AGRONEGÓCIO
Rondônia Rural Show 2025 aposta em tecnologia e sustentabilidade
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Com mais de 600 expositores confirmados e foco em inovação, a Rondônia Rural Show Internacional 2025 acontece entre os dias 26 e 31 de maio, em Ji-Paraná (370km da capital, Porto Velho), consolidando-se como uma das principais vitrines do agronegócio brasileiro.
A feira, que reúne representantes do campo, da indústria e de empresas do setor, será novamente palco para demonstrações de tecnologias agrícolas, negócios, debates sobre sustentabilidade e fortalecimento do comércio rural.
O evento, que já atrai participantes de diferentes estados e até do exterior, é uma oportunidade única para agricultores e pecuaristas conhecerem as novidades do setor e ampliarem seus contatos. A feira apresenta uma ampla programação, com exposições de máquinas e equipamentos, vitrines tecnológicas, animais, insumos agrícolas, oficinas, palestras e demonstrações práticas no campo.
Mais do que mostrar produtos, a Rondônia Rural Show promove o desenvolvimento do setor produtivo com foco em eficiência, inovação e rentabilidade. A organização destaca que a estrutura está sendo planejada para garantir conforto aos expositores e visitantes, com áreas adequadas para negócios, experimentações tecnológicas e integração entre empresas, produtores e pesquisadores.
Nesta edição, a expectativa é bater recordes de público e volume de negócios, com atenção especial à sustentabilidade. O tema “Do campo ao futuro” reforça o compromisso com práticas agrícolas modernas e responsáveis, que aliem produtividade ao uso consciente dos recursos naturais.
A feira também reforça a importância econômica do agronegócio para Rondônia e o Brasil. Por meio da aproximação entre o setor público, produtores e empresas, o evento se torna uma plataforma estratégica para fortalecer cadeias produtivas e abrir portas para o comércio internacional.
Reconhecida por impulsionar o comércio local, regional e nacional, a Rondônia Rural Show também tem papel relevante na valorização do pequeno e médio produtor. Além de espaço para negócios, é um momento de aprendizado, troca de experiências e acesso direto a tecnologias que fazem a diferença no dia a dia da produção.
Com uma programação intensa e ambiente favorável para parcerias, a edição de 2025 promete colocar Ji-Paraná mais uma vez no centro das atenções do agronegócio nacional. A entrada é gratuita e o público esperado é de milhares de visitantes durante os seis dias de evento.
Para mais informações, clique aqui.
Fonte: Pensar Agro
AGRONEGÓCIO
Guerra Irã-EUA eleva preços de fertilizantes e já pressiona custos da safra 2026/2027
A escalada do conflito entre Estados Unidos e Irã já provoca impacto direto sobre os custos do agro. Os preços da ureia subiram entre 33% e 48% nas últimas semanas, enquanto a amônia anidra avançou cerca de 39%, em um movimento puxado pela alta do gás natural e pelas restrições logísticas no Estreito de Ormuz, rota estratégica para exportação de insumos.
O Brasil, que importa cerca de 85% dos fertilizantes que consome, segundo a Associação Nacional para Difusão de Adubos (ANDA), sente o reflexo imediato. Parte relevante da ureia utilizada no País vem do Oriente Médio, o que amplia a exposição ao conflito e eleva o risco de novos aumentos no curto prazo.
O impacto ocorre justamente no momento de planejamento da safra 2026/27. Com custos mais altos, produtores começam a rever estratégias, postergar compras e buscar alternativas para reduzir o peso dos insumos no orçamento, especialmente em culturas como soja e milho, mais intensivas em fertilização.
Além da matéria-prima, o frete também entrou na equação. A tensão na região elevou o preço do petróleo e aumentou o custo do transporte marítimo, pressionando ainda mais o preço final dos fertilizantes no Brasil.
Diante desse cenário, o governo federal discute medidas para amortecer o impacto. Entre as alternativas está a criação de um mecanismo de subvenção para fertilizantes dentro do Plano Safra 2026/27, com uso de crédito subsidiado para reduzir o custo ao produtor.
Outra frente envolve ações estruturais. O governo pretende ampliar a produção nacional por meio do Plano Nacional de Fertilizantes e de linhas de financiamento via Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), na tentativa de reduzir a dependência externa, considerada um dos principais gargalos do setor.
Do lado produtivo, a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) tem pressionado por medidas emergenciais, como a redução de custos logísticos e tributários, incluindo pedidos de isenção do Adicional de Frete para Renovação da Marinha Mercante (AFRMM), taxa cobrada sobre o transporte marítimo, que encarece a importação de fertilizantes.
Na prática, a combinação de alta dos insumos, frete mais caro e incerteza geopolítica cria um ambiente de maior risco para o produtor. A definição dos custos da próxima safra deve ocorrer sob volatilidade elevada, com impacto direto sobre margem e decisão de plantio.
Fonte: Pensar Agro
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