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Escola de Governo abre segunda turma do curso presencial Análise de Riscos na Nova Lei de Licitações

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A Escola de Governo, por meio da Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag), está com inscrições abertas para a segunda turma de 2023 do curso Análise de Riscos na Nova Lei de Licitações.

A qualificação é aberta a todos os servidores do Poder Executivo e tem como público-alvo os agentes de licitação, pregoeiros, fiscais de contrato e servidores que trabalham na área de aquisições e contratos. Ao todo são ofertadas 60 vagas e possui carga horária de 20h.

O curso tem como objetivo desenvolver competências no uso de ferramentas gerenciais aplicadas ao controle de risco nas aquisições governamentais, facilitar mecanismo de controle de risco, estabelecer boas práticas nas aquisições governamentais, facilitar metodologias na avaliação de riscos inerentes e residuais, entre outros.

A qualificação será ministrada pelo gestor governamental da Seplag, especialista em Gestão de Risco, Waldevino Souza, e acontecerá no Auditório do Parque Massairo Okamura.

Os interessados têm até o dia 10 de fevereiro para se inscrever. As aulas terão início no dia 13 de fevereiro. Para se inscrever clique AQUI.

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Outras informações pelo telefone (65) 3613-3611.

Supervisão de texto: D’Laila Borges

Fonte: GOV MT

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Uso de redes sociais e IA exige atenção dos servidores no período eleitoral

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A partir de 4 de julho, os agentes públicos devem redobrar a atenção ao uso de redes sociais, aplicativos de mensagens e ferramentas de inteligência artificial para evitar condutas vedadas pela legislação eleitoral.

As orientações estão na cartilha elaborada pela Controladoria-Geral do Estado de Mato Grosso (CGE-MT) e pela Procuradoria-Geral do Estado (PGE-MT). O material reúne as principais regras que devem ser observadas pelos agentes públicos do Governo de Mato Grosso nas eleições de 2026.

De acordo com a legislação eleitoral, servidores públicos e demais agentes da administração, como terceirizados, residentes técnicos e estagiários, podem manifestar suas opiniões políticas e apoiar candidatos em suas redes sociais pessoais já que o exercício da cidadania é um direito garantido. Entretanto, essa manifestação deve ocorrer fora do horário de expediente, sem utilização de recursos públicos e sem associação da função pública à propaganda eleitoral.

Aplicativos de mensagens

O uso de aplicativos como WhatsApp e Telegram é permitido para manifestações políticas em caráter pessoal. Contudo, a legislação proíbe o uso da estrutura pública para divulgação eleitoral.

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Entre as condutas vedadas estão: utilizar telefones institucionais para fins de campanha; enviar mensagens políticas durante o horário de trabalho e utilizar listas de contatos obtidas em razão da função pública para divulgação eleitoral.

Inteligência artificial

A inteligência artificial pode ser utilizada para finalidades legítimas, como melhorar a qualidade de imagens e vídeos ou produzir conteúdos digitais. Contudo, é proibido usar essa tecnologia para criar ou divulgar informações falsas que possam influenciar eleitores ou prejudicar candidatos.

Propaganda na internet

A legislação também estabelece regras específicas para a propaganda eleitoral no ambiente digital. É proibida a divulgação de propaganda eleitoral em sites oficiais de órgãos públicos e intranets governamentais.

Quanto ao impulsionamento de conteúdo na internet, somente pode ser realizado por candidatos ou políticos, de acordo com as exigências legais de identificação e contratação.

Atenção às consequências

As regras eleitorais buscam preservar a neutralidade da administração pública e assegurar a igualdade de condições entre os candidatos.

O descumprimento das normas pode resultar em multas, responsabilização administrativa, cassação de registro ou diploma, declaração de inelegibilidade e outras sanções previstas na legislação eleitoral.

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Acesse AQUI a cartilha completa.

Fonte: Governo MT – MT

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