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Em jogo fraco tecnicamente, Brasil goleia a Coreia do Sul por 5×1

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Brasil x Coreia do Sul - Amistoso da Seleção Brasileira no Seoul World Cup, em Seul. Raphinha, Richarlison, Alex Sandro, Paquetá Créditos: Lucas Figueiredo/CBF

Em amistoso de preparação para a Copa do Mundo FIFA Qatar 2022, a Seleção Brasileira goleou a Coreia do Sul por 5 a 1, na manhã desta quinta-feira (2), no Seoul World Cup Stadium. Dando sequência aos compromissos de junho, a Canarinho volta a campo na próxima segunda-feira para encarar o Japão.

O jogo

A Seleção Brasileira começou o jogo em alta intensidade, pressionando tanto no ataque, quanto na defesa e não demorou para abrir a contagem no marcador. Antes da rede balançar oficialmente, Thiago Silva teve gol anulado por impedimento e Paquetá parou em boa defesa do goleiro coreano.

Mas, aos sete, em jogada bem trabalhada no setor ofensivo, Richarlison transformou o domínio brazuca em vantagem no placar. O lance teve início do lado direito com Raphinha, que fez a inversão para Paquetá, o camisa 7 deixou para Neymar, que achou Alex Sandro, o lateral invadiu a área e tocou para o meio, Fred bateu de primeira e, enfim, Richarlison completou para o fundo da meta.

No embalo do gol, o Brasil teve chances para ampliar ainda antes dos dez minutos. Depois de roubada de bola de Paquetá, Neymar tocou para Raphinha, que mandou por cima da trave. Na sequência, Fred arriscou da entrada da área e também mandou para fora. Do outro lado do campo, Weverton salvou a Seleção nas finalizações de Hwang e Son. Mas, aos 30 minutos, Hwang Ui-Jo recebeu bom passe na área e deixou tudo igual para a Coreia.

Querendo retomar a vantagem, a Canarinho voltou a pressionar no ataque. Na marca dos 37, Richarlison e Daniel Alves pararam em boas defesas do goleiro Kim. Durante o lance, Alex Sandro sofreu falta na área e com auxílio do VAR o árbitro marcou pênalti. Com a bola marca da cal, Neymar bateu com extrema categoria sem chances para o arqueiro coreano, aos 41: 2 a 1. Minutos antes do intervalo, Thiago Silva novamente pelo alto quase fez o terceiro, mas acertou o poste e na sobra Casemiro errou o alvo.

No segundo tempo, a Seleção Brasileira manteve o ritmo e voltou a acumular chances. Paquetá, aos sete, recebeu passe açucarado de Neymar e viu Kim salvar mais uma. Três minutos depois, Alex Sandro sofreu novo pênalti e novamente Neymar bateu com segurança para fazer 3 a 1. Tentando uma resposta rápida, a Coreia assustou com Hwang In-Beom, mas Weverton fez grande defesa para o Brasil.

Insistindo no ataque, o time brazuca chegou com perigo em finalizações de Raphinha, Richarlison e Vini Jr. Mas foi com Philippe Coutinho que a Canarinho anotou mais um. Aos 34 minutos, o camisa 11 aproveitou uma sobra dentro da área e acertou o ângulo da meta adversária.

De novo buscando responder com rapidez, os coreanos assustaram com Hwang Hee-Chan e Son, só que mais uma vez Weverton brilhou debaixo do poste. Sem tirar o pé do acelerador, a Seleção continuou pressionando. Matheus Cunha, aos 40, parou em Kim. E, nos acréscimos, Gabriel Jesus fez bela jogada individual e bateu bonito para fechar a conta em Seul: 5 a 1.

Brasil: Weverton, Dani Alves, Thiago Silva, Marquinhos, Alex Sandro; Casemiro (Fabinho), Fred (Bruno Guimarães), Neymar Jr (Philippe Coutinho); Raphinha (Gabriel Jesus), Lucas Paquetá (Matheus Cunha) e Richarlison (Vini Jr). Técnico: Tite

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Antonelli domina o caos em Mônaco e dispara na liderança do Mundial

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Em uma tarde marcada por acidentes e abandonos em série, o jovem Kimi Antonelli provou por que é a nova sensação da Fórmula 1. O piloto da Mercedes ignorou a pressão das ruas de Monte Carlo e venceu o Grande Prêmio de Mônaco, consolidando uma vantagem ainda mais confortável no topo da tabela do Campeonato de Pilotos. Lewis Hamilton e Isack Hadjar completaram o pódio de uma corrida que viu sete carros ficarem pelo caminho.

A prova começou com um balde de água fria para a Red Bull. Logo na largada, o atual campeão Max Verstappen enfrentou uma falha mecânica crítica, perdendo posições rapidamente até se tornar a primeira baixa do dia. Enquanto isso, Antonelli mantinha a ponta com uma frieza impressionante, abrindo distância para as Ferraris de Hamilton e Charles Leclerc.

Sobrevivência e Estratégia

A corrida de rua, conhecida por não perdoar erros, fez outras vítimas de peso. Nomes como Lando Norris e Valtteri Bottas também abandonaram devido a problemas técnicos. A tranquilidade de Antonelli só foi testada a 20 voltas do fim, quando Lance Stroll colidiu na última curva, forçando a entrada do Safety Car.

O incidente reagrupou o pelotão e abriu uma janela para paradas estratégicas nos boxes. Para alguns pilotos, o Safety Car foi a salvação, permitindo o cumprimento de punições por excesso de velocidade no pit lane sem grandes perdas de posição.

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Drama Local e Pódio Inédito

A relargada trouxe o momento mais dramático para a torcida monegasca. Charles Leclerc, que lutava pelo pódio, sofreu um acidente idêntico ao de Stroll, provocando uma bandeira vermelha para reparos na pista. O abandono do “dono da casa” abriu caminho para Isack Hadjar, que herdou a terceira posição e conquistou seu primeiro pódio com a Red Bull.

Pierre Gasly, que cruzou a linha de chegada em terceiro, acabou despencando na classificação final após ser penalizado em dez segundos por infrações anteriores. Com isso, Oscar Piastri e Liam Lawson herdaram o quarto e quinto lugares, respectivamente.

Feitos Históricos no Pelotão Intermediário

A Racing Bulls celebrou o sexto lugar de Arvid Lindblad, enquanto a Cadillac fez história ao pontuar pela primeira vez na categoria com Sergio Perez, que terminou em décimo. O resultado do mexicano, contudo, segue sob análise dos comissários devido a uma possível largada queimada.

Desempenho do brasileiro Gabriel Bortoleto

Bortoleto começaria a prova em 16º lugar, mas com a falha identificada no seu carro antes da largada, teve que recolher para a garagem da Audi e começar a prova de lá. Ele seguiu sem grandes avanços no decorrer da disputa: fez seu pit stop logo no segundo giro, para trocar os pneus médios pelos duros e estender sua permanência na pista.Por fim, o jovem conseguiu avançar na terceira relargada na 70ª volta: ultrapassou Franco Colapinto, capitalizou a punição de George Russell e também o abandono de Carlos Sainz – que rodou após um toque de rodas com Nico Hulkenberg. Após a bandeirada, o alemão foi punido em 10s pelo incidente, alçando Bortoleto do 13º ao 12º lugar.

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Resultado

  1. Kimi Antonelli (Mercedes)
  2. Lewis Hamilton (Ferrari) +6s271
  3. Isack Hadjar (Red Bull) +23s394
  4. Oscar Piastri (McLaren) +24s261
  5. Liam Lawson (Racing Bulls) +26s553
  6. Arvid Lindblad (Racing Bulls) +29s010
  7. Pierre Gasly (Alpine) +30s369
  8. Alexander Albon (Williams) +33s413
  9. Esteban Ocon (Haas) +37s140
  10. Sergio Pérez (Cadillac) +39s153
  11. Fernando Alonso (Aston Martin) +41s899
  12. Gabriel Bortoleto (Audi) +42s748
  13. George Russell (Mercedes) +43s353
  14. Nico Hulkenberg (Audi) +44s102
  15. Franco Colapinto (Alpine) +48s964

Fonte: Esportes

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