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AGRONEGÓCIO

Referência no agronegócio nacional, Cepea completa 40 anos

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AGRONEGÓCIO

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Cepea, 03/10/2022 – O Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, completa 40 anos de atividades em 2022. Referência no País quando o assunto é o agronegócio, o Cepea foi inicialmente criado em 1981 por um grupo de professores do Departamento de Economia, Administração e Sociologia da Esalq/USP, como “Centro de Pesquisas em Economia Agrícola”, mas teve o primeiro projeto executado em 1982. Em dezembro de 1996, então, o grupo passou a ser chamado de “Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada”.

HISTÓRICO – Os primeiros a solicitarem oficialmente projetos ao Cepea, por volta de 1982, foram instituições públicas estaduais e federais, como a Secretaria de Indústria e Comércio de São Paulo, CNPq, Capes, Finep e Fapesp, tendo demanda também do Banco Mundial.

Em outubro de 1986, o Cepea lançou a revista “Preços Agrícolas” com o apoio de alguns patrocinadores. A publicação, com periodicidade mensal, foi extinta em julho de 2001, somando 173 edições.

Nos primeiros anos da década de 90, a então Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM&F), atual B3, iniciou contatos com o Cepea para a elaboração de Indicadores de preços de commodities agropecuárias, que viriam a orientar os contratos no mercado futuro desses produtos.

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A assinatura do primeiro contrato com a então BM&F ocorreu em dezembro de 1993, quando surge o Indicador do Boi ESALQ/BM&F. Com este acerto, no dia 1º de março do ano seguinte, o Cepea inicia a divulgação do Indicador do Boi que até os dias atuais é usado para liquidação financeira de todos os contratos futuros de boi negociados na B3.

Outros grandes parceiros do Cepea têm sido as agências de notícias. A Agência Estado participa da história do Cepea desde a década de 1990; a Bloomberg se integrou ao grupo em 2001 e a Thomson Reuters, em 2011.

Merecem destaque no histórico do Cepea também parcerias com entidades de classe, como com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), com representantes do setor sucroalcooleiro, do algodão, da mandioca e do leite. No mesmo sentido, indústrias de insumos têm sido apoiadoras de pesquisas que preenchem a lacuna que havia quanto a informações sobre os mercados de frutas e hortaliças.

EQUIPE – Além de professores da Esalq/USP, a equipe do Cepea é formada por pesquisadores mestres e doutores com conhecimentos sobre agronomia, economia, administração e contabilidade, profissionais de comunicação, de tecnologia da informação e estagiários de graduação da Esalq/USP e também de outras universidades. Em média, a equipe Cepea reúne cerca de 150 pessoas.

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Com perfil diferenciado de quaisquer outras instituições de pesquisa em economia do Brasil, o Cepea investe em um modelo de trabalho em que cada membro de sua equipe tem liberdade para exercer sua criatividade e é motivado para se aperfeiçoar continuamente.

HOMENAGEM – Como parte das comemorações de 121 anos da Esalq, completados em junho deste ano, o Cepea recebeu uma homenagem da Escola, pelos 40 anos de relevantes contribuições ao Agronegócio Brasileiro. Na ocasião, o coordenador científico do Cepea, o professor Geraldo Barros, recebeu homenagem entregue pelo professor Paulo Nussenzveig, pró-reitor de pesquisa da USP. Na ocasião, estiveram presentes também o professor Marco Antonio Zago, Presidente da Fapesp, a professora Maria Arminda do Nascimento Arruda, vice-reitora da Universidade de São Paulo, o professor Durval Dourado Neto, Diretor da Esalq, o Dr Evaldo Ferreira Vilela, Presidente do CNPq, entre outros.

Assista ao primeiro vídeo sobre os 40 anos do Cepea:

Fonte: CEPEA

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AGRONEGÓCIO

IBGE revisa safra e reforça posição entre os maiores produtores do país

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O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) elevou em 261,1 mil toneladas a estimativa para a produção agrícola do Paraná em 2026, colocando o estado entre os três maiores ajustes positivos do país no mês de maio. Com a revisão, o Paraná mantém a posição de segundo maior produtor brasileiro de cereais, leguminosas e oleaginosas, respondendo por 13,6% da safra nacional.

A nova projeção acompanha o cenário favorável da agricultura brasileira. Segundo o IBGE, o país deverá colher 350,4 milhões de toneladas de grãos em 2026, um dos maiores volumes da série histórica. Apenas Mato Grosso e Mato Grosso do Sul tiveram acréscimos superiores ao registrado pelo Paraná na comparação com o levantamento anterior.

A soja segue como principal cultura do estado, com produção estimada em 22 milhões de toneladas, volume 2,7% superior ao obtido em 2025. Já o milho de segunda safra, principal aposta dos produtores nesta temporada, teve a projeção elevada para 17,5 milhões de toneladas e representa cerca de 16% da produção nacional da safrinha.

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Nas culturas de inverno, o Paraná continua liderando com folga a produção brasileira de cevada. A colheita está estimada em 552,6 mil toneladas, o equivalente a mais de 80% da produção nacional. A aveia também apresentou revisão positiva e deverá alcançar 256,5 mil toneladas, mantendo o estado entre os principais produtores do país.

Os números reforçam o protagonismo do agronegócio paranaense, sustentado pela diversificação das culturas e pelo elevado nível tecnológico das propriedades. Ao lado do Rio Grande do Sul, o Paraná é um dos pilares da produção agrícola da Região Sul, que responde por mais de um quarto da safra brasileira de grãos.

Fonte: Pensar Agro

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