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MATO GROSSO

Comarca de São José dos Quatro Marcos realiza ciclo de Círculos de Paz em quatro escolas da cidade

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MATO GROSSO

A equipe da Justiça Restaurativa na Comarca de São José dos Quatro Marcos realizou um ciclo de Círculos de Paz em quatro escolas do município.
 
Os círculos foram destinados aos profissionais de educação que trabalham nas escolas, com o objetivo de melhorar o ambiente de trabalho, promover a cultura da pacificação social e abrir um canal de escuta para esses profissionais.
 
Escola Estadual Bertoldo Freire, Escola Estadual Lourenço Peruchi, Escola Estadual Marechal Rondon e Unidade Educacional Roseli Nunes.
 
“As meninas amaram o encontro, foi maravilhoso e muito lindo. Queriam até ficar mais tempo, foi muito bom”, disse Ana Luiza Camargo, coordenadora da instituição Roseli Nunes.
 
A iniciativa foi realizada pela facilitadora Sandra de Lima Longhi, agente da infância e juventude da Comarca de São José dos Quatro Marcos. Ela enfatiza que a realização do Círculo de Paz representa um instrumento significativo de trabalho na comarca.
 
“A atividade junto às instituições de ensino tem trazido resultados muito positivos na convivência e relacionamento, em razão deste momento crítico que ainda vivenciamos. Muitas pessoas ainda vivenciam seus desafios quando retomam seus trabalhos presenciais, como educadores e estudantes, ainda com desafios do medo e a dor de suas perdas. A construção dos círculos de paz vem fortalecendo a dinâmica do relacionamento, convivência e comunicação com todos”, afirma a facilitadora.
 
#Paratodosverem
Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual.
Descrição da imagem: foto vertical colorida das mãos dos participantes do círculo de paz. Mãos de homens e mulheres estão estendidas em formato de círculo em cima de objetos lúdicos, como recortes de papéis, corações e pelúcias.
 
 
Mylena Petrucelli
Coordenadoria de Comunicação do TJMT
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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MP MT

MP ajuíza medida para proteger criança contra exposição indevida

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A Promotoria de Justiça de Colniza (a 1.065 km de Cuiabá) ajuizou, nesta quarta-feira (12), uma medida de proteção em favor de uma criança residente no município que vem sendo exposta indevidamente nas redes sociais por meio da divulgação de vídeos contendo seu relato sobre supostos abusos sofridos. A atuação do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) foi motivada pela ampla circulação de gravações nas quais a vítima aparece narrando fatos que já são objeto de investigação criminal e de ação penal em tramitação no Poder Judiciário.Diante da repercussão do caso e da exposição da criança, o MPMT adotou providências para garantir a preservação de seus direitos fundamentais, especialmente a dignidade, a integridade psicológica, a privacidade e a proteção da imagem.Na ação, o Ministério Público requereu a adoção de medidas urgentes voltadas à proteção integral da vítima, entre elas a proibição de novas divulgações de fotos, vídeos ou relatos que possam possibilitar sua identificação, bem como a remoção imediata dos conteúdos já publicados em redes sociais e plataformas digitais. Também foi solicitado que o Conselho Tutelar realize diligências para avaliar as condições de proteção e cuidado oferecidas à criança no ambiente familiar.Além disso, o MPMT pediu o acompanhamento psicológico e assistencial da criança e de seus familiares, a realização de estudo psicossocial por equipe técnica do Poder Judiciário e, de forma excepcional, a possibilidade de acolhimento institucional caso seja constatada situação de risco grave ou insuficiência da rede familiar de proteção. As medidas têm como finalidade resguardar a integridade física, emocional e psicológica da vítima e evitar sua revitimização.De acordo com o promotor de Justiça Bruno Barros Pereira, é importante esclarecer que os fatos divulgados não se referem a uma denúncia recente. O caso teve início em 2023, quando a criança foi ouvida por meio do procedimento de escuta especializada. Em 2025, foi instaurado inquérito policial para apuração dos fatos, posteriormente concluído e encaminhado ao Ministério Público. Após a conclusão da investigação policial, em março de 2026, o MPMT ofereceu denúncia criminal, que foi recebida pela Justiça e segue em regular tramitação.“O Ministério Público entende que a divulgação pública de vídeos e relatos envolvendo crianças e adolescentes vítimas de violência pode causar revitimização e graves prejuízos emocionais, sobretudo quando expõe sua identidade e detalhes de situações traumáticas”, ressaltou o promotor de Justiça.

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Foto: Imagem ilustrativa | Magnific.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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