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São Paulo vence o Atlético-GO nos pênaltis e está na final da Sul-Americana

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Nesta quinta-feira (08.09), o São Paulo enfrentou o Atlético-GO no Morumbi pelo jogo de volta da semifinal da CONMEBOL Sul-Americana 2022 e venceu os visitantes por 2 a 0 no tempo normal, com dois gols de Patrick, e por 4 a 2 nos pênaltis, classificando-se para a decisão da competição continental.

O Tricolor iniciou a partida com Felipe Alves no gol; Igor Vinícius, Diego Costa, Léo e Reinaldo, na defesa; Gabriel, Rodrigo Nestor, Alisson e Patrick no meio de campo e, por fim, Luciano e Calleri no ataque.

E foi no ataque que os são-paulinos começaram. A pressão inicial deu resultado logo aos três minutos: Alisou cruzou na área, a zaga rebateu, Luciano arrematou para o gol e, no rebote do goleiro, Patrick, completou para as redes: 1 a 0!

O São Paulo continuou na ofensiva e perdeu uma chance com Luciano, aos 11 minutos. Três minutos depois, a bola sobrou para Calleri, na área, mandá-la para o gol, mas arbitragem anulou o lance por interpretar falta do atacante. Na sequência, Gabriel sentiu uma contusão e Rogério Ceni colou Pablo Maia em campo, no lugar do volante.

Aos 19 minutos, outra boa chance são-paulina após cobrança de lateral de Reinaldo: Calleri desviou e Alisson arrematou de cabeça, mas por cima do gol. Aos 25, foi a vez de Rodrigo Nestor cruzar e Calleri cabecear com perigo, mas a bola passou rente à trave esquerda do goleiro. Antes do fim da etapa, Calleri teve outra chance de marcar, após cobrança de falta de Reinaldo, mas o arqueiro espalmou para escanteio.

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No segundo tempo, o Tricolor seguiu postado no campo de ataque e criando algumas oportunidades, como aos 4 minutos, com o chute forte de Reinaldo, e aos 8 minutos, com cabeceio de Luciano: ambos os lances foram para fora.

De tanto insistir, a equipe são-paulina foi recompensada aos 18 minutos: Alisson recebeu pela direita e cruzou para a área, onde Patrick se antecipou ao marcador e tocou para as redes! São Paulo 2 a 0!

Aos 34 minutos, Talles Costa e Galoppo entraram no jogo nos lugares de Rodrigo Nestor e Alisson. E faltando dois minutos para o fim do tempo regulamentar, Juan foi para o campo na vaga de Patrick. Nos acréscimos, Galoppo teve duas chances de ampliar, mas a primeira foi para fora e a segunda o goleiro defendeu.

Com o resultado agregado das duas partidas (3 a 3), a vaga para a final foi decidida nos pênaltis: Reinaldo (primeira cobrança), Calleri (segunda), Igor Vinícius (quarta) e Gallopo (quinta). Já Luciano (terceira) perdeu a cobrança. Pelo lado dos visitantes, Wellington Rato (primeira), Shaylon (terceira), já Baralhas (segunda) e Léo Pereira (quarta) desperdiçaram os chutes, mandando a bola para fora. 4 a 2 para o Tricolor nos pênaltis!

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O próximo jogo do São Paulo será domingo, dia 11, no Morumbi. O Tricolor enfrentará o Corinthians pela 26ª rodada do Campeonato Brasileiro. E a grande decisão da CONMEBOL Sul-Americana será no dia 1º de outubro, em Cordoba, na Argentina, contra o Independiente del Valle, do Equador.

FICHA TÉCNICA 

SÃO PAULO 2 (4) x (2) 0 ATLÉTICO-GO 

Competição: Copa Sul-Americana (volta da semifinal) 

Data e hora: 8 de setembro de 2022 (quinta-feira), às 21h30 (de Brasília) Local: Morumbi (São Paulo) 

Árbitro: Dario Herrera (ARG) 

Assistentes: Gabriel Chade (ARG) e Facundo Rodriguez (ARG) 

VAR: Leodán González (URU) 

Cartões amarelos: Wanderson (ATG), Jefferson (ATG) 

Gols: Patrick (SPO), aos 4 min do 1° tempo e aos 18 min do 2° tempo 

SÃO PAULO: Felipe Alves; Igor Vinicius, Diego Costa, Léo e Reinaldo; Gabriel Neves (Pablo Maia), Rodrigo Nestor (Talles Costa), Patrick (Juan) e Alisson (Galoppo); Luciano e Calleri. Técnico: Rogério Ceni. 

ATLÉTICO-GO: Renan; Dudu (Hayner), Wanderson, Klaus e Jefferson; Baralhas, Edson Fernando (Shaylon), Marlon Freitas e Jorginho (Léo Pereira); Wellington Rato e Churín (Ricardinho). Técnico: Eduardo Baptista.

Fonte: Agência Esporte

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Antonelli domina o caos em Mônaco e dispara na liderança do Mundial

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Em uma tarde marcada por acidentes e abandonos em série, o jovem Kimi Antonelli provou por que é a nova sensação da Fórmula 1. O piloto da Mercedes ignorou a pressão das ruas de Monte Carlo e venceu o Grande Prêmio de Mônaco, consolidando uma vantagem ainda mais confortável no topo da tabela do Campeonato de Pilotos. Lewis Hamilton e Isack Hadjar completaram o pódio de uma corrida que viu sete carros ficarem pelo caminho.

A prova começou com um balde de água fria para a Red Bull. Logo na largada, o atual campeão Max Verstappen enfrentou uma falha mecânica crítica, perdendo posições rapidamente até se tornar a primeira baixa do dia. Enquanto isso, Antonelli mantinha a ponta com uma frieza impressionante, abrindo distância para as Ferraris de Hamilton e Charles Leclerc.

Sobrevivência e Estratégia

A corrida de rua, conhecida por não perdoar erros, fez outras vítimas de peso. Nomes como Lando Norris e Valtteri Bottas também abandonaram devido a problemas técnicos. A tranquilidade de Antonelli só foi testada a 20 voltas do fim, quando Lance Stroll colidiu na última curva, forçando a entrada do Safety Car.

O incidente reagrupou o pelotão e abriu uma janela para paradas estratégicas nos boxes. Para alguns pilotos, o Safety Car foi a salvação, permitindo o cumprimento de punições por excesso de velocidade no pit lane sem grandes perdas de posição.

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Drama Local e Pódio Inédito

A relargada trouxe o momento mais dramático para a torcida monegasca. Charles Leclerc, que lutava pelo pódio, sofreu um acidente idêntico ao de Stroll, provocando uma bandeira vermelha para reparos na pista. O abandono do “dono da casa” abriu caminho para Isack Hadjar, que herdou a terceira posição e conquistou seu primeiro pódio com a Red Bull.

Pierre Gasly, que cruzou a linha de chegada em terceiro, acabou despencando na classificação final após ser penalizado em dez segundos por infrações anteriores. Com isso, Oscar Piastri e Liam Lawson herdaram o quarto e quinto lugares, respectivamente.

Feitos Históricos no Pelotão Intermediário

A Racing Bulls celebrou o sexto lugar de Arvid Lindblad, enquanto a Cadillac fez história ao pontuar pela primeira vez na categoria com Sergio Perez, que terminou em décimo. O resultado do mexicano, contudo, segue sob análise dos comissários devido a uma possível largada queimada.

Desempenho do brasileiro Gabriel Bortoleto

Bortoleto começaria a prova em 16º lugar, mas com a falha identificada no seu carro antes da largada, teve que recolher para a garagem da Audi e começar a prova de lá. Ele seguiu sem grandes avanços no decorrer da disputa: fez seu pit stop logo no segundo giro, para trocar os pneus médios pelos duros e estender sua permanência na pista.Por fim, o jovem conseguiu avançar na terceira relargada na 70ª volta: ultrapassou Franco Colapinto, capitalizou a punição de George Russell e também o abandono de Carlos Sainz – que rodou após um toque de rodas com Nico Hulkenberg. Após a bandeirada, o alemão foi punido em 10s pelo incidente, alçando Bortoleto do 13º ao 12º lugar.

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Resultado

  1. Kimi Antonelli (Mercedes)
  2. Lewis Hamilton (Ferrari) +6s271
  3. Isack Hadjar (Red Bull) +23s394
  4. Oscar Piastri (McLaren) +24s261
  5. Liam Lawson (Racing Bulls) +26s553
  6. Arvid Lindblad (Racing Bulls) +29s010
  7. Pierre Gasly (Alpine) +30s369
  8. Alexander Albon (Williams) +33s413
  9. Esteban Ocon (Haas) +37s140
  10. Sergio Pérez (Cadillac) +39s153
  11. Fernando Alonso (Aston Martin) +41s899
  12. Gabriel Bortoleto (Audi) +42s748
  13. George Russell (Mercedes) +43s353
  14. Nico Hulkenberg (Audi) +44s102
  15. Franco Colapinto (Alpine) +48s964

Fonte: Esportes

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