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MATO GROSSO

Corpo de Bombeiros inaugura nova unidade em Comodoro nesta segunda-feira (18)

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MATO GROSSO

O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) inaugura, nesta segunda-feira (18.8), às 10h, a sede do 5º Núcleo Bombeiro Militar (5º NBM), no município de Comodoro (a 640 km de Cuiabá). A nova unidade operacional é fruto de uma parceria entre o Corpo de Bombeiros Militar e a Prefeitura Municipal, e integra um conjunto de ações do Estado voltadas à ampliação e qualificação dos serviços de emergência prestados à população.

Foram investidos aproximadamente R$ 5 milhões na implantação, estruturação e operação da unidade. Desse montante, R$ 3,6 milhões correspondem a investimentos operacionais, entre viaturas, equipamentos e efetivo.

A unidade beneficiará diretamente os municípios de Comodoro, Nova Lacerda, Campos de Júlio e Rondolândia.

Com essa nova entrega, o Corpo de Bombeiros Militar passa a contar com 27 unidades operacionais, incluindo o Grupo de Aviação Bombeiro Militar “GAvBM”, distribuídas em 25 municípios de Mato Grosso, ampliando o atendimento para quase 80% da população mato-grossense.

Participam da inauguração o comandante-geral do CBMMT, coronel BM Flávio Glêdson Vieira Bezerra; o secretário de Estado de Segurança Pública, coronel PM César Augusto de Camargo Roveri; o prefeito de Comodoro, Rogério Vilela Victor de Oliveira; entre outras autoridades do município.

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Serviço
Corpo de Bombeiros inaugura nova unidade em Comodoro
Data: Segunda-feira (18.8)
Horário: 10h
Local: 5º NBM – Av. Paraná esquina com a Rua das Itaúbas, bairro Cristo Rei, Comodoro

Fonte: Governo MT – MT

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MP MT

MP ajuíza medida para proteger criança contra exposição indevida

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A Promotoria de Justiça de Colniza (a 1.065 km de Cuiabá) ajuizou, nesta quarta-feira (12), uma medida de proteção em favor de uma criança residente no município que vem sendo exposta indevidamente nas redes sociais por meio da divulgação de vídeos contendo seu relato sobre supostos abusos sofridos. A atuação do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) foi motivada pela ampla circulação de gravações nas quais a vítima aparece narrando fatos que já são objeto de investigação criminal e de ação penal em tramitação no Poder Judiciário.Diante da repercussão do caso e da exposição da criança, o MPMT adotou providências para garantir a preservação de seus direitos fundamentais, especialmente a dignidade, a integridade psicológica, a privacidade e a proteção da imagem.Na ação, o Ministério Público requereu a adoção de medidas urgentes voltadas à proteção integral da vítima, entre elas a proibição de novas divulgações de fotos, vídeos ou relatos que possam possibilitar sua identificação, bem como a remoção imediata dos conteúdos já publicados em redes sociais e plataformas digitais. Também foi solicitado que o Conselho Tutelar realize diligências para avaliar as condições de proteção e cuidado oferecidas à criança no ambiente familiar.Além disso, o MPMT pediu o acompanhamento psicológico e assistencial da criança e de seus familiares, a realização de estudo psicossocial por equipe técnica do Poder Judiciário e, de forma excepcional, a possibilidade de acolhimento institucional caso seja constatada situação de risco grave ou insuficiência da rede familiar de proteção. As medidas têm como finalidade resguardar a integridade física, emocional e psicológica da vítima e evitar sua revitimização.De acordo com o promotor de Justiça Bruno Barros Pereira, é importante esclarecer que os fatos divulgados não se referem a uma denúncia recente. O caso teve início em 2023, quando a criança foi ouvida por meio do procedimento de escuta especializada. Em 2025, foi instaurado inquérito policial para apuração dos fatos, posteriormente concluído e encaminhado ao Ministério Público. Após a conclusão da investigação policial, em março de 2026, o MPMT ofereceu denúncia criminal, que foi recebida pela Justiça e segue em regular tramitação.“O Ministério Público entende que a divulgação pública de vídeos e relatos envolvendo crianças e adolescentes vítimas de violência pode causar revitimização e graves prejuízos emocionais, sobretudo quando expõe sua identidade e detalhes de situações traumáticas”, ressaltou o promotor de Justiça.

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Foto: Imagem ilustrativa | Magnific.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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