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MATO GROSSO

Corpo de Bombeiros realiza o resgate de duas cobras jiboia em diferentes municípios

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MATO GROSSO

O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) resgatou entre domingo e segunda-feira (19 e 20.4), duas cobras jiboia nos municípios de Lucas do Rio Verde (332 km de Cuiabá) e Guarantã do Norte (709 km da capital).

Em Lucas do Rio Verde, a 13ª Companhia Independente Bombeiro Militar (13ª CIBM) foi acionada na manhã de domingo (19) para capturar uma jiboia avistada às margens da MT-449.

A equipe da 13ª CIBM se deslocou ao local indicado e, ao chegar, foi informada sobre ataques da serpente contra transeuntes e trabalhadores na região.

Rapidamente, os bombeiros iniciaram os procedimentos de contenção e, com os devidos cuidados, realizaram a captura da serpente. Após a avaliação, não sendo constatado nenhum tipo de lesão ou ferimento, o animal foi transportado para um local adequado e solto em seu habitat natural.

Já em Guarantã do Norte, o 4º Núcleo de Bombeiros Militar (4º NBM) foi acionado por volta das 10h45 desta segunda-feira (20) para resgatar uma serpente que estava em frente a uma residência localizada na Avenida dos Canários, no bairro Cotrel.

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No local, a equipe constatou que se tratava de uma cobra da espécie jiboia, com aproximadamente 1,80 metro de comprimento. A equipe do 4º NBM efetuou a captura utilizando técnicas adequadas de manejo, garantindo a segurança da serpente durante a ação.

Após o resgate, a serpente foi transportada e devolvida ao habitat natural, em uma área afastada da zona urbana.

O Corpo de Bombeiros ressalta que, em casos envolvendo animais silvestres, o cidadão deve entrar em contato pelo telefone de emergência 193, solicitando auxílio. Em nenhuma hipótese deve tentar capturar o animal por conta própria.

Fonte: Governo MT – MT

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MP MT

Júri condena filho de ex-deputado por feminicídio e homicídio

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O Conselho de Sentença do Tribunal do Júri de Cuiabá condenou, nesta sexta-feira (31), Carlos Alberto Gomes Bezerra a 36 anos de reclusão pelo feminicídio de Thays Machado e pelo homicídio de Willian César Moreno. O julgamento foi realizado no Fórum da Capital e presidido pela juíza Mônica Catarina Perri Siqueira. Pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), atuou no plenário o promotor de Justiça Vinícius Gahyva.Os crimes ocorreram em janeiro de 2023, no bairro Consil, em Cuiabá. Conforme sustentado pelo Ministério Público, o acusado agiu de forma premeditada e motivado pela inconformidade com o término do relacionamento com Thays Machado.O Conselho de Sentença acolheu integralmente o entendimento do Ministério Público e reconheceu todas as qualificadoras imputadas ao réu. No homicídio de Willian César Moreno, os jurados acolheram as qualificadoras de motivo torpe, emprego de meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima. Já em relação ao feminicídio de Thays Machado, foram reconhecidas as qualificadoras de motivo torpe, emprego de meio cruel, recurso que dificultou a defesa da vítima e feminicídio praticado em contexto de violência doméstica e de gênero.A acusação destacou que o réu monitorava a rotina da vítima, realizava vigilância constante de seus deslocamentos e conhecia detalhadamente seus hábitos, circunstâncias comprovadas por documentos, anotações e materiais apreendidos durante as investigações.Durante os debates, o promotor de Justiça Vinícius Gahyva sustentou que o conjunto probatório revelou um histórico de controle, perseguição e não aceitação do término do relacionamento por parte do acusado. Para o Ministério Público, o feminicídio ocorreu em contexto de violência doméstica e de gênero e foi precedido por uma crescente escalada de monitoramento da rotina da vítima.“Trata-se da personalidade de alguém possessivo, que possui ciúme exacerbado, que enxerga a mulher não como aquela pessoa com quem gostaria de constituir um casal, mas como um objeto. E, evidentemente, como ocorre com toda posse, quando ela é retirada de quem a considera sua propriedade, a reação é violenta, através da repreensão. Foi o que ele fez quando matou duas pessoas”, afirmou o promotor de Justiça Vinícius Gahyva.Conforme sustentado em plenário pelo promotor de Justiça, as investigações demonstraram que o acusado acompanhava a rotina da vítima, mantinha registros de seus deslocamentos e realizava vigilância constante de locais frequentados por ela, circunstâncias que reforçam as qualificadoras apontadas na denúncia.O promotor de Justiça também destacou que foram identificados 914 registros de chamadas entre o acusado e a vítima entre o fim de dezembro de 2022 e a data do crime, além de elementos que evidenciariam vigilância e controle sobre a vida de Thays Machado.Conforme apresentado pelo Ministério Público, todos os disparos que atingiram Thays ocorreram pelas costas, reforçando a tese de que as vítimas não tiveram qualquer possibilidade de defesa.Após a decisão do Conselho de Sentença, a juíza Mônica Catarina Perri Siqueira fixou a pena de 36 anos de reclusão para Carlos Alberto Gomes Bezerra. O réu permanecerá preso para cumprimento da condenação, nos termos definidos na sentença.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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