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Apae amplia atividades pedagógicas com apoio das doações recebidas pelo Nota MT

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João Guilherme, de um ano de idade, há alguns meses iniciou sessões de fisioterapia na Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) de Peixoto de Azevedo (691 km ao norte de Cuiabá).  A entidade, cadastrada na Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc), atende 73 alunos que frequentam diariamente a unidade no período vespertino e participam de várias atividades para desenvolver o lado motor e cognitivo.

Graças ao programa Nota MT, a instituição tem recebido recursos, por meio da indicação feita pelos participantes premiados. Deste modo, vem conseguindo atender crianças como João, que é portador da Trissomia do 21, popularmente conhecida como Síndrome de Down.

“Além de frequentar a salinha para desenvolvimento e contato social, ele faz fisioterapia. É possível notar o desenvolvimento dele significativamente na questão motora, social e intelectual”, conta Suellen Nogueira, mãe de João. Para ela, é importante ter um olhar mais carinhoso para a instituição.

“Tanto com ajudas e parcerias financeiras, como visitar as crianças que frequentam. Uma pequena visita, uma pequena ajuda pode mudar o destino de muitas crianças que frequentam a Apae. A participação do Governo também é fundamental”.

A entidade atende bebês, crianças e adultos com deficiência intelectual que precisam de um acompanhamento mais detalhado e específico. Eles fazem atividades pedagógicas em casa, aulas de educação física, natação, fisioterapia e, agora, também há acompanhamento com os estagiários de psicologia. Apesar de bem estruturada, a Apae de Peixoto sempre necessita de auxílio financeiro para pagar as contas mensais.

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“Toda ajuda é sempre muito bem-vinda”, conta a coordenadora da Apae, Juliane Graciele Tiecker. A entidade tem recebido recursos do programa Nota MT, pela indicação feita pelos participantes premiados. “Com essa ajuda, conseguimos construir parte da sala para atividade de educação física. A gente participa desse projeto há algum tempo e também conta com recursos de fora, de outros parceiros e doadores”.

NOTA MT

O programa do Governo do Estado, lançado em junho de 2019, incentiva os contribuintes a pedirem para colocar o CPF na nota fiscal de cada compra realizada. A entidade recebe recursos com o participante premiado. Das 200 entidades inscritas no Nota MT que estão com cadastro ativo na Setasc, até o momento, 188 já foram premiadas. Desde o início até o sorteio de fevereiro, as entidades foram contempladas com o total de R$ 4 milhões.

Outra opção do contribuinte que participa do programa, é a doação de notas fiscais, por meio do Doe Sua Nota. A funcionalidade do Programa Nota MT, da Secretaria de Fazenda (Sefaz), faz doações direcionadas para entidades sociais escolhidas por cada pessoa, sem necessidade de sorteio.

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A secretária Adjunta de Cidadania da Setasc, Rosineide Porcionato, explica que para participar do programa, a entidade precisa se inscrever junto à Setasc, enviando e-mail para o endereço: [email protected], com o título “Cadastramento de Entidade – Nome da Entidade”, com toda a documentação exigida pelo Edital 001/2019. A documentação deverá estar legível em PDF.

Para demais informações: (65) 3613-5726 ou procurar a secretaria, no setor Cidadania e Inclusão Socioprodutiva, localizada na Rua Jornalista Amaro de Figueiredo Falcão, lote 285 – bairro CPA 1, Cuiabá (MT). 

Visita

A equipe da Setasc, liderada pelo secretário adjunto de Assuntos Comunitários, Edio Martins, esteve na unidade da Apae de Peixoto de Azevedo, para conhecer a estrutura, o corpo docente e os alunos, a pedido do presidente da União das Associações de Moradores de Bairro de Peixoto de Azevedo, Franchagas Silva Rodrigues.

“É importante essa aproximação com as entidades que atendem a sociedade. Podemos ver a importância do Nota MT para instituições como a Apae. É preciso incentivar a população a cadastrar no programa e fazer a indicação da entidade”, pontuou Edio Martins.

Fonte: GOV MT

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“Ficou muito melhor fazer o cadastro aqui com a ajuda da equipe”, afirmou pescador em Rondonópolis

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A rotina de quem vive da pesca começa cedo, exige paciência e, muitas vezes, enfrenta desafios que vão além das águas dos rios. Em Rondonópolis, pescadores profissionais artesanais que participaram do cadastramento presencial do Repesca compartilharam histórias de trabalho, dificuldades e esperança durante a ação promovida pelo Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc-MT).

O atendimento ocorreu nos dias 17 e 18 de junho, no Ganha Tempo de Rondonópolis, com o objetivo de auxiliar pescadores na realização de novos cadastros e na atualização de informações para acesso ao programa. A iniciativa já passou pelos municípios de Poconé e Santo Antônio de Leverger e seguirá para Cáceres nos dias 22 e 23 de junho.


Foto: Darlene Marques | Setasc-MT

Morador de Rondonópolis, Laércio Dias conhece de perto a realidade de quem depende da pesca para sobreviver. Acostumado a pescar nas águas do Rio Vermelho, ele conta que o atendimento presencial facilitou o processo de cadastramento.

“Ficou muito melhor fazer o cadastro aqui com a ajuda da equipe. Sozinho é difícil, porque a gente nem sempre tem conhecimento para fazer tudo pela internet. Esse auxílio vai ajudar muito. Nós sofremos bastante com as dificuldades da pesca e com as mudanças que aconteceram nos últimos anos. Qualquer ajuda faz diferença dentro de casa”, afirmou.

A pescadora Lucinete Ferreira Batista também carrega uma história construída às margens dos rios da região. Moradora da comunidade Vila Nova, próxima a Juscimeira, ela conta que cresceu convivendo com a pesca e transformou a atividade em complemento essencial para a renda familiar.

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Durante muitos anos, Lucinete enfrentou longas jornadas de canoa pelos rios da região. Chegava a permanecer três ou quatro dias pescando para conseguir vender o pescado e garantir recursos para despesas básicas da casa.


Foto: Darlene Marques | Setasc-MT

“Eu subia o rio de canoa e ficava dias pescando para conseguir um dinheirinho. Era assim que eu ajudava a comprar alimento, pagar energia e manter a casa. Minha renda era muito baixa e a pesca sempre ajudou a complementar”, relembrou.

Atualmente morando sozinha e vivendo com recursos limitados, ela acredita que o Repesca poderá trazer mais tranquilidade para o orçamento.

“Vai ajudar bastante. Hoje eu moro sozinha e tenho pouca renda. Tudo que vier para ajudar faz diferença. A pesca sempre foi minha vida e continua sendo minha forma de sobreviver”, disse.

A relação com os rios também faz parte da trajetória de Vanusa de Oliveira. Há mais de 15 anos na atividade, ela e o marido sustentaram a família por meio da pesca artesanal e criaram os filhos às margens dos rios da região.

Segundo Vanusa, a atividade se tornou mais difícil nos últimos anos, exigindo ainda mais esforço dos pescadores para garantir o sustento da família.


Foto: Layse Ávila | Setasc-MT

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“No começo era mais fácil. A gente conseguia pescar mais e tirar o sustento da família. Hoje está mais difícil, mas continuamos lutando porque é da pesca que vivemos. Eu e meu marido dependemos disso para sobreviver”, relatou.

Mãe de cinco filhos, ela conta que toda a família foi criada com os recursos obtidos na atividade pesqueira. Atualmente, faz trabalhos temporários quando surgem oportunidades, mas ainda depende da pesca como principal fonte de renda.

“Minhas contas estão atrasadas e os bicos nem sempre aparecem. Muitas vezes passo o dia inteiro no rio para conseguir um peixe e garantir comida dentro de casa. Esse auxílio chega em uma hora importante e vai ajudar muito a nossa família”, afirmou.

O Repesca é destinado aos pescadores profissionais artesanais que exercem a atividade de forma autônoma, individualmente ou em regime de economia familiar, sem vínculo empregatício, e que tenham a pesca como principal meio de subsistência. A iniciativa do Governo de Mato Grosso busca garantir proteção social e apoio financeiro aos trabalhadores impactados pelas mudanças na atividade pesqueira.


Foto: Darlene Marques | Setasc-MT

Para os pescadores atendidos em Rondonópolis, o programa representa mais do que um auxílio financeiro. É o reconhecimento de uma atividade que há gerações garante o sustento de milhares de famílias mato-grossenses e mantém viva uma tradição construída às margens dos rios do Estado.

Fonte: Governo MT – MT

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