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Gefron apreende 86 kg de drogas transportadas por 4 homens que cruzavam a fronteira a pé

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O Grupo Especial de Fronteira (Gefron) apreendeu 86 quilos de entorpecentes nesta segunda-feira (27.05), perto do assentamento Barranqueira, no município de Porto Esperidião (330 km de Cuiabá).

Uma equipe estava em patrulhamento pela região de fronteira quando viu quatro homens carregando entorpecentes em sacos, na modalidade de tráfico de drogas conhecida como “mulas humanas”.

Os policiais deram voz de prisão ao grupo, que abandonou o entorpecente e fugiu pela mata. Ao todo, o Gefron apreendeu 65 quilos de maconha, 19 quilos de pasta base de cocaína, 2 quilos de cloridrato de cocaína, totalizando R$ 457 mil em prejuízo ao crime.

A droga foi encaminhada à Delegacia de Polícia Federal de Cáceres.

Esta ação do Gefron, da Segurança Pública de Mato Grosso (Sesp-MT), é parte da Operação Protetor das Fronteiras e Divisas, que faz o enfrentamento contínuo e integrado ao tráfico de drogas e outros crimes fronteiriços.

Também participam a Delegacia Especial de Fronteira de Cáceres (Defron), da Polícia Civil, Exército e outros órgãos do Ministério da Justiça.

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Fonte: Governo MT – MT

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Polícia Civil celebra com história de dedicação de servidor aposentado

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Nascido em 15 de agosto de 1936, o investigador aposentado Antônio Assunção da Silva se prepara para completar 90 anos. Uma vida longa — e, em grande parte, dedicada a servir, vestindo a missão da Polícia Civil de Mato Grosso, em uma trajetória marcada por coragem, disciplina e amor ao que fazia.

Mais do que números, sua história é feita de vínculos: oito filhos, 16 netos e oito tataranetos — uma família construída ao longo dos anos, lado a lado com a profissão que escolheu.

Conhecido como “cana dura”, pela postura firme e leal, seu Antônio fala do passado com brilho nos olhos. As lembranças vêm carregadas de um tempo em que, segundo ele, o respeito era parte da rotina. “Era um tempo muito bom. Eu gostava muito do meu trabalho. Naquele tempo, o sujeito (o infrator) respeitava a gente”, diz, com a serenidade de quem viveu intensamente cada momento.

Entre tantas histórias, uma permanece viva na memória: o dia em que entrou sozinho na casa de um magistrado, em Juína, diante de um pistoleiro armado. “Eu entrei com a arma longa e falei: ‘é a polícia, você está preso’. E ele se entregou. Aí algemei e coloquei ele na veraneio (modelo das viaturas da época)”, recorda. Um episódio que resume bem o tipo de policial que foi: firme, direto e destemido.

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Natural de Poconé, seu Antônio construiu sua carreira em diferentes cidades de Mato Grosso — Cuiabá, Colíder, Peixoto de Azevedo, Sinop e Guarantã do Norte — até fixar raízes em Juína, onde também encerrou sua trajetória profissional, em 2003. Durante essa trajetória foi condecorado diversas vezes em razão do comprometimento com a instituição.

Mas a aposentadoria não o afastou daquilo que sempre fez parte de sua vida. Hoje, morando no complexo habitacional anexo à Delegacia de Juína, ele segue presente. Caminha pelos corredores, conversa com os policiais da ativa e compartilha histórias que atravessam gerações.

Ali, entre colegas e lembranças, onde é comumente chamado apenas por “Assunção”, ele ganhou um novo nome — talvez o mais simbólico de todos: “Lenda Viva”, por conta dos seus feitos, talentos e proezas notáveis, que o tornou uma pessoa icônica na instituição.

Fonte: Governo MT – MT

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