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Barra do Garças sediará Seminário Mato-grossense de Rádio; inscrições gratuitas já estão abertas

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Profissionais da comunicação, radialistas, estudantes e interessados no universo do rádio já podem se inscrever para participar do VI Seminário Mato-grossense de Rádio, que neste ano terá atividades em duas cidades: Barra do Garças e Cuiabá. O evento será realizado no dia 27 de março em Barra do Garças e nos dias 9 e 10 de abril na capital, com programação composta por palestras, oficinas e atrações culturais.

Com o tema “Metamorfose – O Rádio supera os 100 anos no Brasil mais atual do que nunca”, o seminário pretende promover reflexões sobre as transformações do rádio diante das novas tecnologias e reforçar a importância do veículo como meio de informação, cultura e entretenimento.

O evento é aberto ao público e voltado especialmente para profissionais que atuam em emissoras de rádio, técnicos, radialistas, locutores, jornalistas e estudantes da área de comunicação.

Inscrições gratuitas

As inscrições são gratuitas e devem ser realizadas nos sites do Mutirum Instituto e da Sapicuá Rádio Agência. No momento da inscrição, os interessados podem escolher participar das atividades em Barra do Garças, em Cuiabá ou nas duas cidades.

As oficinas possuem vagas limitadas: serão duas oficinas em Barra do Garças e quatro em Cuiabá, cada uma com 30 vagas disponíveis.

Entre os temas abordados estão produção de conteúdo para rádio com inteligência artificial, sonoplastia, edição de áudio, radiojornalismo, podcasts e técnicas de locução, refletindo a evolução do rádio e sua adaptação às novas plataformas digitais.

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Programação em Barra do Garças

A programação na cidade ocorrerá no dia 27 de março, na Academia de Letras, Cultura e Artes do Centro-Oeste.

Oficinas

  • Sonoplastia e Edição de Áudio – 08h às 10h

  • Produção de Conteúdo de Rádio com Inteligência Artificial (IA) – 10h30 às 12h30

Palestras

  • Início às 14h

Programação em Cuiabá

As atividades na capital mato-grossense serão divididas em dois dias.

9 de abril – Oficinas

Local: Escola de Oratória VOX2YOU

Período da manhã (08h às 12h)

  • Produção de Texto e Radiojornalismo

  • Edição e Montagem de Áudio

Período da tarde (14h às 18h)

  • Produção de Podcasts

  • Oficina de Locução

10 de abril – Palestras e programação cultural

Local: Auditório do Tribunal Regional do Trabalho da 23ª Região

  • Palestras: 09h às 12h e 14h às 18h

  • Programação cultural: 20h

Retorno do seminário após 11 anos

O Seminário Mato-grossense de Rádio volta a ser realizado após 11 anos de intervalo. A iniciativa é organizada pelo Mutirum Instituto, com apoio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico de Mato Grosso e da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, por meio de emenda parlamentar do deputado estadual Lúdio Cabral.

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Segundo o jornalista Jurandir Antônio Francisco, integrante da comissão organizadora, o encontro será um espaço importante para discutir as mudanças que o rádio vem enfrentando nos últimos anos.

“O seminário é um momento de debate sobre as profundas mudanças no meio rádio nos últimos anos. Mato Grosso vai receber alguns dos principais nomes nacionais que discutem o futuro do rádio no Brasil”, destacou.

Força do rádio em Mato Grosso

Mesmo com o avanço das plataformas digitais e da internet, o rádio continua sendo um dos meios de comunicação mais populares do país. Pesquisas indicam que 79% da população brasileira ouve rádio, com média diária de 3 horas e 55 minutos de audiência.

Em Mato Grosso, existem atualmente cerca de 300 emissoras de rádio, sendo 104 rádios comunitárias oficialmente cadastradas. Juntas, elas alcançam aproximadamente 3,1 milhões de ouvintes e geram trabalho para cerca de quatro mil profissionais.

Para os organizadores, o seminário representa uma oportunidade de integração entre profissionais do setor e de troca de experiências sobre o futuro do rádio no estado.

Mais informações:
Angela Jordão – (65) 99802-1626.

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Lei do Feminicídio completa 10 anos com impunidade como desafio

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A Lei do Feminicídio completou dez anos de vigência neste domingo (09). Sancionada em 2015 pela então presidente Dilma Rousseff, a norma inseriu no Código Penal o crime de homicídio contra mulheres no contexto de violência doméstica e de discriminação. 

Em outubro do ano passado, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a Lei 14.994/24 e ampliou a pena para quem comete o crime. A punição, que variava entre 12 a 30 anos de prisão, passou para mínimo de 20 e máximo de 40 anos.

De acordo com números do Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública (Sinesp), o Brasil registra cerca de 1 mil assassinatos de mulheres por ano. O banco de dados é mantido pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), a partir de informações enviadas pelos estados à pasta. Até outubro de 2024, foram registrados no país 1.128 mortes por feminicídio no país.

No Judiciário, também foi registrado um volume alarmante de processos envolvendo feminicídios. No ano passado, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) registrou 8,3 mil processos sobre o assassinato de mulheres. Em 2023, existiam 7,4 mil processos.

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As movimentações processuais relacionadas a medidas protetivas previstas na Lei Maria da Penha também foram alvo de análise pelo CNJ. Houve 827,9 mil procedimentos desse tipo em 2024.

De acordo com o CNJ, surgiram no Judiciário brasileiro, no mesmo período, 959,2 mil novos casos de violência doméstica. O número é equivalente a 2,6 novas ações diárias.

Para ampliar o monitoramento da atuação do Judiciário no combate à violência contra a mulher, o Conselho vai lançar na terça-feira (11) um novo painel eletrônico sobre os processos envolvendo violência doméstica.

Com a nova plataforma será possível verificar a atuação individual das varas especializadas em violência doméstica e das unidades judiciárias com competência exclusiva para atuar nesse tipo de processo.

São Paulo (SP), 08/03/2025 - Ato unificado pelo dia internacional de luta da mulher, com o tema
São Paulo (SP), 08/03/2025 – Ato unificado pelo Dia Internacional de Luta da Mulher. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

Dia da Mulher

Neste sábado (08), Dia Internacional da Mulher, diversos atos pelo país pediram o reconhecimento do direito das mulheres. Entre as pautas reivindicadas, o combate efetivo ao feminicídio.

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Feminicídio zero

Na semana passada, durante o Carnaval, o Ministério das Mulheres lançou a campanha Feminicídio Zero na Sapucaí. A campanha contou também com o apoio dos ministérios da Igualdade Racial e da Saúde.

Feminicídio Zero é uma mobilização nacional permanente do Ministério das Mulheres, que conta com diferentes frentes de atuação com comunicação ampla e popular, implementação de políticas públicas e engajamento de influenciadores.

Pequim+30

A Organização das Nações Unidas Mulheres (ONU Mulheres) publicou um relatório que relata retrocessos nos direitos das mulheres. O documento mostra o balanço da jornada de 159 dos 189 países signatários da Declaração e Plataforma de Ação de Pequim. As ações dos países membros da ONU serão analisada em Nova York, nos próximos dias, em uma sessão especial da organização, que contará com a participação do Brasil.

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