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HF BRASIL/CEPEA: O que o setor de HF espera para os próximos 20 anos?

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Dentre os pontos mais citados estão: união do setor e reaquecimento da demanda

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Cepea, 08/07/2022 – A equipe da revista Hortifruti Brasil – publicação do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, e que completa 20 anos neste ano –  conversou com importantes agentes do setor de HF e traz na edição de julho o que o setor almeja para as próximas duas décadas.

E praticamente todos os profissionais consultados pela equipe do Cepea citaram dois fatores importantes para o setor de HF nos próximos 20 anos: do lado do setor produtivo, é preciso união. Do lado da demanda, é necessário reverter o atual quadro de diminuição no consumo de frutas e hortaliças.

No caso do primeiro ponto, muito além dos problemas individuais dentro da porteira, questões relevantes devem ser tratadas coletivamente pelo setor produtivo. Como muitas das dificuldades pelas quais passam os produtores são as mesmas, a união é uma forma de aumentar a força e a representatividade do setor. As ações coletivas contribuem com uma melhor coordenação da cadeia como um todo, mas também podem ser uma forma de avanço dos negócios, por meio de um maior poder de comercialização (tanto compra quanto venda).

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Quanto à demanda, tem sido um grande desafio lidar com uma população que ingere cada vez menos frutas e hortaliças. O setor já tem o apelo saudável de seus produtos a seu favor; agora, é vital recuperar o consumo, que está em queda na última década, posicionando as frutas e hortaliças como protagonistas da alimentação do brasileiro. É incentivar o consumo desde a infância, quando os hábitos alimentares começam a ser criados.

Outras necessidades indicadas pelos entrevistados para os próximos 20 anos foram uma produção cada vez mais sustentável e segura ao consumidor, um fortalecimento das redes de pesquisas, uma coordenação da cadeia, visando maior integração, e a economicidade, ou seja, obter o resultado esperado com o menor custo possível. Esse último ponto também foi bastante destacado dentre os agentes do setor, sobretudo diante do cenário atual, de custos inflacionados que desafiam a atividade.

Clique aqui para acessar a revista completa!

ASSESSORIA DE IMPRENSA: Outras informações sobre o mercado de hortifrúti aqui e por meio da Comunicação do Cepea, com a pesquisadora Margarete Boteon: [email protected].

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Fonte: CEPEA

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Workshop discute adequação do Brasil ao Acordo sobre Subsídios à Pesca da OMC

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Com foco na análise de políticas pesqueiras conforme as regras internacionais, foi realizado nesta quinta-feira (17) o primeiro dia de Workshop sobre o Projeto de Diagnóstico de Conformidade do Brasil com o Acordo sobre Subsídios à Pesca da Organização Mundial do Comércio (OMC), na sede do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), em Brasília. O evento é promovido em parceria com o Instituto Nacional de Pesquisas Oceânicas (INPO). O encontro reúne pesquisadores e especialistas das instituições envolvidas.

Durante a programação, a primeira apresentação aborda o Acordo de Subsídios da OMC e o Projeto Fish Fund, com informações sobre regras internacionais relacionadas a subsídios pesqueiros, pesca INDR, estoque sobre pescados e outros subsídios. Assim como o projeto utilizado como referência para o desenvolvimento dos trabalhos no Brasil. Na sequência, são apresentados os resultados preliminares da matriz de subsídios, etapa que busca organizar os diferentes tipos de apoio público relacionados ao setor, permitindo uma visão ampla das políticas existentes. A análise também contempla o Plano Safra, considerando as linhas de crédito, financiamento e demais instrumentos de apoio que abrangem as atividades de pesca e aquicultura.

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O workshop também realiza uma apresentação de resultados preliminares com avaliações de estoques, tema que envolve a análise das informações disponíveis sobre as populações de espécies exploradas pela pesca e constitui um elemento importante para compreender a situação dos recursos pesqueiros e subsidiar sua gestão. Os resultados apresentados evidenciam a necessidade de aumentar o esforço nacional destinado à atualização dos estoques avaliados. A programação inclui ainda uma apresentação sobre a proposta de criação do Programa Permanente de Avaliação de Estoques Pesqueiros (PROESTOQUES), iniciativa apresentada como uma proposta de estrutura permanente para organizar e fortalecer a produção e a sistematização de informações científicas utilizadas na avaliação dos estoques. Nesse contexto, destaca-se que conhecer o estado dos estoques é condição para qualificar a gestão pesqueira e orientar o uso sustentável dos recursos, reforçando a relevância de mecanismos permanentes de produção para subsidiar a tomada de decisões e o ordenamento da atividade pesqueira.

Matheus Silveira
Ministério da Pesca e Aquicultura
[email protected]

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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