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Prefeitura de Sinop e entidades alertam empresários sobre prazo para regularização do alvará

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Sinop

A Prefeitura de Sinop, por meio da Secretaria Municipal de Finanças e Orçamento, reforça o alerta aos empresários sobre o encerramento do prazo para regularização e emissão do alvará de funcionamento, que termina no dia 28 de fevereiro. A partir dessa data, empresas que permanecerem irregulares não terão o alvará 2026 emitido, podendo sofrer contratempos e sanções administrativas.

O alerta foi feito na manhã desta quarta-feira (12), em entrevista coletiva concedida pela Prefeitura de Sinop, em parceria com diversos órgãos públicos, privados e representativos de classe — Associação Comercial e Empresarial de Sinop (Aces), Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), Associação Sinopense dos Contadores e Contabilistas (Asccont), Conselho Regional de Contabilidade (CRC-MT), Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Corpo de Bombeiros, Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), União das Entidades de Sinop (Unesin), entre outras entidades.

Conforme destacou a secretária de Finanças e Orçamento, Ivete Mallmann, o prazo foi prorrogado pela Prefeitura ao final de 2025, com aprovação da Câmara de Vereadores, a pedido dos órgãos e entidades representativas do setor empresarial, para que os empreendedores tivessem mais tempo para se adequar e se regularizar.

“Preocupados justamente com a classe empresarial, a pedido das entidades, o município, juntamente com a Câmara, fez uma alteração legislativa, por meio da qual prorrogamos a vigência do alvará de 2025 até o dia 28 de fevereiro. O intuito dessa alteração é que as empresas possam se organizar nesse período e encaminhar as demais licenças, sejam elas ambientais, do Corpo de Bombeiros ou, em especial, da Vigilância Sanitária”, explicou Mallmann.

Ivete também lembrou as possíveis consequências para quem não se regularizar. “A não emissão do alvará 2026, em razão de irregularidades na empresa, pode gerar sanções, desde multa até a interdição do estabelecimento, dependendo da atividade”, afirmou.

O secretário de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, Klayton Gonçalves, acrescentou que a ausência do alvará pode gerar impactos diretos na atividade empresarial, especialmente em segmentos regulados. “Se você não tiver esse alvará, fornecedores de matéria-prima, principalmente em empresas ligadas à área da saúde, podem bloquear o fornecimento. Muitas vezes, o empresário deixa o prazo passar e só percebe a gravidade quando já está impedido de operar”, alertou.

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Klayton fez questão de pontuar que o Poder Público Municipal não tem qualquer intenção de penalizar ou prejudicar os empresários. “Por isso estamos aqui, fazendo esse alerta, para que os empreendedores do nosso município cumpram o prazo e estejam devidamente regularizados”, disse.

O representante da Associação Comercial e Empresarial de Sinop (Aces), Cleyton Laurindo, destacou que a prorrogação foi uma conquista, resultado de diálogo institucional, e que, a partir de agora, cabe aos empresários cumprir o prazo. “Gerir bem o seu negócio não significa apenas lucrar, mas também respeitar a legislação em todos os seus aspectos. Agora o prazo está correndo, está se esgotando, e todos nós precisamos tomar as providências para cumprir o que a lei determina”, pontuou.

Representando o Conselho Regional de Contabilidade (CRC-MT), Maria de Fátima explicou que o papel do contador ocorre após a regularização estrutural do imóvel. “A nossa parcela é incluir no sistema da Redesim [Rede Nacional para a Simplificação do Registro e da Legalização de Empresas e Negócios] aquilo que já está regularizado na questão estrutural. Por isso, a orientação é que o empresário busque os profissionais habilitados, conforme a necessidade da atividade: engenheiro ambiental, sanitarista, civil ou arquiteto. Somente após essa etapa o contador poderá inserir a documentação no sistema para emissão do alvará pela Secretaria de Finanças”, explicou.

Regularização predial

O diretor da Secretaria de Planejamento Urbano e Habitação, Luiz Magnani, explicou que está em vigor a Lei nº 3.626/2025, conhecida como Lei de Regularização, que trouxe flexibilizações e condições facilitadas para adequação dos imóveis até 2028, mas com prazos intermediários já em andamento.

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Ele esclareceu que a principal exigência neste momento é a regularização estrutural dos prédios comerciais. “A ideia é que consigamos regularizar os prédios — não as empresas em si, mas os imóveis. Às vezes, o prédio tem um alvará de 200 metros, mas possui 300 ou 350 metros construídos. Isso implica na inserção dos dados na Redesim e acaba bloqueando a empresa”, contextualizou.

A nova legislação permite o parcelamento de taxas em até 24 meses e reduziu valores para facilitar a adesão. “Conseguimos reduzir valores para garantir esse atendimento à população, que era uma grande reclamação do empresariado”, destacou.

Magnani fez um chamamento aos proprietários de imóveis comerciais: “Conclamamos todos os empresários, principalmente os proprietários de prédios, para que venham à Secretaria de Planejamento Urbano e Habitação com seus engenheiros ou arquitetos, para que possamos corrigir esses problemas e permitir que funcionem regularmente no município”.

Orientações práticas para emissão do alvará de funcionamento

A orientação da Prefeitura é que o empresário:

  • Procure engenheiro ou arquiteto para regularização estrutural do imóvel;

  • Providencie licenças ambientais, sanitárias ou do Corpo de Bombeiros, conforme a atividade;

  • Regularize pendências junto à Secretaria de Planejamento Urbano e Habitação;

  • Encaminhe a documentação ao seu contador de confiança para inserção na Rede Nacional para a Simplificação do Registro e da Legalização de Empresas e Negócios (Redesim);

  • Solicite a emissão do alvará até 28 de fevereiro.

A recomendação é que os empreendedores busquem a regularização o quanto antes, evitando deixar para a última hora. “Não espere, não aguarde o último prazo, busque a sua regularização”, reforçou Ivete.

Fonte: Assessoria de Comunicação
Autor: Weslley Mtchaell

Fonte: Prefeitura de Sinop – MT

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ExpoNorte já movimenta economia de Sinop antes da abertura e injeta mais de R$ 10 milhões no comércio e setor de serviços

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Mesmo antes da abertura oficial, a ExpoNorte 2026 já impulsiona fortemente a economia de Sinop. Considerada uma das maiores e mais importantes feiras do agronegócio das regiões Norte do Estado de Mato Grosso e Centro-Oeste do país, o evento tem provocado um intenso giro econômico no município, especialmente nos setores de prestação de serviços, comércio de estruturas, hotelaria, alimentação, logística e mão de obra especializada.

Em apenas um mês de montagem da megaestrutura, aproximadamente mil pessoas já trabalharam direta e indiretamente no local, além da contratação de mais de 32 fornecedores locais, consolidando um impacto econômico superior a R$ 10 milhões já injetados na economia sinopense, antes mesmo do início oficial da programação.

A movimentação econômica é impulsionada principalmente pela grandiosidade da estrutura montada no Interpark. A edição deste ano contará com o maior palco entre exposições agropecuárias de Mato Grosso, com 74 metros de frente de palco e impressionantes 700 metros de painéis de LED, superando inclusive estruturas de grandes turnês internacionais — como a da cantora Shakira, que utilizou cerca de 560 metros de LED e 62 metros de boca de palco.

A cadeia econômica envolvida na montagem é ampla e movimenta desde empresas de estruturas metálicas, som, iluminação, montagem, segurança, limpeza, alimentação e transporte, até pequenos prestadores de serviços, fornecedores de materiais e trabalhadores autônomos. Para a Prefeitura de Sinop, o fortalecimento da ExpoNorte representa não apenas entretenimento e valorização cultural, mas também uma importante política de desenvolvimento econômico local.

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Por meio da Lei Municipal nº 3.448/2025, o município investe R$ 1,5 milhão na realização da festa, compreendendo o potencial econômico do evento para geração de renda, fortalecimento do comércio e incentivo ao turismo de negócios.

Com base na pesquisa realizada pela Fundação Getulio Vargas (FGV) e divulgada pelo Ministério da Cultura, estima-se que cada R$ 1 investido em cultura pode gerar até R$ 7,59 em retorno econômico e social local. Considerando apenas o aporte municipal, a projeção é de que a ExpoNorte possa movimentar aproximadamente R$ 11,3 milhões na economia da cidade, ampliando receitas indiretas para comerciantes, ambulantes, prestadores de serviço, hotéis, restaurantes e diversos segmentos ligados à cadeia produtiva do evento.

O secretário de Desenvolvimento Econômico, José Pedro Serafini, destacou que eventos de grande porte são fundamentais para fortalecer a economia local, gerar oportunidades e atrair novos investimentos.

“Quando o município investe em um grande evento como a ExpoNorte, ele não está investindo apenas em entretenimento. Está investindo em geração de emprego, fortalecimento do comércio, renda para os prestadores de serviço e valorização dos empreendedores locais. A movimentação começa muito antes da abertura dos portões, com empresas sendo contratadas, trabalhadores empregados e dinheiro circulando na cidade. Esse é o papel de uma gestão que entende o desenvolvimento econômico como algo integrado e permanente”, afirmou.

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O organizador da ExpoNorte, Daniel Coutinho, reforçou que o impacto econômico da feira gera reflexos diretos na vida de centenas de famílias sinopenses e no fortalecimento das empresas locais.

“Em cerca de um mês de montagem, já tivemos aproximadamente mil pessoas trabalhando direta e indiretamente, mais de 32 fornecedores locais contratados e milhões circulando na economia da cidade. Isso significa pai e mãe de família trabalhando, empresas locais vendendo, prestando serviço, contratando gente e gerando renda, o evento vai muito além dos dias de programação, alcançando setores como metalurgia, locação de estruturas, elétrica, comunicação visual, alimentação, hotelaria, transporte, limpeza e segurança, consolidando a ExpoNorte como uma das principais vitrines econômicas e de negócios do Norte de Mato Grosso.

A ExpoNorte 2026 ocorre entre os dias 22 e 31 de maio, no Interpark, reunindo shows nacionais, rodeio, leilões, palestras técnicas, parque de diversões e praça de alimentação. Entre as atrações musicais confirmadas estão Matheus & Kauan, Mato Grosso & Mathias e Léo Foguete.

Fonte: Assessoria de Comunicação
Autor: Roneir Corrêa

Fonte: Prefeitura de Sinop – MT

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