos, disputa para entrar nessa escola, fila de espera, porque melhorou muito”, completou.

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Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Deputados aprovam projeto de lei do Governo para diminuir custo do diesel e manter congelamento do Fethab

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Os deputados estaduais aprovaram em segunda votação, nesta quarta-feira (6.5), o projeto de lei do Governo de Mato Grosso para diminuir o preço do diesel e manter o congelamento do Fundo Estadual de Transporte e Habitação (Fethab) até o fim do ano.

Na prática, os parlamentares aprovaram a adesão do Estado de Mato Grosso à cooperação financeira com a União no Regime Emergencial de Abastecimento Interno de Combustíveis, para subsidiar uma parte da alíquota do óleo diesel, dado o aumento nos preços por causa da guerra dos Estados Unidos contra o Irã.

A participação do Estado será proporcional ao consumo mato-grossense do combustível em âmbito nacional, que é de 6,12%. Logo, o aporte do governo na subvenção será de R$ 122,4 milhões.

O objetivo da medida é evitar que o aumento do diesel, por conta da guerra no Oriente Médio, chegue ao consumidor final, já que o combustível é usado por caminhões para escoar a produção e transportar alimentos e produtos para dentro e fora do Estado.

Já a segunda proposta do projeto trata do congelamento da base de cálculo do Fethab até 31 de dezembro de 2026. Com isso, não haverá reajuste na base de cálculo usada para cobrança da contribuição, o que evita aumento de custo para o setor produtivo.

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O projeto agora segue para ser sancionado pelo governador Otaviano Pivetta.

Fonte: Governo MT – MT

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