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Pnae integra conjunto de ações voltadas à segurança alimentar

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O Brasil permanece fora do Mapa da Fome, conforme o relatório O Estado da Segurança Alimentar e Nutrição no Mundo 2026, publicado pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO/ONU). O indicador considera países em que menos de 2,5% da população enfrenta subnutrição crônica. O Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae), executado pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), autarquia vinculada ao Ministério da Educação (MEC), estabelece diretrizes para a alimentação escolar e prevê a oferta de refeições aos estudantes matriculados na educação básica pública durante o período letivo. 

Instituído pela Lei nº 11.947/2009, o Pnae contempla estudantes da educação infantil, do ensino fundamental, do ensino médio, da educação de jovens e adultos (EJA), além da educação indígena, quilombola e de povos e comunidades tradicionais.  

Atualmente, cerca de 39 milhões de estudantes matriculados em aproximadamente 145 mil escolas públicas são atendidos pelo programa. Ao longo do ano letivo, a rede pública oferta aproximadamente 50 milhões de refeições por dia, totalizando cerca de 10 bilhões de refeições.  

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Além da oferta regular de refeições, o Pnae estabelece parâmetros nutricionais para os cardápios elaborados por nutricionistas responsáveis técnicos. As refeições devem considerar a faixa etária dos estudantes, os hábitos alimentares regionais, a sazonalidade dos alimentos, a disponibilidade da produção local e as especificidades de estudantes indígenas, quilombolas e de outros povos e comunidades tradicionais.  

As normas do programa também disciplinam a composição dos cardápios. A legislação prevê que, no mínimo, 85% dos recursos destinados à aquisição de alimentos sejam utilizados na compra de produtos in natura ou minimamente processados. Para alimentos processados e ultraprocessados, o limite é de até 10% dos recursos financeiros do programa.  

Agricultura familiar Outro aspecto previsto na legislação é o incentivo à aquisição de alimentos produzidos pela agricultura familiar. Desde 2026, pelo menos 45% dos recursos financeiros repassados pelo FNDE para a alimentação escolar devem ser destinados à compra direta desses produtores, incluindo produtos oriundos da pesca artesanal e da aquicultura familiar. 

Nesse contexto, 2026 foi instituído como o Ano do Pescado na Alimentação Escolar, iniciativa que reforça o incentivo à inclusão desse alimento nos cardápios das redes de ensino. Fonte de proteínas de alto valor biológico, ácidos graxos ômega-3, vitaminas e minerais essenciais, o pescado contribui para uma alimentação diversificada e equilibrada durante a infância e a adolescência. 

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Permanência De acordo com organismos internacionais, como a FAO/ONU, a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) e o Programa Mundial de Alimentos (WFP), os programas de alimentação escolar estão associados à frequência dos estudantes, à permanência na escola e ao acesso regular à alimentação durante o período letivo.  

No Brasil, o Pnae prevê a oferta diária de alimentação escolar nas unidades públicas de ensino. Para parte dos estudantes atendidos pela rede pública, as refeições ofertadas na escola integram a alimentação diária durante o período letivo. O programa também contempla ações de educação alimentar e nutricional desenvolvidas pelas redes de ensino, com atividades voltadas ao conhecimento sobre alimentação adequada e hábitos alimentares.  

 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações do FNDE 

Fonte: Ministério da Educação

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Último dia para preencher o Retrato da Educação Infantil

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Termina nesta segunda-feira, 27 de julho, o prazo para o preenchimento do Levantamento Nacional – Retrato da Educação Infantil no Brasil. A iniciativa do Ministério da Educação (MEC), conduzida por meio da Secretaria de Educação Básica (SEB), busca coletar dados atualizados sobre a gestão da demanda por vagas em creches e pré-escolas em todo o país. Até o momento, cerca de 99% dos municípios brasileiros já enviaram suas respostas. A participação de todos os municípios e do Distrito Federal é fundamental para a consolidação de um panorama fidedigno sobre o acesso e o planejamento da educação infantil no território nacional.  

Como preencher – O questionário on-line deve ser respondido pelo secretário municipal de Educação ou responsável indicado. O acesso é feito por meio de link enviado ao endereço eletrônico cadastrado no Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle do Ministério da Educação (Simec). Alternativamente, o gestor pode acessar diretamente a plataforma do Simec, entrar na opção “Questionários”, no menu superior da tela, e selecionar o banner “Retrato da Educação Infantil”. O preenchimento leva cerca de 30 minutos, e o sistema permite salvar as informações para continuidade posterior, sem perda de dados.   

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Materiais e suporte técnico – Para apoiar os gestores na etapa final de envio, o MEC disponibiliza materiais auxiliares, como o Manual de Preenchimento, a seção de Perguntas Frequentes e o questionário em formato PDF para consulta prévia. Dúvidas técnicas ou solicitações de orientações podem ser encaminhadas exclusivamente para o e-mail [email protected]

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Básica (SEB)

Fonte: Ministério da Educação

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