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Corregedoria Participativa: programa que visa aprimorar 1º grau de jurisdição chega a Água Boa

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O Programa Corregedoria Participativa continua a deixar sua marca no aprimoramento do sistema judiciário de Mato Grosso. Nesta quinta-feira (14) chegou a Água Boa (730 km a Leste de Cuiabá). Esta é a 39ª comarca a ser visitada desde o início da gestão do corregedor-geral da Justiça, desembargador Juvenal Pereira da Silva, somando 146 unidades judiciais correicionadas de forma presencial.
 
O programa tem como objetivo aproximar os atores do Sistema de Justiça, aprimorar as rotinas de trabalho e dar celeridade na prestação jurisdicional em todo o Estado. O trabalho de correição é comandado pelo juiz-auxiliar da Corregedoria-Geral de Justiça (CGJ), Emerson Cajango. Na manhã desta quinta-feira (14), antes de proceder com os trabalhos correicionais, Cajango ministrou a palestra “Gestão de Gabinete”.
 
A palestra motivou magistrados e servidores da comarca na busca por melhorias nas suas rotinas de trabalho, contribuindo assim para a agilização da justiça. O juiz diretor de Água Boa em substituição, Jean Louis Maia Dias, elogiou a iniciativa e destacou sua importância para o aprimoramento do sistema judicial local. A Comarca de Água Boa conta ainda com os magistrados Jorge Hassib Ibrahim, Jean Paulo Leão Rufino e Daiane Vaz.
 
O coordenador da Corregedoria, Flávio Paiva, apresentou um panorama do plano de gestão do desembargador Juvenal, destacando a atuação da Central de Processamento Eletrônico (CPE) e o esforço do Judiciário mato-grossense para atender ao programa Justiça 4.0 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Esse esforço inclui a implementação do Juízo 100% Digital e dos Núcleos de Justiça Digital: Núcleo de Justiça Digital de Direito Bancário, Núcleo de Justiça Digital de Execução Fiscal Estadual, Núcleo de Inquéritos Policiais (Nipo), Núcleo de Atuação Estratégica (NAE) e Núcleo de Afastamento e Substituição (NAS).
 
Devido a compromissos na agenda, o corregedor-geral, desembargador Juvenal Pereira da Silva, conversou com o público interno de Água Boa na terça-feira (12). Na oportunidade tirou a foto oficial com magistrados e servidores da comarca, acompanhado pelos juízes-auxiliares Christiane da Costa Marques e Emerson Cajango, além do coordenador da CGJ, Flávio Paiva.
 
Paralelamente às atividades em Água Boa, em colaboração com o Programa Corregedoria Participativa, o juiz Rodrigo Curvo e dois assessores promoveram a integração na Comarca de Campinápolis (a 658 km a leste de Cuiabá). A juíza-diretora do Fórum de Campinápolis, Lorena Malhado foi a anfitriã do encontro.
#Paratodosverem. Esta matéria possui recursos de texto alternativo para inclusão das pessoas com deficiência visual. Descrição de imagens: 1 – Arte com indicações das comarcas visitadas pelo programa. 2 – Juiz-auxiliar Emerson Cajango ministra palestra “Gestão de Gabinete”. 3 – Coordenador da CGJ apresenta panorama do plano de gestão do desembargador Juvenal. 4 – Foto da Comitiva da CGJ com servidores e magistrados de Água Boa.
 
 
Alcione dos Anjos
Assessoria de Comunicação da CGJ-MT
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Após feminicídio, secretária reforça importância de vítimas de violência manterem medidas protetivas

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A chefe do Gabinete de Enfrentamento à Violência de Gênero contra a Mulher, Mariell Antonini, reforçou a importância das vítimas de violência doméstica confiarem na rede de proteção e manterem as medidas protetivas.

O alerta foi feito após uma mulher, identificada como Gleici Fátima Machado Ritter, de 37 anos, ser assassinada a tiros, nesta terça-feira (23.6), em Guarantã do Norte. O principal suspeito é o companheiro dela, de 33 anos. O crime está sendo investigado pela Polícia Civil como feminicídio consumado.

Ele já possuía um longo histórico de violência doméstica contra a vítima. Em novembro de 2025, após um pedido feito pela própria vítima, a medida protetiva que existia contra o investigado foi revogada e ele voltou a responder ao processo em liberdade.

“É importante que toda mulher compreenda que o rompimento do ciclo da violência nem sempre é um processo simples. Muitas vezes, existem obstáculos relacionados à dependência afetiva, dependência econômica, medo, preconceito e outros fatores que dificultam a tomada de decisão. Por isso, é fundamental buscar apoio, acreditar na rede de proteção e no sistema de Justiça”, destacou.

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Segundo Mariell Antonini, a violência doméstica costuma seguir um ciclo que tende a se agravar ao longo do tempo.

“A violência é cíclica e, muitas vezes, começa com sinais que podem parecer menos graves, mas pode evoluir para situações cada vez mais letais, culminando na morte da vítima. Ameaças e agressões precisam ser compreendidas como sinais de alerta, e a busca por ajuda deve acontecer o quanto antes”, afirmou.

As primeiras denúncias contra o suspeito foram registradas em 2023, quando Gleici procurou as autoridades para relatar episódios de violência doméstica. Em 2024, novas intervenções policiais ocorreram por crimes como lesão corporal, injúria e posse irregular de arma de fogo, todos envolvendo o mesmo casal.

Já em julho de 2025, o suspeito foi preso em flagrante por lesão corporal no contexto de violência doméstica, após a vítima acionar as forças de segurança. Na ocasião, foram concedidas medidas protetivas de urgência em favor de Gleici. Meses depois, entretanto, a vítima solicitou a revogação da medida, o que resultou na liberdade do suspeito.

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Fonte: Governo MT – MT

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