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Arena Pantanal recebe segunda rodada do FIFA Series de futebol feminino nesta terça-feira (14)

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A Arena Pantanal, em Cuiabá, recebe, nesta terça-feira (14.4), a segunda rodada do FIFA Series, com confrontos do futebol feminino internacional. A programação começa às 15h, com duelo entre Canadá e Coreia do Sul. Mais tarde, às 21h, a Seleção Brasileira entra em campo para enfrentar a Zâmbia.

Os ingressos seguem disponíveis pelo aplicativo Facepass (link aqui). Nos setores Norte e Sul, as entradas custam R$30 (meia) e R$60 (inteira). No setor Leste, a meia-entrada é R$50 e a inteira R$100. Já no setor Oeste, a meia custa R$70 e a inteira R$140.

Com bilhete que vale para os dois jogos do dia, o público poderá acompanhar atrações musicais nos intervalos em palco montado dentro do estádio. Nesta terça (14), apresentam-se a dupla Sarah e Lívia e o grupo Trio Maravilha.

Os portões da Arena Pantanal serão abertos a partir das 13h, com entrada em cada um dos quatro setores, de acordo com o ingresso adquirido. Não haverá interdições ao redor do estádio.

A realização do FIFA Series no estádio gerido pela Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT) consolida Mato Grosso como rota de grandes eventos internacionais, promovendo o acesso da população ao lazer, além de incentivar o futebol feminino no Estado.

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Brasil em preparação para a Copa 2027


A seleção brasileira chega embalada após alcançar a marca de 100 gols sob o comando do técnico Arthur Elias. O feito foi consolidado na goleada por 5 a 1 sobre a Coreia do Sul, no último sábado, resultado que reforça o bom momento da equipe.

Uma das destaques do confronto diante das sul-coreanas foi a atacante Kerolin, que além de encantar os torcedores com seus dribles e assistências, marcou o quarto gol da partida. Kerolin tem 57 jogos pelo Brasil e já balançou a rede 14 vezes.

Entre as convocadas estão ainda atletas de times brasileiros de futebol feminino, como as jogadoras Lelê, Thais, Gi Fernandes, Duda Sampaio e Ana Vitória, do Corinthians; Paloma Maciel, Camila, Vitória Calhau e Marília, do Cruzeiro; e Raissa Bahia e Tainá Maranhão, do Palmeiras. Também integram a equipe jogadoras que atuam em times internacionais, como Yasmim (Real Madrid), Gabi Portilho (San Diego dos EUA), e Isa Haas (América do México), entre outras.

Segundo o técnico Arthur Elias, a chave para a Amarelinha ganhar o confronto desta terça-feira (14), será brecar a velocidade das atacantes nas transições ofensivas e conseguir vencer a linha de cinco defensores.

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“A Zâmbia tem atacantes bastante velozes. Temos que tomar cuidado nas transições e saber explorar e como atacar essa equipe que tem uma linha de cinco (defensoras), que busca uma compactação”, explicou Arthur Elias, em entrevista coletiva concedida nessa segunda-feira (13).

Fonte: Governo MT – MT

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“Ficou muito melhor fazer o cadastro aqui com a ajuda da equipe”, afirmou pescador em Rondonópolis

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A rotina de quem vive da pesca começa cedo, exige paciência e, muitas vezes, enfrenta desafios que vão além das águas dos rios. Em Rondonópolis, pescadores profissionais artesanais que participaram do cadastramento presencial do Repesca compartilharam histórias de trabalho, dificuldades e esperança durante a ação promovida pelo Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc-MT).

O atendimento ocorreu nos dias 17 e 18 de junho, no Ganha Tempo de Rondonópolis, com o objetivo de auxiliar pescadores na realização de novos cadastros e na atualização de informações para acesso ao programa. A iniciativa já passou pelos municípios de Poconé e Santo Antônio de Leverger e seguirá para Cáceres nos dias 22 e 23 de junho.


Foto: Darlene Marques | Setasc-MT

Morador de Rondonópolis, Laércio Dias conhece de perto a realidade de quem depende da pesca para sobreviver. Acostumado a pescar nas águas do Rio Vermelho, ele conta que o atendimento presencial facilitou o processo de cadastramento.

“Ficou muito melhor fazer o cadastro aqui com a ajuda da equipe. Sozinho é difícil, porque a gente nem sempre tem conhecimento para fazer tudo pela internet. Esse auxílio vai ajudar muito. Nós sofremos bastante com as dificuldades da pesca e com as mudanças que aconteceram nos últimos anos. Qualquer ajuda faz diferença dentro de casa”, afirmou.

A pescadora Lucinete Ferreira Batista também carrega uma história construída às margens dos rios da região. Moradora da comunidade Vila Nova, próxima a Juscimeira, ela conta que cresceu convivendo com a pesca e transformou a atividade em complemento essencial para a renda familiar.

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Durante muitos anos, Lucinete enfrentou longas jornadas de canoa pelos rios da região. Chegava a permanecer três ou quatro dias pescando para conseguir vender o pescado e garantir recursos para despesas básicas da casa.


Foto: Darlene Marques | Setasc-MT

“Eu subia o rio de canoa e ficava dias pescando para conseguir um dinheirinho. Era assim que eu ajudava a comprar alimento, pagar energia e manter a casa. Minha renda era muito baixa e a pesca sempre ajudou a complementar”, relembrou.

Atualmente morando sozinha e vivendo com recursos limitados, ela acredita que o Repesca poderá trazer mais tranquilidade para o orçamento.

“Vai ajudar bastante. Hoje eu moro sozinha e tenho pouca renda. Tudo que vier para ajudar faz diferença. A pesca sempre foi minha vida e continua sendo minha forma de sobreviver”, disse.

A relação com os rios também faz parte da trajetória de Vanusa de Oliveira. Há mais de 15 anos na atividade, ela e o marido sustentaram a família por meio da pesca artesanal e criaram os filhos às margens dos rios da região.

Segundo Vanusa, a atividade se tornou mais difícil nos últimos anos, exigindo ainda mais esforço dos pescadores para garantir o sustento da família.


Foto: Layse Ávila | Setasc-MT

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“No começo era mais fácil. A gente conseguia pescar mais e tirar o sustento da família. Hoje está mais difícil, mas continuamos lutando porque é da pesca que vivemos. Eu e meu marido dependemos disso para sobreviver”, relatou.

Mãe de cinco filhos, ela conta que toda a família foi criada com os recursos obtidos na atividade pesqueira. Atualmente, faz trabalhos temporários quando surgem oportunidades, mas ainda depende da pesca como principal fonte de renda.

“Minhas contas estão atrasadas e os bicos nem sempre aparecem. Muitas vezes passo o dia inteiro no rio para conseguir um peixe e garantir comida dentro de casa. Esse auxílio chega em uma hora importante e vai ajudar muito a nossa família”, afirmou.

O Repesca é destinado aos pescadores profissionais artesanais que exercem a atividade de forma autônoma, individualmente ou em regime de economia familiar, sem vínculo empregatício, e que tenham a pesca como principal meio de subsistência. A iniciativa do Governo de Mato Grosso busca garantir proteção social e apoio financeiro aos trabalhadores impactados pelas mudanças na atividade pesqueira.


Foto: Darlene Marques | Setasc-MT

Para os pescadores atendidos em Rondonópolis, o programa representa mais do que um auxílio financeiro. É o reconhecimento de uma atividade que há gerações garante o sustento de milhares de famílias mato-grossenses e mantém viva uma tradição construída às margens dos rios do Estado.

Fonte: Governo MT – MT

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