MATO GROSSO
Ager realiza audiência pública em Várzea Grande para ouvir usuários de serviços regulados
MATO GROSSO
A Agência de Regulação dos Serviços Públicos Delegados do Estado de Mato Grosso (Ager-MT) realiza, nesta quarta-feira (18.03), às 8h, a última etapa do Ciclo de Audiências Públicas de Ouvidoria e Participação Social de 2025. O encontro ocorrerá na Câmara Municipal de Várzea Grande, no município de Várzea Grande, com transmissão ao vivo pelo canal oficial da Agência no YouTube.
A audiência marca o encerramento de uma série de oito encontros regionais promovidos pela Ager para ouvir a população sobre a qualidade dos serviços públicos regulados no Estado. O evento é aberto à participação de moradores, representantes de entidades, concessionárias e da imprensa.
Durante a programação, os participantes poderão apresentar sugestões, demandas e manifestações relacionadas aos serviços regulados pela Agência, como energia elétrica, transporte intermunicipal de passageiros, rodovias concedidas, portos e hidrovias, gás natural canalizado, ferrovia e saneamento básico.
De acordo com o diretor regulador de Ouvidoria e Saneamento da Ager, Jossy Soares, as audiências públicas constituem um instrumento essencial de controle social na gestão regulatória, sendo a percepção do usuário “o real termômetro da qualidade do serviço prestado”.
O ciclo de audiências foi iniciado em 2025 e percorreu diversos municípios do Estado, como Lucas do Rio Verde, Primavera do Leste, Pontes e Lacerda, Tangará da Serra, Guarantã do Norte, Confresa e Água Boa, ampliando o diálogo direto com a população sobre os serviços públicos regulados.
Serviço | Audiência Pública de Ouvidoria e Participação Social em Várzea Grande
Data: 18 de março, às 8h.
Local: Câmara Municipal de Várzea Grande (Av. Castelo Branco, Jardim Imperador, Várzea Grande – MT).
Público-alvo: Aberta à população, entidades e imprensa.
Transmissão: YouTube da Ager-MT (ao vivo).
Fonte: Governo MT – MT
MP MT
MP ajuíza medida para proteger criança contra exposição indevida
A Promotoria de Justiça de Colniza (a 1.065 km de Cuiabá) ajuizou, nesta quarta-feira (12), uma medida de proteção em favor de uma criança residente no município que vem sendo exposta indevidamente nas redes sociais por meio da divulgação de vídeos contendo seu relato sobre supostos abusos sofridos. A atuação do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) foi motivada pela ampla circulação de gravações nas quais a vítima aparece narrando fatos que já são objeto de investigação criminal e de ação penal em tramitação no Poder Judiciário.Diante da repercussão do caso e da exposição da criança, o MPMT adotou providências para garantir a preservação de seus direitos fundamentais, especialmente a dignidade, a integridade psicológica, a privacidade e a proteção da imagem.Na ação, o Ministério Público requereu a adoção de medidas urgentes voltadas à proteção integral da vítima, entre elas a proibição de novas divulgações de fotos, vídeos ou relatos que possam possibilitar sua identificação, bem como a remoção imediata dos conteúdos já publicados em redes sociais e plataformas digitais. Também foi solicitado que o Conselho Tutelar realize diligências para avaliar as condições de proteção e cuidado oferecidas à criança no ambiente familiar.Além disso, o MPMT pediu o acompanhamento psicológico e assistencial da criança e de seus familiares, a realização de estudo psicossocial por equipe técnica do Poder Judiciário e, de forma excepcional, a possibilidade de acolhimento institucional caso seja constatada situação de risco grave ou insuficiência da rede familiar de proteção. As medidas têm como finalidade resguardar a integridade física, emocional e psicológica da vítima e evitar sua revitimização.De acordo com o promotor de Justiça Bruno Barros Pereira, é importante esclarecer que os fatos divulgados não se referem a uma denúncia recente. O caso teve início em 2023, quando a criança foi ouvida por meio do procedimento de escuta especializada. Em 2025, foi instaurado inquérito policial para apuração dos fatos, posteriormente concluído e encaminhado ao Ministério Público. Após a conclusão da investigação policial, em março de 2026, o MPMT ofereceu denúncia criminal, que foi recebida pela Justiça e segue em regular tramitação.“O Ministério Público entende que a divulgação pública de vídeos e relatos envolvendo crianças e adolescentes vítimas de violência pode causar revitimização e graves prejuízos emocionais, sobretudo quando expõe sua identidade e detalhes de situações traumáticas”, ressaltou o promotor de Justiça.
Foto: Imagem ilustrativa | Magnific.
Fonte: Ministério Público MT – MT
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