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Corpo de Bombeiros captura jiboia e jabuti que estavam em perímetro urbano

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) realizou, no sábado (17.1), o resgate de dois animais silvestres que se encontravam em perímetro urbano, em diferentes municípios do Estado.

A primeira ocorrência foi registrada no período vespertino, no setor Vila Aeroporto, no município de Alto Araguaia (423 km de Cuiabá). O 1º Núcleo Bombeiro Militar (1º NBM) foi acionado por moradores da localidade, por meio do número funcional, após a visualização de uma cobra solta no perímetro urbano.

De imediato, a equipe do 1º NBM se deslocou ao endereço informado, onde constataram que se tratava de uma serpente não peçonhenta da espécie jiboia.

Para realizar a captura da serpente, os bombeiros adotaram técnicas adequadas e seguras, garantindo a integridade do animal durante o procedimento. Em seguida, o animal foi transportado até um local apropriado, onde foi solto novamente em seu habitat natural.

Ainda no sábado, por volta das 19h45, equipes da 13ª Companhia Independente Bombeiro Militar (13ª CIBM) foram acionadas via 193 para o resgate de um animal silvestre da espécie jabuti-vermelho, que se encontrava na via pública, na Avenida Tessele Júnior, no município de Lucas do Rio Verde (332 km de Cuiabá).

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O animal foi resgatado pela equipe, avaliado e constatado que estava saudável, sem lesões aparentes e com bom estado nutricional.

Após a realização do manejo adequado, o jabuti foi devolvido ao seu habitat natural, sendo solto em uma área de reserva ambiental.

Fonte: Governo MT – MT

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Edital da Secel viabiliza inventário do Patrimônio Imaterial das Redeiras de Limpo Grande

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O edital “Inventários de Patrimônio Imaterial de Mato Grosso – edição Política Nacional Aldir Blanc (Pnab”, promovido pela Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT), está viabilizando a documentação dos saberes seculares das redeiras de Limpo Grande, em Várzea Grande.

Realizado pela Associação Tece Arte, o projeto vai, pela primeira vez, transformar o “saber-fazer” das artesãs locais em um acervo documental definitivo. O objetivo é transformar esse “segredo de família” em um guia de consulta digital para pesquisadores, estudantes e entusiastas da arte popular de todo o mundo.

“Não estamos registrando apenas um objeto de decoração, mas uma tecnologia ancestral de resistência feminina. Mais do que fios e nós, o que se produz em Limpo Grande é memória viva “, afirma a coordenadora do projeto, Ester Moreira Almeida.

O Inventário do Patrimônio Imaterial das Redeiras de Limpo Grande utiliza um registro minucioso de imagens e depoimentos para mapear todo o processo — desde a colheita e preparo da matéria-prima até o acabamento dos padrões que deram fama nacional às redes de Várzea Grande. Com lançamento previsto para junho deste ano, o projeto está na fase de entrevistas.

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Por décadas, a técnica da tecelagem em Limpo Grande residiu apenas na tradição oral, passada de mãe para filha sob o som ritmado dos teares de madeira. O projeto, agora, mergulha nesse universo para registrar o que antes era invisível: os nomes dos pontos, a simbologia das cores e os relatos de resistência das mulheres que transformaram o artesanato em sustento e voz.

Para Ester, o inventário é um tributo à autonomia das mestras redeiras, preservando a tecelagem como símbolo de orgulho e desenvolvimento social.

“Ao sistematizar esse conhecimento, a Associação Tece Arte, com apoio da Secel, não apenas protege o passado, mas projeta o futuro. O projeto reafirma que, enquanto houver mãos tecendo em Limpo Grande, o patrimônio brasileiro continuará pulsando”, conclui.

(Com informações da Assessoria)

Fonte: Governo MT – MT

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