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Polícia Civil prende suspeitos por tráfico de drogas, associação criminosa e porte ilegal de arma de fogo em Guarantã do Norte

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MATO GROSSO

A Polícia Civil prendeu em flagrante dois homens, de 19 e 38 anos, suspeitos de tráfico de drogas, associação para o tráfico, desobediência e porte ilegal de arma de fogo de uso restrito. A ação ocorreu na terça-feira (7.4), em Guarantã do Norte, durante investigação sobre a venda de drogas no município.

As apurações apontaram que um imóvel estava sendo usado como ponto de comercialização de entorpecentes. A suspeita surgiu a partir de informações reunidas ao longo de investigações anteriores e de dados levantados pela equipe responsável pelo caso.

Durante o monitoramento do local, foi observado um grande movimento de pessoas. Elas chegavam, permaneciam por pouco tempo, faziam pagamentos pelo celular, recebiam pequenos pacotes e saíam rapidamente, comportamento típico da venda de drogas.

À tarde, um dos suspeitos saiu do imóvel em uma motocicleta e seguiu em direção ao bairro Aeroporto. Diante da suspeita, ele passou a ser acompanhado pela polícia. Durante o trajeto, demonstrou nervosismo e olhava para trás com frequência.

Quando recebeu ordem de parada, o suspeito não obedeceu e tentou fugir, mas foi alcançado.

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A ação terminou com a prisão dos dois envolvidos. Também foram apreendidos drogas, uma arma de fogo de uso restrito e outros materiais relacionados à atividade criminosa.

Os suspeitos foram levados à delegacia e devem responder pelos crimes identificados durante a investigação.

Fonte: Governo MT – MT

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MP MT

MP ajuíza medida para proteger criança contra exposição indevida

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A Promotoria de Justiça de Colniza (a 1.065 km de Cuiabá) ajuizou, nesta quarta-feira (12), uma medida de proteção em favor de uma criança residente no município que vem sendo exposta indevidamente nas redes sociais por meio da divulgação de vídeos contendo seu relato sobre supostos abusos sofridos. A atuação do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) foi motivada pela ampla circulação de gravações nas quais a vítima aparece narrando fatos que já são objeto de investigação criminal e de ação penal em tramitação no Poder Judiciário.Diante da repercussão do caso e da exposição da criança, o MPMT adotou providências para garantir a preservação de seus direitos fundamentais, especialmente a dignidade, a integridade psicológica, a privacidade e a proteção da imagem.Na ação, o Ministério Público requereu a adoção de medidas urgentes voltadas à proteção integral da vítima, entre elas a proibição de novas divulgações de fotos, vídeos ou relatos que possam possibilitar sua identificação, bem como a remoção imediata dos conteúdos já publicados em redes sociais e plataformas digitais. Também foi solicitado que o Conselho Tutelar realize diligências para avaliar as condições de proteção e cuidado oferecidas à criança no ambiente familiar.Além disso, o MPMT pediu o acompanhamento psicológico e assistencial da criança e de seus familiares, a realização de estudo psicossocial por equipe técnica do Poder Judiciário e, de forma excepcional, a possibilidade de acolhimento institucional caso seja constatada situação de risco grave ou insuficiência da rede familiar de proteção. As medidas têm como finalidade resguardar a integridade física, emocional e psicológica da vítima e evitar sua revitimização.De acordo com o promotor de Justiça Bruno Barros Pereira, é importante esclarecer que os fatos divulgados não se referem a uma denúncia recente. O caso teve início em 2023, quando a criança foi ouvida por meio do procedimento de escuta especializada. Em 2025, foi instaurado inquérito policial para apuração dos fatos, posteriormente concluído e encaminhado ao Ministério Público. Após a conclusão da investigação policial, em março de 2026, o MPMT ofereceu denúncia criminal, que foi recebida pela Justiça e segue em regular tramitação.“O Ministério Público entende que a divulgação pública de vídeos e relatos envolvendo crianças e adolescentes vítimas de violência pode causar revitimização e graves prejuízos emocionais, sobretudo quando expõe sua identidade e detalhes de situações traumáticas”, ressaltou o promotor de Justiça.

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Foto: Imagem ilustrativa | Magnific.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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