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MATO GROSSO

Secel divulga resultados finais dos editais Diretor Estreante e Documentário Temático

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MATO GROSSO

A Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT) divulgou os resultados finais da seleção de 16 projetos contemplados nos editais Documentário Temático e Diretor Estreante, ambos da Lei Paulo Gustavo. Os documentos estão disponíveis no site da instituição, dentro do menu Editais da Cultura.

Os resultados das seleções foram publicados nesta terça-feira (13.08) conforme cronograma de execução dos editais.

Em relação ao Edital Fomento Audiovisual – Documentário Temático, foram selecionados seis projetos de curta-metragem (duração entre 10 e 15 minutos) no formato de documentário. Os filmes deverão apresentar territórios culturais tradicionais ou mestres da cultura ligados a um território. A seleção pública conta com R$ 900 mil de investimentos.

No Edital Fomento Audiovisual – Diretor Estreante foram selecionados dez projetos de curta-metragem (10 a 15 minutos de duração), que receberão investimento total de R$ 1,5 milhão. Vale ressaltar que são obras de diretores que não realizaram nenhum trabalho audiovisual anterior com recurso público, e nem possuem filmes com certificação da Ancine. Os formatos de apresentação incluem ficção, documentário ou animação.

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Ao todo, o Governo de Mato Grosso lançou 15 seleções públicas dentro do leque de editais da Lei Paulo Gustavo para desenvolvimento de mais de 300 projetos culturais no audiovisual, patrimônio histórico e museus, expressões artísticas, identidade, economia criativa e literatura.

Serviço
Resultado final da fase de seleção

Edital Fomento Audiovisual – Documentário Temático: AQUI
Edital Fomento Audiovisual – Diretor Estreante: AQUI

Fonte: Governo MT – MT

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MP MT

Júri condena filho de ex-deputado por feminicídio e homicídio

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O Conselho de Sentença do Tribunal do Júri de Cuiabá condenou, nesta sexta-feira (31), Carlos Alberto Gomes Bezerra a 36 anos de reclusão pelo feminicídio de Thays Machado e pelo homicídio de Willian César Moreno. O julgamento foi realizado no Fórum da Capital e presidido pela juíza Mônica Catarina Perri Siqueira. Pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), atuou no plenário o promotor de Justiça Vinícius Gahyva.Os crimes ocorreram em janeiro de 2023, no bairro Consil, em Cuiabá. Conforme sustentado pelo Ministério Público, o acusado agiu de forma premeditada e motivado pela inconformidade com o término do relacionamento com Thays Machado.O Conselho de Sentença acolheu integralmente o entendimento do Ministério Público e reconheceu todas as qualificadoras imputadas ao réu. No homicídio de Willian César Moreno, os jurados acolheram as qualificadoras de motivo torpe, emprego de meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima. Já em relação ao feminicídio de Thays Machado, foram reconhecidas as qualificadoras de motivo torpe, emprego de meio cruel, recurso que dificultou a defesa da vítima e feminicídio praticado em contexto de violência doméstica e de gênero.A acusação destacou que o réu monitorava a rotina da vítima, realizava vigilância constante de seus deslocamentos e conhecia detalhadamente seus hábitos, circunstâncias comprovadas por documentos, anotações e materiais apreendidos durante as investigações.Durante os debates, o promotor de Justiça Vinícius Gahyva sustentou que o conjunto probatório revelou um histórico de controle, perseguição e não aceitação do término do relacionamento por parte do acusado. Para o Ministério Público, o feminicídio ocorreu em contexto de violência doméstica e de gênero e foi precedido por uma crescente escalada de monitoramento da rotina da vítima.“Trata-se da personalidade de alguém possessivo, que possui ciúme exacerbado, que enxerga a mulher não como aquela pessoa com quem gostaria de constituir um casal, mas como um objeto. E, evidentemente, como ocorre com toda posse, quando ela é retirada de quem a considera sua propriedade, a reação é violenta, através da repreensão. Foi o que ele fez quando matou duas pessoas”, afirmou o promotor de Justiça Vinícius Gahyva.Conforme sustentado em plenário pelo promotor de Justiça, as investigações demonstraram que o acusado acompanhava a rotina da vítima, mantinha registros de seus deslocamentos e realizava vigilância constante de locais frequentados por ela, circunstâncias que reforçam as qualificadoras apontadas na denúncia.O promotor de Justiça também destacou que foram identificados 914 registros de chamadas entre o acusado e a vítima entre o fim de dezembro de 2022 e a data do crime, além de elementos que evidenciariam vigilância e controle sobre a vida de Thays Machado.Conforme apresentado pelo Ministério Público, todos os disparos que atingiram Thays ocorreram pelas costas, reforçando a tese de que as vítimas não tiveram qualquer possibilidade de defesa.Após a decisão do Conselho de Sentença, a juíza Mônica Catarina Perri Siqueira fixou a pena de 36 anos de reclusão para Carlos Alberto Gomes Bezerra. O réu permanecerá preso para cumprimento da condenação, nos termos definidos na sentença.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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