Não existe acaso na engrenagem que move o destino de uma nação. Nada é NOVIDADE, tudo é fato, nada mais que FATO.
No tabuleiro do poder, admiro profundamente quem tem em mente a certeza de que é sabedoria aplicar as quatro operações matemáticas na política que se vai à frente. Quem não sabe somar e multiplicar na hora certa, acaba dividindo a própria base e subtraindo as chances de vitória.
É levando isso em consideração que antecipamos o que pode estar por vir. Logo ali, no segundo turno dessas eleições, as máscaras vão cair. Saberemos, com precisão cirúrgica, quem quer unir forças de VERDADE e quem, por pura vaidade, espera um apoio incondicional por se achar dono exclusivo da oportunidade de colocar o BRASIL nos trilhos do progresso.
O grande teste de caráter político reside justamente aí. O progresso só teria valor significativo se o fosse sem dever FAVORES e sem fazer os ACORDOS esdrúxulos e desonestos que costumam fatiar o Estado na surdina das tramas que acontecem por detrás das coxias —vide a eleição e provável reeleição de atual presidente do Senado.
A verdadeira liderança não se vende e nem compra aliados com promessas espúrias, até porque tanto na vida pública como na privada, colhe-se o que se planta através das palavras e das alianças. “Não é possível voltar atrás em tudo o que se diz nem do que se ouve. Portanto, cuida do que falas e seleciona bem de quem escutas.” No calor do processo eleitoral, comprometer-se com a retórica errada ou dar ouvidos a conselheiros mal-intencionados é um caminho que costuma não ter volta.
A matemática do segundo turno não perdoa a soberba e nem o erro de cálculo. Quem estiver enfrentando a esquerda na hora da DISPUTA FINAL precisará, obrigatoriamente, do apoio de TODOS que lutam pela causa conservadora. Não é momento para purismos cegos ou projetos de poder individuais. Diante do abismo, a união consciente é o único caminho viável.
O recado está dado e o cenário desenhado. Não há espaço para hesitação.
O BRASIL PRECISA ENDIREITAR!




