CUIABÁ
Search
Close this search box.

Alta Floresta

Produtores rurais devem ficar atentos ao prazo para a Declaração do ITR 2026

Publicado em

Alta Floresta

A Prefeitura Municipal de Alta Floresta, por meio da Secretaria Municipal de Fazenda e da Diretoria de Fiscalização Tributária, orienta os proprietários e produtores rurais do município sobre o prazo para a entrega da Declaração do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (DITR) referente ao exercício de 2026.

De acordo com a Receita Federal, o prazo para apresentação da declaração terá início em 10 de agosto de 2026 e se estenderá até 30 de setembro de 2026. A orientação é que os contribuintes se organizem antecipadamente para reunir a documentação necessária e realizar o procedimento dentro do período estabelecido.

A DITR deve ser apresentada por pessoas físicas ou jurídicas que sejam proprietárias de imóvel rural, titulares do domínio útil ou possuidoras do imóvel, observadas as situações de imunidade e isenção previstas na legislação.

Entrega dentro do prazo evita multas

O cumprimento do prazo é importante para garantir a regularidade fiscal do contribuinte e evitar a aplicação de penalidades.

A entrega da DITR após o prazo estabelecido pela Receita Federal sujeita o contribuinte à multa de 1% ao mês-calendário ou fração de atraso, calculada sobre o valor do imposto devido, respeitado o valor mínimo de R$ 50,00.

Leia Também:  Prefeito Chico Gamba anuncia Luciana de Fátima Souza como nova secretária municipal de Saúde de Alta Floresta

Por isso, a Secretaria Municipal de Fazenda orienta os produtores rurais a não deixarem o procedimento para os últimos dias, evitando possíveis dificuldades relacionadas ao acesso aos sistemas, à organização dos documentos ou ao preenchimento das informações.

VTN 2026

Entre as informações utilizadas para a apuração do ITR está o Valor da Terra Nua (VTN). Para facilitar o acesso dos contribuintes às informações referentes ao exercício de 2026, a Prefeitura Municipal de Alta Floresta disponibiliza em seu site os dados relativos ao VTN 2026.

O contribuinte deve observar as informações correspondentes ao seu imóvel e utilizar os dados de acordo com as orientações da Receita Federal. Em caso de dúvidas quanto ao preenchimento da declaração ou à situação específica do imóvel, a recomendação é procurar um contador ou profissional habilitado.

Como realizar a declaração

A Declaração do ITR 2026 deve ser realizada por meio dos sistemas disponibilizados pela Receita Federal. O contribuinte deve preencher as informações solicitadas e transmitir a declaração dentro do prazo estabelecido.

Leia Também:  Julho Verde reforça a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de cabeça e pescoço

A Receita Federal também disponibiliza orientações específicas sobre o preenchimento, transmissão e pagamento do imposto.

O imposto apurado poderá ser pago em até quatro quotas iguais, mensais e sucessivas, observadas as condições estabelecidas pela Receita Federal. Para o exercício de 2026, a quota única ou a primeira quota tem vencimento em 30 de setembro.

Prefeitura reforça orientação aos produtores

A Prefeitura de Alta Floresta reforça a importância de os proprietários e produtores rurais se anteciparem ao prazo e verificarem a documentação necessária para a realização da declaração.

O cumprimento das obrigações tributárias dentro dos prazos estabelecidos contribui para a manutenção da regularidade fiscal e evita a incidência de multas e outros transtornos decorrentes do atraso.

Prazo para entrega da DITR 2026: de 10 de agosto a 30 de setembro de 2026.

Informações:
Prefeitura Municipal de Alta Floresta
Secretaria Municipal de Fazenda
Diretoria de Fiscalização Tributária

Fonte: Prefeitura Municipal de Alta Floresta

Propaganda

Alta Floresta

Alta Floresta Não Atropela inicia segunda etapa com oito novas pontes de dossel para proteção da fauna

Publicados

em

A Prefeitura Municipal de Alta Floresta, por meio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, lançou nesta segunda-feira (10) a segunda etapa do projeto Alta Floresta Não Atropela, iniciativa voltada à proteção da fauna silvestre e à redução do risco de atropelamentos de animais nas áreas urbanas do município. A nova fase prevê a implantação de oito novas pontes de dossel, ampliando a estrutura criada durante a primeira etapa do projeto.
A primeira fase contou com sete pontos de travessia para animais arborícolas e, ao longo de quase dois anos de monitoramento, foram registradas mais de 17 mil passagens de animais pelas estruturas instaladas. O resultado demonstra a utilização das pontes de dossel pela fauna e reforça a importância da iniciativa para garantir deslocamentos mais seguros entre fragmentos florestais separados por ruas e avenidas.
Com a segunda etapa, o projeto amplia sua atuação para novos pontos estratégicos, localizados em áreas de corredores verdes cortados pela malha viária urbana. As estruturas têm como objetivo restabelecer a conectividade entre fragmentos florestais e oferecer uma alternativa segura para a circulação de primatas e outros animais arborícolas.
A secretária municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável destacou que a ampliação do projeto está diretamente relacionada aos resultados alcançados na primeira etapa e representa um avanço nas ações de conservação da biodiversidade de Alta Floresta.
“Se estamos lançando a segunda fase é porque a primeira teve um grande sucesso. Ao longo de quase dois anos, foram mais de 17 mil travessias em sete pontos de dossel já instalados. Agora, serão mais oito pontos estratégicos em corredores verdes cortados por ruas e avenidas”, explicou.
Segundo a secretária, as estruturas permitem restabelecer a conexão entre fragmentos florestais e oferecem condições mais seguras para que os animais realizem seus deslocamentos.
“Essas pontes vêm dar conectividade, reconectando esses fragmentos florestais e dando condições para os nossos primatas e outros animais arborícolas atravessarem essas ruas e avenidas com segurança. E quando falamos em segurança, também estamos falando da segurança dos pedestres que utilizam essas vias”, acrescentou.
O projeto contempla a proteção de diferentes espécies que utilizam a área urbana e seu entorno como parte de seus deslocamentos. Entre elas está o zogue-zogue, primata que ocorre na região e se tornou um dos símbolos da biodiversidade de Alta Floresta.
A segunda etapa do projeto também conta com a participação da Energisa Mato Grosso, responsável por intervenções na rede elétrica próxima aos pontos onde as pontes de dossel foram implantadas.
As adequações contribuem para reduzir os riscos de acidentes envolvendo a rede elétrica e tornam as travessias mais seguras para os animais que utilizam as estruturas. A iniciativa também reforça a integração entre infraestrutura urbana e conservação ambiental.
Para o presidente da Energisa Mato Grosso, Marcelo Vinhaes, o projeto demonstra que ações de infraestrutura podem ser realizadas de forma integrada às estratégias de preservação da fauna.
“Projetos como o Alta Floresta Não Atropela mostram que é possível conciliar infraestrutura e conservação ambiental quando as instituições trabalham juntas. A preservação da fauna também passa pela forma como a cidade é planejada. Ao adequar a rede elétrica nos pontos onde essas travessias foram implantadas, ajudamos a reduzir riscos para os animais e fortalecemos uma iniciativa que beneficia toda a região, sem abrir mão da qualidade do fornecimento de energia à população”, afirmou.
Durante o lançamento da segunda etapa, o prefeito de Alta Floresta, Chico Gamba, destacou os resultados obtidos desde a implantação das primeiras estruturas e a importância da participação de diferentes instituições para a continuidade da iniciativa.
“Já tivemos a primeira etapa, com sete pontes, e registramos mais de 17 mil passagens desses animais. Agora iniciamos a segunda etapa, com mais oito pontes. É um projeto que envolve muitos parceiros e que vem apresentando resultados positivos”, afirmou.
O prefeito também ressaltou que, nos pontos onde as estruturas foram instaladas durante a primeira fase, não foram registrados atropelamentos de animais, resultado que reforça a importância da continuidade da iniciativa.
“Temos a certeza de que, com as pontes que já foram implantadas, conseguimos reduzir os atropelamentos e agora, com a segunda etapa, vamos ampliar ainda mais essa proteção”, destacou.
Para Chico Gamba, a preservação da fauna também representa uma oportunidade para fortalecer o turismo de natureza no município, especialmente diante da diversidade ambiental existente em Alta Floresta.
“Temos uma região muito diversificada, com floresta, rios, fauna e uma grande variedade de aves. Isso faz com que possamos atrair cada vez mais turistas. O projeto Alta Floresta Não Atropela também pode se tornar uma referência, não apenas para o município, mas para outras cidades e regiões que buscam conciliar desenvolvimento, infraestrutura e preservação ambiental”, afirmou.
Além da função ambiental, as pontes de dossel podem contribuir para ampliar as possibilidades de observação da fauna e fortalecer o turismo de natureza em Alta Floresta.
O município está inserido no Portal da Amazônia e possui expressiva diversidade de espécies, tornando a conservação dos corredores ecológicos uma estratégia importante para a proteção da fauna e para a valorização do patrimônio natural.
A possibilidade de acompanhar a passagem dos animais pelas estruturas, aliada à existência de outros atrativos naturais da região, amplia o potencial para atividades de educação ambiental, pesquisa e turismo de observação.
O zogue-zogue ocupa posição de destaque nesse contexto. A espécie é um dos símbolos da biodiversidade local e representa a importância da preservação dos ambientes naturais que ainda permanecem conectados dentro e no entorno do município.
O projeto Alta Floresta Não Atropela teve início a partir de uma iniciativa voltada à proteção da fauna local e, desde então, passou a reunir diferentes instituições e entidades em torno de uma estratégia conjunta de conservação.
A ampliação para a segunda etapa demonstra a continuidade das ações e o compromisso com a proteção da biodiversidade. Com novas pontes de dossel, adequações na rede elétrica e atuação integrada entre os parceiros, o município amplia a infraestrutura destinada à circulação segura dos animais e fortalece os corredores ecológicos existentes na área urbana.
Os resultados da primeira etapa, com mais de 17 mil travessias registradas, servem como referência para a expansão do projeto e reforçam a importância de políticas públicas que conciliem o planejamento urbano com a conservação ambiental.
A segunda etapa do Alta Floresta Não Atropela representa mais um avanço nas ações de preservação da fauna e dos ambientes naturais do município, fortalecendo uma iniciativa que une conservação ambiental, planejamento urbano, segurança e valorização da biodiversidade de Alta Floresta.

Leia Também:  Alta Floresta realiza ação do Julho Amarelo com vacinação, testagem e orientações em saúde

Fonte: Prefeitura Municipal de Alta Floresta

Continue lendo

CIDADES

POLÍTICA

MULHER

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA