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Lourdinha Pereira toma posse no Senado no lugar de Ana Paula Lobato

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O Senado empossou nesta quarta-feira (5) Lourdinha Pereira (PSB-MA), suplente da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), que pediu licença temporária do mandato.

Maria de Lourdes Pereira e Pereira é ex-vereadora do município de Coroatá (MA), com vários mandatos exercidos na cidade e histórico de atuação como presidente da Câmara Municipal.

A nova senadora foi empossada na sala de audiências da Presidência do Senado. A cerimônia foi acompanhada pela senadora Leila Barros (PDT-DF), que representou o presidente Davi Alcolumbre.

Após prestar compromisso regimental, Lourdinha prometeu atuação firme em defesa do Maranhão, no fortalecimento dos municípios, da saúde e da educação. Também defendeu a criação de oportunidades para a juventude do interior e a presença das mulheres em espaços de decisão.

— Recebo a missão com grande senso de responsabilidade. Sou de Coroatá e trago comigo a experiência de quem aprendeu a fazer política perto das pessoas, ouvindo comunidades, vereadores, prefeito e famílias que todos os dias procuram o poder público em busca de respostas — afirmou.

No Senado, o suplente assume temporariamente o cargo quando o titular vira ministro, governador, secretário estadual, secretário municipal de capital ou chefe de missão diplomática temporária. Isso também ocorre em licenças do titular do cargo para tratamento médico por mais de 120 dias.

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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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Homenagem destaca papel do monitor educacional e discute demandas da categoria

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Em homenagem ao Dia do Monitor Educacional — celebrado em 31 de julho —, a Câmara Legislativa realizou sessão solene na manhã desta terça-feira (5). O evento foi uma iniciativa do deputado distrital Jorge Vianna (Democrata), autor da lei que deu origem à data comemorativa.

A solenidade reuniu representantes da categoria e gestores da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEE-DF) para enaltecer o trabalho dos monitores educacionais, principalmente no apoio aos alunos com deficiência. “Os monitores são fundamentais. Sem vocês, provavelmente não teríamos o sucesso da inclusão, embora ainda existam desafios”, analisou a secretária de Educação do DF, Iêdes Braga.

A profissão tem o papel de “suporte operacional às atividades de cuidado, higiene e estímulo de crianças”, conforme definido na lei que regulamenta a carreira de assistência à educação no DF.

Para a coordenadora da Regional de Ensino de Taguatinga, Daniela Freitas, o monitor educacional é uma referência para a comunidade escolar. “Vocês são a ponte entre o professor, o estudante, a família e a gestão da escola. Os monitores criam um vínculo muito importante tanto para os alunos quanto para as mães, que se sentem seguras ao deixar os filhos na escola”, observou a coordenadora.

Rinaldo Morelli/Agência CLDF

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Demandas

De acordo com o monitor e sindicalista Sergio Dionizio, a categoria enfrenta falta de reconhecimento nas escolas e dificuldades com a redistribuição dos monitores. Os profissionais trocam anualmente de escola, o que ocasiona frequentes mudanças na rotina dos trabalhadores. “Nós precisamos do fim da redistribuição ou, pelo menos, que seja feita no ano corrente, não no início do ano seguinte”, pleiteou Sergio. Ele explicou que, dessa forma, os monitores teriam mais tempo e melhores condições para reorganizar suas rotinas e dinâmicas familiares.

A monitora Fabiana Zumba acrescentou que a redistribuição anual dificulta que os monitores sejam reconhecidos pela gestão das escolas e consigam desenvolver suas carreiras profissionais. “É muito difícil concorrer para cargos de gestão quando você é novato todo ano. Demora tempo para ser reconhecido pela gestão e pela comunidade escolar como uma funcionária competente, uma pessoa capacitada. Essa redistribuição acaba nos prejudicando”, constatou Fabiana.

Ao longo da sessão solene, participantes também citaram avanços da categoria, como o aumento da quantidade de monitores na rede pública e a criação da Lei nº 7.889/2026, que exige a disponibilização de equipamentos de proteção individual (EPIs) aos monitores. A legislação, promulgada em maio deste ano, garante o acesso a luvas descartáveis, máscaras faciais e álcool 70%, entre outros itens necessários para o suporte na higiene, alimentação e cuidados pessoais dos alunos.

Rinaldo Morelli/Agência CLDF

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A norma também se aplica aos educadores sociais voluntários, que desempenham funções semelhantes aos monitores, mas na condição de voluntários temporários, não de servidores efetivos. Segundo o autor da lei, deputado Jorge Vianna, a oferta de EPIs é importante porque esses trabalhadores são expostos a secreções e outros fluidos corporais ao desempenharem suas atividades.

Além da questão da salubridade, o parlamentar falou sobre agressões sofridas pelos monitores, como arranhões e tapas por parte de alunos. “Vocês estão com hematomas e ninguém fala nada. Precisamos discutir isso de forma mais séria. Nós não podemos aceitar agressão no ambiente de trabalho com a justificativa de que o aluno não tem controle”, defendeu Jorge Vianna.

Ao final do evento, foi realizada a entrega de moções de louvor. A sessão solene completa está disponível no YouTube da TV Câmara Distrital.

Confira fotos da sessão no Flickr da CLDF

Informamos que a cobertura realizada pela Agência CLDF, durante o
período eletivo, estará ajustada à Lei 9.504/1997 e às orientações da Justiça Eleitoral.

Fonte: Câmara Legislativa – DF

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