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Saiba como funcionam as bandeiras tarifárias na conta de luz

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As bandeiras tarifárias são utilizadas para sinalizar aos consumidores sobre as condições de custo da geração de energia elétrica no país. Não se trata de uma cobrança adicional na tarifa, mas de um mecanismo de transparência. A medida detalha as informações sobre um custo que já faz parte do fornecimento de energia, permitindo que os consumidores acompanhem as variações e organizem o consumo. 

A definição da bandeira tarifária considera, mensalmente: 

– As condições de operação do sistema elétrico, com base em aspectos como a disponibilidade dos recursos de geração; 

– A necessidade de utilização de diferentes fontes de energia; e

– Os custos estimados para atender à demanda dos consumidores.

O sistema é aplicado às unidades consumidoras atendidas pelas distribuidoras conectadas ao Sistema Interligado Nacional (SIN), que integra as regiões Sul, Sudeste, Centro-Oeste, Nordeste e parte da Região Norte do país. Cada bandeira indica as condições de geração no momento em que a energia está sendo consumida:

  • Bandeira Verde – Indica condições favoráveis de geração de energia. Não há cobrança adicional na tarifa;
  • Bandeira Amarela – Indica condições de geração menos favoráveis. Há acréscimo de R$ 0,01885 para cada kWh consumido; 
  • Bandeira Vermelha (Patamar 1) – Indica condições mais custosas de geração. Há acréscimo de R$ 0,04463 para cada kWh consumido; e 
  • Bandeira Vermelha (Patamar 2) – Indica condições ainda mais custosas de geração. Há acréscimo de R$ 0,07877 para cada kWh consumido.
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Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: (61) 2032-5759 / (61) 99129-3579 (fins de semana e feriados)
E-mail: [email protected]

Fonte: Ministério de Minas e Energia

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Chegada de voo procedente dos Estados Unidos mobiliza atendimento a pessoas repatriadas em Confins (MG)

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Um voo procedente dos Estados Unidos chegou ao Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, em Confins (MG), à 0h40 desta quinta-feira (23), com 67 pessoas brasileiras repatriadas: 56 homens e 11 mulheres.

Durante os procedimentos de controle migratório realizados pela Polícia Federal, uma pessoa foi detida após a identificação de uma pendência pelos órgãos competentes.

Concluídos os procedimentos iniciais no aeroporto, 57 pessoas seguiram para a estrutura de atendimento temporário disponibilizada para a operação. No local, receberam alimentação, kits de higiene, atendimento psicossocial, assistência em saúde e orientações sobre o deslocamento aos municípios de destino. Outras nove pessoas optaram por seguir viagem por meios próprios.

Também foi oferecida a atualização da caderneta de vacinação às pessoas interessadas. Ao fim da operação, 19 pessoas foram vacinadas, com a aplicação de 58 doses. Estavam disponíveis imunizantes contra sarampo, influenza, hepatite B, febre amarela e dupla bacteriana adulto (difteria e tétano).

A recepção inclui a identificação de demandas imediatas, assistência em saúde, apoio psicossocial e orientações sobre o acesso a serviços públicos e o deslocamento aos municípios de destino.

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A operação conta com o apoio do Centro de Referência em Direitos Humanos para Pessoas Repatriadas e Migrantes (CREDH-RM), localizado no Terminal de Passageiros 1 do Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, em Confins (MG). No espaço, são realizados atendimentos interdisciplinares, escuta qualificada e encaminhamentos conforme as necessidades identificadas.

Leia aqui: Saiba quando e como acionar o Disque 100

Texto: E.G.

Edição: G.O / J.C.

Atendimento exclusivo à imprensa:

[email protected]

Assessoria de Comunicação Social do MDHC

(61) 2027-3538

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Fonte: Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania

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